<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144</id><updated>2012-01-12T11:14:04.238Z</updated><title type='text'>Musealogando</title><subtitle type='html'>Blogg dedicado à Museologia Social
&lt;br&gt;
MINOM -Movimento Internacional para uma Nova Museologia</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Museu do Trajo</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08976409596686956224</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>128</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-1747635344829198530</id><published>2011-11-12T12:55:00.000Z</published><updated>2011-11-12T12:55:35.276Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div style="padding: 1pt 4pt;"&gt;   &lt;div class="ecxMsoNormal" style="border: medium none; padding: 0cm; text-align: justify;"&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="color: white; font-family: Verdana;"&gt;Editorial&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt; &lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: Verdana; font-size: 11pt;"&gt;Museus . Ponto . Rede&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: Verdana; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: Verdana; font-size: 11pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span class="ecxMsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;a class="ecxmsocomanchor" href="http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=36609144#_msocom_1" id="ecx_anchor_1" name="_msoanchor_1" target="_blank"&gt;&lt;/a&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="ecxMsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="ecxMsoCommentReference"&gt;&lt;span style="font-size: 8pt;"&gt;&lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: Verdana; font-size: 11pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Algumas breves linhas para pontuar o que de mais relevante trespassa do sentido e proveito do trabalho em rede espelhado neste número 39 de “Museus em Rede” e agradecer, em primeiríssima linha, à Imprensa Nacional Casa da Moeda, o resgate do presente boletim, e subsequentes, das malhas da crise, assegurando integralmente, através de protocolo estabelecido com o IMC, a produção e distribuição deste, já histórico, instrumento de divulgação dos museus portugueses. Uma dificuldade transformada em oportunidade. Esta auspiciosa parceria com a Imprensa Nacional Casa da Moeda, para além de&amp;nbsp; viabilizar o boletim, de reconhecida utilidade (sempre com nota máxima nos itens de avaliação reunidos tratados pelo&lt;span&gt; &lt;b&gt;OAC&lt;/b&gt; – &lt;b&gt;Observatório das Actividades Culturais&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;, entre outros), leva-nos mais longe, diversifica os circuitos tradicionais de divulgação dos museus da RPM e incorpora novos conteúdos que já serão patentes no próximo número. A rede amplia-se com esta parceria e alarga as possibilidades de partilha. Trabalhar em rede é acima de tudo investir num ambiente colaborativo. Falando dos museus portugueses e da realidade da RPM, trabalhar em rede é favorecer a fluidez da acção inter-museus, reforçar a identidade da RPM, &amp;nbsp;prevenir “embolias” e atrofiantes bloqueios à comunicação. Do longe se faz perto quando se trata de construir algo em que acreditamos. Uma rede necessita de ser continuamente alimentada e esse “alimento” só pode nascer do diálogo e da partilha, efectivada em projectos e acções. Os museus em rede estarão certamente melhor apetrechados para fazer o que tem que ser feito – responder à emergência dos tempos&amp;nbsp; que vivemos, proporcionando espaços seguros, áreas protegidas, para a abordagem de temas que atentam contra a mais elementar segurança (a exclusão e o preconceito). Para tal terão que se munir de ferramentas adequadas à identificação de problemas e necessidades; estabelecer parcerias activas; avaliar os impactos da sua acção na sociedade; definir inequivocamente as prioridades, repensar a missão se tal se afigurar necessário. Eliminar claramente o supérfluo (o luxo, o menos necessário, o que compromete o ambiente, o que limita as acessibilidades e se esgota no imediato, esgotando-nos...), contribuir para gerar um clima firme de confiança e cooperação entre técnicos, gestores de projectos, utilizadores e parceiros, com vista a melhorar o desempenho social, cultural e artístico dos museus. Efectivar a sua participação no desenvolvimento sustentável, tendo as pessoas e os grupos como destino, as identidades e memórias como força propulsora &lt;span&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e a indestrutível perseverança como lastro (todos sabemos que em matéria de cultura e património nada se sedimenta se não tiver continuidade). Para caminhar é preciso estar seguro do caminho e neste aspecto é fundamental a formação e a busca permanente de qualificação a que a RPM procura responder com programas de apoio técnico e seminários descentralizados de boas práticas. A &lt;b&gt;credenciação&lt;/b&gt; é o corolário deste agir responsável e profissional, um processo de contínua melhoria, nunca um fim último e único. Somos hoje cento e trinta e sete museus em rede, aspiramos a ser muitos mais, mas queremos caminhar de forma segura e sustentável.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Numa  altura em que se discutem com enorme acuidade as noções de proximidade, o valor das pequenas  economias, as cumplicidades inter-pares e a necessidade vital de articular de  territórios, é natural e até sinal de boa saúde ,que os museus sigam esta tendência  e&amp;nbsp; se envolvam de forma generosa e esclarecida (como "casas-abrigo" do  conhecimento e&amp;nbsp; dos anseios das comunidades) no reforço&amp;nbsp; do que os une e  em identificar o que os fragiliza. Outra coisa não seria de esperar.  Isso só revela a sua vitalidade e sentido&amp;nbsp; de cidadania. A discussão em torno das redes  temáticas e regionais é bem sintoma dessa vontade de operacionalizar , no terreno, a desejada articulação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Mas não chega enunciar princípios e enumerar objectivos avulsos. Temos que ter bons diagnósticos e uma visão integrada, sistémica dos territórios em que os museus se integram ou onde são &lt;i&gt;pivots.&lt;/i&gt;&amp;nbsp; Temos que ouvir e ser ouvidos. Por muito justos a adequados que pareçam os objectivos enunciados eles só terão eficácia se espelharem uma realidade concreta, se estiverem bem dimensionados e resultarem de um amadurecimento progressivo da discussão entre profissionais, parceiros, decisores e tutelas, com vista&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;a estabelecer compromissos e metas, ferramentas base do planeamento sustentado e da &lt;b&gt;qualidade total&lt;/b&gt;, a que todos aspiramos. Sem um inequívoco compromisso e uma estratégia concertada e negociada inter-pares, não caminhamos. A Rede Portuguesa de Museus não nasceu ontem. Com a densidade que lhe é conferida por um caminho feito de muitas e valiosas reflexões (nem sempre pacificas e como tal muito úteis)&lt;span&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;e a exemplaridade do trabalho de mais de uma década no terreno, irmana-se nesse compromisso de construção e discussão local, nacional, regional. A reduzida equipa técnica de apoio, com competência, humildade intelectual e dedicação coloca-se, como sempre o fez, ao serviço dos museus seus pares, na prossecução dos objectivos&amp;nbsp; gerais para que foi criada, objectivos esses por demais sabidos mas nunca demais relembrados e actualizados: &lt;/span&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;A valorização e a qualificação da realidade museológica nacional; A cooperação institucional e a articulação entre museus; A descentralização de recursos; O planeamento e a racionalização dos investimentos públicos em museus; A difusão da informação relativa aos museus; A promoção do rigor e do profissionalismo das práticas museológicas e das técnicas museográficas; As acessibilidades e a inclusão.&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;As cinco reuniões de trabalho realizadas com os museus da RPM expressaram inequivocamente a necessidade de “trabalhar mais em rede”; de&amp;nbsp; aglutinar recursos e meios numa base de dados que proporcione a partilha e a observação crítica de práticas museológicas relevantes, assim como o conhecimento efectivo dos museus da &amp;nbsp;rede (museus visitam museus, é uma proposta a pensar). Configura-se neste modelo uma &lt;b&gt;rede colaborativa transversal&lt;/b&gt;, formalmente constituída, em torno de três fortíssimos pilares: &lt;b&gt;legitimidade&lt;/b&gt;; &lt;b&gt;efectividade&lt;/b&gt;; &lt;b&gt;sustentabilidade&lt;/b&gt;. &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;E para que o título “Museus . Ponto . Rede” não seja uma expressão vã, as palavras dão &amp;nbsp;espaço a notícias e imagens que espelham o ponto em que estamos e a determinação de trabalhar efectivamente em rede.&amp;nbsp;&lt;b&gt;“Museus . Ponto . Rede”, &lt;/b&gt;ponto de encontro, ponto de partida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Isabel Victor&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt; &lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Directora do Departamento de Museus /RPM&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;Boletim 39 - " Museus em Rede " . Novembro 2011 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right" class="ecxMsoNormal" style="color: black; text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana; font-size: 10pt;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-1747635344829198530?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/1747635344829198530/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=1747635344829198530' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1747635344829198530'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1747635344829198530'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2011/11/editorial-museus.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4963761496242932568</id><published>2011-06-16T20:00:00.000+01:00</published><updated>2011-06-16T20:00:32.275+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-k21SYrYJq-E/TfpSnRVrvpI/AAAAAAAAJLw/BRwzrIECYCU/s1600/outro-olhar-46.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="426" src="http://4.bp.blogspot.com/-k21SYrYJq-E/TfpSnRVrvpI/AAAAAAAAJLw/BRwzrIECYCU/s640/outro-olhar-46.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href="http://museusacessiveis.wordpress.com/quem-somos-2/"&gt;http://&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;museusacessiveis&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;.wordpress.com/quem-somos-2/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="color: #134f5c;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="color: #134f5c;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #134f5c;"&gt;_______________________________________&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4963761496242932568?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4963761496242932568/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4963761496242932568' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4963761496242932568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4963761496242932568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2011/06/http-museusacessiveis.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-k21SYrYJq-E/TfpSnRVrvpI/AAAAAAAAJLw/BRwzrIECYCU/s72-c/outro-olhar-46.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-484604489499035414</id><published>2011-03-28T23:36:00.002+01:00</published><updated>2011-03-28T23:42:28.737+01:00</updated><title type='text'>Museu e Comunidade . António Salvado  (texto de enorme actualidade,  escrito há 35 anos )</title><content type='html'>&lt;a href="http://pt.scribd.com/doc/51685265/Museu-e-Comunidade"&gt;http://pt.scribd.com/doc/51685265/&lt;b&gt;Museu-e-Comunidade&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O presente texto constitui sumário de palestra pronunciada em 1976 para um público formado, essencialmente, por estudantes do ensino secundário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;__________________&lt;br /&gt;in separata da revista " Estudos de Castelo Branco ", nº1 , Nova série&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________________________________________________&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-484604489499035414?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='enclosure' type='' href='http://pt.scribd.com/doc/51685265/Museu-e-Comunidade' length='0'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/484604489499035414/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=484604489499035414' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/484604489499035414'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/484604489499035414'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2011/03/museu-e-comunidade-antonio-salvado.html' title='Museu e Comunidade . António Salvado  (texto de enorme actualidade,  escrito há 35 anos )'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-7885639695162490732</id><published>2011-03-22T23:18:00.002Z</published><updated>2011-03-22T23:19:07.939Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="buttons"&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1 class=""&gt;&amp;nbsp;Pierre Mayrand&lt;/h1&gt;&lt;h1 class=""&gt;&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class=""&gt;&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;&lt;h1 class=""&gt;&amp;nbsp;&lt;/h1&gt;&lt;div class="lineinfo subtitle1"&gt;&lt;span class="element"&gt;     &lt;span class="value field_created"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/span&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="desc-content"&gt;&lt;a class="jcepopup" href="http://www.nouvelles.uqam.ca/upload/images/nouvelles-2011/03_mars_2011/mayrand_pierre.jpg" target="_blank" title="Le professeur Pierre Mayrand"&gt;&lt;span class="jcemediabox-zoom-span" style="border: 0px none rgb(10, 85, 160); float: left; height: 120px; margin: 0px 10px 10px 0px; padding: 0px; width: 120px;"&gt;&lt;img alt="Pierre Mayrand" class="gauche" height="120" src="http://www.nouvelles.uqam.ca/upload/images/nouvelles-2011/03_mars_2011/thumbnails/thumb_mayrand_pierre.jpg" style="border: medium none; float: none; margin: 0pt; padding: 0pt;" width="120" /&gt;&lt;span class="jcemediabox-zoom-image" style="background-position: right bottom; top: -120px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;Professeur  retraité depuis mai 1997, Pierre Mayrand est décédé le 19 mars dernier,  des suites d'une longue maladie. Il était l'un des membres fondateurs  du Département d'histoire de l'art de l'UQAM. Entré à l'UQAM le 1er  septembre 1969, Pierre Mayrand a été directeur du Module d'histoire de  l'art, de juin 1987 à mai 1990, et directeur du Département d'histoire  de l'art, de juin 1996 à mai 1997. Pionnier de l'enseignement de la  muséologie et du patrimoine au Québec, il a été de toutes les tribunes  pour faire progresser les principes et les valeurs de la nouvelle  muséologie.     Le professeur Mayrand a participé à la Déclaration de Santiago du  Chili en 1972, moment important dans l'histoire de la muséologie  internationale. Il fut l'un des premiers grands ambassadeurs de la  muséologie québécoise au sein du Conseil international des musées et a  été président-fondateur du Mouvement international pour une nouvelle  muséologie (MINOM, Conseil international des musées/Unesco). Il a été  concepteur-idéateur et coordonnateur pendant 20 ans de l'Écomusée de la  Haute-Beauce, fondé en 1978, à Saint-Hilaire-de-Dorset.&lt;br /&gt;Pierre Mayrand a été associé également à l'Écomusée du fier monde de  Montréal, de 1980 à 1990. Au fil du temps, il a fait de la recherche, de  la formation et a contribué au développement du concept de l'Écomusée  du fier monde, le mettant en contact avec des praticiens et des  théoriciens de l'écomuséologie d'ici et d'ailleurs, et en faisant la  promotion de l'Écomusée dans ses écrits et ses conférences.&lt;br /&gt;Le 14 octobre dernier, il a reçu le Prix Carrière de la Société des  musées québécois (SMQ) pour son «engagement profond et soutenu au  développement et au rayonnement de la muséologie au Québec». Ce prix est  la plus haute distinction accordée par la SMQ, qui souligne les  réalisations des membres ayant contribué de façon significative à  l'avancement de la muséologie québécoise.&lt;br /&gt;Se disant «altermuséologue», Pierre Mayrand a toujours défendu les  valeurs sociales. Pour lui, le musée est un acteur social de premier  plan qui peut contribuer au changement.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nouvelles.uqam.ca/uqamca/item/1629-deces-du-professeur-retraite-pierre-mayrand.html"&gt;http://www.nouvelles.uqam.ca/uqamca/item/1629-deces-du-professeur-retraite-pierre-mayrand.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Les parents et amis sont conviés au salon Alfred-Dallaire Memoria, au  1111 rue Laurier ouest, le samedi 26 mars, de 14 h à 17 h et de 19 h à  22 h.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-7885639695162490732?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.nouvelles.uqam.ca/uqamca/item/1629-deces-du-professeur-retraite-pierre-mayrand.html' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/7885639695162490732/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=7885639695162490732' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7885639695162490732'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7885639695162490732'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2011/03/deces-du-professeur-retraite-pierre.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-3308313010737600115</id><published>2010-11-24T16:59:00.001Z</published><updated>2010-11-24T17:00:49.055Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>LE CONTEXTE D’UNE MUSÉOLOGIE EXPANSIBLE À L’ INFINI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TO1D1gFbxqI/AAAAAAAAJHQ/HdubxS8zHfs/s1600/escrita_thumb-criacao-de-site-em-brasilia-df-loja-virtual-webdesign.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TO1D1gFbxqI/AAAAAAAAJHQ/HdubxS8zHfs/s1600/escrita_thumb-criacao-de-site-em-brasilia-df-loja-virtual-webdesign.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il n’ est pas inutile de rappeler, pour mieux situer notre propos, de même que celui qui est soumis à notre réflexion, que patrimoines et muséologies ont acquis une telle signification de représentation et d’ interprétation qu’ ils recouvrent la totalité de l’ environnement humain et physique qui lui servent de cadre. La question devient comment aborder, par les moyens médiatiques à notre disposition, y compris la mémoire rapportée, une explication valable de la globalité de chaque phénomène faisant l’objet de l’ intérêt que nous souhaitons susciter (Davallon, Claquemurer ) ? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Les disciplines et les médias mis à la disposition de l’ interprète, ce mage de la lecture interrelationnelle, utilisant les approches tantôt inductives, tantôt déductives, pour se rendre au coeur de l’ explication sous forme de propositions, devient la clef du processus de connaissance- sensibilisation , puisant, selon les besoins dans la recherche scientifique et les méthodes d’ approche disciplinaires, qui, à leur tour, ont perdu de leur étanchéité ( Anthropologie, ethnologie, géographie … ). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il en va de même des professions mises à contribution compte-tenu de la substitution du conservateur par des équipes pluridisciplinaires coordonnées par le chargé de projet ( gestionnaire chargé de maintenir la ligne de conduite du projet ). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La distinction que nous pourrions établir ,pour le besoin présent, des formes de muséologie, est, d’ une part, la muséologie industrielle ( industries culturelles ) et entreprenariale ( mondialisée ) abordant en surface les grands thèmes susceptibles d’ attirer les foules, d’ autre part, la muséologie d’ ancrage enracinée dans la réalité d’ un milieu. Cette dernière, qu’ elle fusse communautaire, locale, régionale, est celle qui nous intéresse le plus, mettant en relation directe un visiteur avec un hôte ( la population et son territoire d’ appartenance ), stimulant les mécanismes d’ appréhension sensible et partagée de ce que le colloque nomme si bien le &amp;lt; désir du territoire &amp;gt;. On pourrait decrire cette muséographie&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;ouverte comme comme une scénographie amoureuse, utilisant des approches progressives de la séduction. Le développement prend, dans ce cas, une signification très différente que celle que l’ on prête aux grands déploiements de l’ autre catégorie dominante de musées. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pierre Mayrand&lt;/strong&gt; (Québec, Canadá) &lt;br /&gt;Professeur-chercheur, expert en muséologie communautaire&lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;_____________________________________________________ Reflexões sobre Museologia&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-3308313010737600115?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/3308313010737600115/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=3308313010737600115' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3308313010737600115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3308313010737600115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/11/le-contexte-dune-museologie-expansible.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TO1D1gFbxqI/AAAAAAAAJHQ/HdubxS8zHfs/s72-c/escrita_thumb-criacao-de-site-em-brasilia-df-loja-virtual-webdesign.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8397243004043462552</id><published>2010-11-04T13:53:00.000Z</published><updated>2010-11-04T13:53:41.828Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>MUSEUS EM REDE . LINHAS DE UNIÃO &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Boletim da Rede Portuguesa de Museus&lt;br /&gt;RPM N.º 37(excerto do Editorial)&lt;br /&gt;Outubro 2010 &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A atenção permanente ao carácter processual da Museologia, a caixa negra que regista todas as operações e opções do fazer museológico, dá-nos a verdadeira dimensão do que somos, do que fazemos e dos valores que conduzem a nossa acção enquanto profissionais e/ou actores de uma Museologia orientada para a cidadania. Vivem-se tempos difíceis e os museus não podem ficar fora da rede de solidariedades que a própria noção de património inspira e comporta na contemporaneidade. Em nosso entender, a qualidade em museus é sobretudo, e acima de tudo, participação, estudo e inovação. Os museus, elevando a qualidade dos serviços e a adequação às necessidades efectivas dos seus públicos (utilizadores), contribuem para qualificar a procura e reforçar os elos que dão corpo à ideia de rede, na sua dimensão mais ampla, versátil e inclusiva. Uma rede que se abre às universidades e aos jovens investigadores, colocando os museus no centro das grandes linhas de investigação, como importante interface de disseminação do conhecimento. Uma rede socialmente activa em prol da inclusão, que permuta serviços com ONG`s, associações de desenvolvimento local, associações de imigrantes, associações de deficientes, entre outras, nomeadamente organismos nacionais e internacionais que pugnam pelos direitos humanos e pela consistente ideia de que património, em lato sensu, são as pessoas, as suas memórias e identidades.&lt;br /&gt;A reflexão&amp;nbsp;dos profissionais de museus, &amp;nbsp;reunida nas conclusões&amp;nbsp;dos grupos de trabalho organizados aquando do "Encontro RPM 10 anos", aponta inequivocamente&amp;nbsp;para a necessidade de reforçar e alargar as redes inter-museus e as sinergias no terreno configuradas numa “geometria variável em permanente construção". A criação de núcleos de apoio a museus, a&amp;nbsp;programação&amp;nbsp;em rede e o incremento das redes regionais serão as grandes metas para os próximos anos. Os eixos da formação e da credenciação terão, para tal, que se apoiar nas ferramentas da Gestão da Qualidade que permitirão melhorar continuamente o trabalho a desenvolver numa lógica organizacional contemporânea. A Qualidade em Museus não é hoje um mero artifício de Gestão, mas uma mudança cultural, uma outra forma de entender os museus como organizações socialmente responsáveis, implicadas no desenvolvimento e em processos de melhoria contínua que visam a busca de melhores resultados com menores custos. Os “museus para todos” implicam uma atitude pró-activa em prol das acessibilidades nas suas dimensões físicas, psicológicas, intelectuais, geracionais e identitárias.&lt;br /&gt;O excelente artigo de Margherita Sani, "Rede Portuguesa de Museus: uma visão exterior", coloca-nos questões pertinentes, inquietantes..., sobre as quais deveremos reflectir seriamente. Partilhamos em absoluto da sua visão e procuraremos adoptar as suas recomendações relativamente à progressiva adopção&amp;nbsp;de sistemas integrados de Gestão da Qualidade, segundo o modelo EFQM (European Foundation Quality Model), usado por organizações e serviços em toda a Europa, com resultados comprovados para os cidadãos.&lt;br /&gt;Relembro aqui, chamando à boca de cena, a definição de rede evocada por Margherita Sani: «Uma rede é um ambiente não dirigido, não hierarquizado e aberto, no qual um grupo de indivíduos e/ou organizações, partilhando objectivos e valores comuns, criam um sistema de comunicação contínua para efeitos de encontro, troca de ideias e colaboração.» e a sua conclusão lógica: «A mais importante actividade de uma rede é… trabalhar em rede… um processo e não um produto…».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Victor&lt;br /&gt;Departamento de Museus / IMC&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ver mais &lt;a href="http://www.ipmuseus.pt/"&gt;&lt;b&gt;http://www.ipmuseus.pt/&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8397243004043462552?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8397243004043462552/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8397243004043462552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8397243004043462552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8397243004043462552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/11/museus-em-rede.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-7442375551431747552</id><published>2010-11-01T14:37:00.000Z</published><updated>2010-11-01T14:37:42.203Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TM7Qf1nQTzI/AAAAAAAAJGM/OVqTSNrGbc0/s1600/image001%5B1%5D.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" nx="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TM7Qf1nQTzI/AAAAAAAAJGM/OVqTSNrGbc0/s320/image001%5B1%5D.JPG" width="221" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lettre de Pierre Mayrand à Su Donghai &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Next Workshops - Workshop Shanghai &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SITE DEL ARTIGO DE SU DONGHAI&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Los ecomuseos en China&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://portal.unesco.org/culture/fr/ev.php-URL_ID=37604&amp;amp;URL_DO=DO_PRINTPAGE&amp;amp;URL_SECTION=201.html"&gt;http://portal.unesco.org/culture/fr/ev.php-URL_ID=37604&amp;amp;URL_DO=DO_PRINTPAGE&amp;amp;URL_SECTION=201.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Carta de Pierre Mayrand a Su Donghai&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lettre de Pierre Mayrand a Su Donghai&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bien cher collègue,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Je viens de prendre connaissance , un dimanche après Midi, de votre excellent article sur l’ évolution de l’ écomuséologie, en Chine (Museum international 237~8 ), son passage de la 1ère génération orientée `a la 2ème génération &amp;lt; autoproclamée &amp;gt;. Comme il est peu probable que je me joigne au groupe du MINOM et des écomusées qui se réunira à Shangai, je vous fais part, par écrit, de mon point de vue sur l’ écomuséologie. Au point de départ réticent à la théorie du miroir de G.H. Rivière, puis passe à l’animation culturelle Variniste, je me situe actuellement dans une muséologie sans frontières: L’ Altermuséologie (Manifeste, 2007).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fondateur du MINOM, à partir des années 80, en réaction contre le statisme de l’ ICOM, j’ ai coordonné les activités de l’ Écomusée de la Haute-Beauce (au Québec) pendant prés de 16 ans, le 2ème par ordre d’importance chronologique, après le Creusot auquel il se substitue en 1978 comme lireu de convergence des idées, des actions et des recherches. Il sera suivi par le Maestrazgo (Espagne), devenus des musées territoire au service du développement et de la capacitation des populations, véritables fondateurs d’ identités actives. La dilution du concept original, comme vous en faites état, en une pléthore d’ interprétations sur sa mission, ses finalités et son fonctionnement – à l’ origine conçu comme une école populaire d’ apprentissage de la vie démocratique, suivie de prés par la fondation du MINOM (1984), tous deux assis sur la tradition latine des musées communautaires , l’ écomusée, à l’ère de la globalisation connait aujourd’hui une double expansion supplémentaire, soit la tendance à considérer les identités minoritaires, particularisées, comme des objets de biens de consommation touristique, soit la mise en place, comme en Chine et en Italie de réseaux étatiques d’enclaves ethniques plus ou moins auto-gérées. Il est ,même question, en Espagne, de conglomérations d’ écomusées ( surtout de parcs ) sans que le lien associatif ne leur confèrent une unité, sous forme de réseaux formels, par exemple, oubliant les acquis des années 90 ( Pyrénnées orientales, Maestrazgo ). La proposition d’ une &amp;lt; continentalisation asiatique de l’ écomusée &amp;gt; ( comme vous le rapportez ) montre la disproportion du phénomène là où tout paramètre s`efface. Elle démontre la dimension démesurée d’ ambitions d’ une action culturelle dont on a du mal à cerner, à présent ,les contours dessinés par ses fondateurs: Fragilité, convivialité … C’est pourquoi nous publions le Libretto: El manual del promoter del ecomuseo ( Laguna, Tenerife, 2009 ), illustré par la figure de l’ escargot ( Maison, antennes, fragilité, sensibilité à l’ environnement, traces ), une proposition de méthodologie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J’ai bien connu, parfois intimement, les personnes mentionnées dans votre compte-rendu, théoriciens, utopistes, dessinateurs de modèles …, principalement à travers le MINOM ( ils étaient presque tous présents à Toten, en Norvège ) que l’ on persiste à confondre avec l’ écomusée, alors que le MINOM est le support idéologique de l’ ensemble, complexe, des muséologies dites &amp;lt; sociales &amp;gt; issues de la Déclaration de Santiago du Chili (1972), cherchant à les amener en permanence dans le contexte d’ une critique de l’ évolution mondiale (Mayrand, Essais de terminologie, ULHT, 2009 ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Je vous félicite d’ avoir exposé aussi clairement et objectivement, au profit des minorités nationales parties prenantes de l’ écomusée comme outil de capacitation et de conscientisation.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre Mayrand,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Professeur-chercheur, expert en muséologie communautaire, 29.11.09&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-7442375551431747552?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/7442375551431747552/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=7442375551431747552' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7442375551431747552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7442375551431747552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/11/lettre-de-pierre-mayrand-su-donghai.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TM7Qf1nQTzI/AAAAAAAAJGM/OVqTSNrGbc0/s72-c/image001%5B1%5D.JPG' height='72' 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type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2844257572659363248/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2844257572659363248' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2844257572659363248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2844257572659363248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/11/presentation-shanghai-ideespierre.html' title='Présentation Shanghai IdéesPierre'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' 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class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-5542095824121424477?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/5542095824121424477/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=5542095824121424477' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5542095824121424477'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5542095824121424477'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/09/gloria-lynne-im-glad-there-is-you.html' title='GLORIA LYNNE - I&apos;M GLAD THERE IS YOU'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8755075928051909985</id><published>2010-09-13T20:42:00.003+01:00</published><updated>2010-09-13T20:56:42.924+01:00</updated><title type='text'>Boletim ICOM nº 10 (Set_Nov 2010)</title><content type='html'>&lt;span style="color: #cc6600;"&gt;Destaco o artigo&lt;strong&gt; "Três é o par perfeito:&lt;/strong&gt; o texto senta-se entre o visitante e o objecto&lt;strong&gt;",&lt;/strong&gt; de Alcina Cortez&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TI6B5-pR-dI/AAAAAAAAJFY/3MTnMbXmNvk/s1600/Sesimbra+S%C3%A1bado+Anivers%C3%A1rio+059.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ox="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TI6B5-pR-dI/AAAAAAAAJFY/3MTnMbXmNvk/s400/Sesimbra+S%C3%A1bado+Anivers%C3%A1rio+059.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc6600;"&gt;&lt;a href="http://www.icom-portugal.org/multimedia/info%20II-10_set-nov10.pdf"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;http://www&lt;/span&gt;.&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;&lt;strong&gt;icom&lt;/strong&gt;-&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;portugal&lt;strong&gt;.org/multimedia/info%20II-10_set-nov10.pdf&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;CONTEÚDOS &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;01 EDITORIAL &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;02 ARTIGO TRÊS É O PAR PERFEITO: o texto senta-se entre o visitante e o objecto&lt;br /&gt;10 opiniÕes E SE A BP QUISESSE SER MECENAS DO SEU MUSEU…? &lt;br /&gt;12 NOVOS, RECENTES E RENOVADOS MUDE – MUSEU DO DESIGN E DA MODA&lt;br /&gt;16 ENTREVISTA COM... JORGE SILVA MELO &lt;br /&gt;18 NOTÍCIAS ICOM&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;18 Novas publicações &lt;br /&gt;19 Calendário de iniciativas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc6600;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #cc6600;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #cc6600;"&gt;_____________________________________&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8755075928051909985?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.icom-portugal.org/multimedia/info%20II-10_set-nov10.pdf' title='Boletim ICOM nº 10 (Set_Nov 2010)'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8755075928051909985/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8755075928051909985' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8755075928051909985'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8755075928051909985'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/09/boletim-icom-n-10-setnov-2010.html' title='Boletim ICOM nº 10 (Set_Nov 2010)'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TI6B5-pR-dI/AAAAAAAAJFY/3MTnMbXmNvk/s72-c/Sesimbra+S%C3%A1bado+Anivers%C3%A1rio+059.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-3891849493485625390</id><published>2010-07-13T17:03:00.014+01:00</published><updated>2011-01-13T22:47:14.742Z</updated><title type='text'>Mestrado em Museologia. A Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias</title><content type='html'>&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;O Curso de Mestrado em Museologia, confere os seguintes diplomas:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;strong&gt;Diploma de Especialização em Museologia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Implica a frequência e aproveitamento dos 2 primeiros semestres do curso,&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Diploma e Grau de Mestre em Museologia&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quando aprovada a dissertação de Mestrado, nos termos definidos pelo&amp;nbsp;regulamento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Programas das disciplinas Mestrado museologia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Função Social do Museu &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Esta disciplina/modulo tem por objectivo principal, situar os alunos no vasto quadro da Museologia contemporânea.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Serão tratadas as principais áreas  de reflexão e prática da museologia, tendo em consideração a sua relação  com as condições de produção dos diferentes discursos museológicos, os  contextos sociais em que se desenvolve e os diferentes domínios de  intervenção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;O alargamento da noção de  património, e a consequente redefinição de "objecto museológico", a  ideia de participação da comunidade na definição e gestão das práticas  museológicas, a museologia como factor de desenvolvimento, as questões  de interdisciplinaridade, a utilização das "novas tecnologias" de  informação e a museografia como meio autónomo de comunicação, são  exemplo das questões decorrentes das práticas museológicas  contemporâneas e fazem parte de uma crescente bibliografia especializada  à qual esta disciplina dará todo o relevo necessário&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museu e sociedade&amp;nbsp;: A ideia de  museu e as suas funções, As percepções de Museu / Património. Conceitos e  interdisciplinaridade, Património e políticas patrimoniais. As  Declarações de Santiago do Chile, de Quebec e de Caracas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Instituições nacionais e internacionais do foro  museológico e/ou patrimonial, Museologia contemporânea: A modernização  das instituições museológicas&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Processos inovadores:  ecomuseologia, economuseologia, museologia comunitária. Museografias  formas e ideias, Relação património /perfis profissionais&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Urbanismo e património&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Com esta cadeira pretende-se dar a  conhecer as políticas e os programas, com génese na União Europeia e em  Portugal, que incidem, directa ou indirectamente, sobre o sector  cultural e patrimonial e que os alunos fiquem a conhecer as múltiplas  vertentes do conceito de património, assim como a sua evolução. Dar-se-á  particular destaque à ligação entre património e desenvolvimento  sustentável, nomeadamente ao nível regional e local, e à sua relação com  a museologia.&lt;br /&gt;Trata-se de uma matéria básica, fundamental não só  para perceber o contexto externo dos museus e restantes instituições de  índole cultural, mas também para o seu planeamento e gestão e para tanto  é necessário ter em conta a sua envolvente externa/ o seu local de  inserção.&lt;br /&gt;Por último e em acréscimo, ao dar conta dos apoios e  fontes de co-financiamento existentes, esta cadeira proporcionará,  igualmente, um pano de fundo susceptível de facilitar/viabilizar a  criação de projectos de desenvolvimento local com uma base cultural&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museologia e Pensamento Contemporâneo &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Introdução dos “paradigmas”  estruturantes do pensamento contemporâneo, que permita um enquadramento  do pensamento museológico e patrimonial num nível mais geral de  entendimento da realidade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;1.1. Grandes “autores-livros simbólicos” do Pensamento Contemporâneo&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;1.2. Grandes “Modos” (e até grandes “Modas”) do Pensamento Contemporâneo (exemplos)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;1.3. Grandes tendências, correntes,  ideias, ideologias, teorias, utopias, escolas, temas, problemáticas,  racionalidades, sistemas, mundividências, universos, configurações,  gestaltes, modelos, epistemas, paradigmas, controvérsias, catástrofes,  complexidades, situações, posições, conceitos portadores, questões  vivas, propédias, simpósios, enciclopédias, rupturas, revoluções  epistemológicas, acontecimentos, instituições...do Pensamento  Contemporâneo. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museologia Urbanismo e Desenvolvimento Cultural&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Após uma fase em que as  instituições museológicas eram encaradas somente como um local de  contemplação e de enriquecimento cultural dos indivíduos, cada vez mais  se coloca a tãoica no enorme potencial que encerram enquanto  instrumentos de desenvolvimento das regiões e, sobretudo, dos locais.&lt;br /&gt;Que potencial de desenvolvimento os museus promovem, especialmente nas  suas novas formatações e âmbitos geográficos (do museu nacional ao museu  local)? Como os museus podem assumir e protagonizar um papel  desenvolvimentista? &lt;br /&gt;Capacitar para os problemas do desenvolvimento em relação com os contextos socio?económicos locais e regionais;&lt;br /&gt;Proporcionar conhecimentos teóricos e metodológicos para a análise dos  diferentes contextos de desenvolvimento nas suas várias dimensões  (economia, sociedade, cultura...) e a diferentes escalas (nacional,  regional e local);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Resumos dos programas de Seminários (actualizados anualmente)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História da museologia e novas museologias&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Abordagem diacrónica da História da  Museologia. A filosofia e os valores subjacentes das instituições  museológicas inseridas no seu contexto histórico-político. A vocação dos  museus no passado: aspectos artísticos, científicos, sociais e  culturais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Pretende-se também com esta cadeira  uma teorização, reflexão e problematização das grandes questões  contemporâneas da museologia social; as suas condições de planificação e  de realização e opções sociais e educativas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museologia e comunicação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Este seminário tem o objectivo de  abordar os parâmetros teórico-metodológicos da disciplina aplicada  Museologia, no âmbito das pedagogias patrimoniais, apoiados pela cadeia  operatória de procedimentos de salvaguarda e comunicação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Tópicos básicos para a discussão teórica&amp;nbsp;: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Distanciamento entre princípios  museológicos e os limites dos procedimentos museográficos : as rotas  pedagógicas para a educação da memória&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Quadro referencial da disciplina museologia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;tensões vivenciadas pelas equipes  técnicas em função das reciprocidades entre as utopias das propostas e  os limites de sua aplicação&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;cadeia operatória de procedimentos técnicos&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Gestão Museológica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Este seminário teórico/prático  procura introduzir os estudantes aos principais temas da Gestão  Museológica. Discute as actividades do museu vinculadas à gestão, em  particular como estas contribuem para alcançar os seus objectivos. O  seminário presta especial atenção às principais fontes de financiamento  disponíveis para os museus, e o &lt;span&gt; &lt;/span&gt;impacto que estas têm sobre a Gestão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Este seminário combina elementos teóricos e práticos para atingir cinco objectivos: &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Familiarizar os estudantes com os principais elementos da Gestão Museológica.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Expor aos estudantes a importância de um adequado planeamento da gestão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Analisar as principais fontes de financiamento privado e publicas disponíveis para os museus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Explorar outros tipos de recursos  (voluntários e associações de amigos) que podem apoiar o museu para  conseguir atingir os seus objectivos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Acção Cultural e Educativa dos Museus: processo museológico participativo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Discutir e analisar a acção  cultural e educativa dos museus, as estratégias e as metodologias  utilizadas para sua aplicação, em diferentes contextos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Análise e discussão dos conceitos de acção cultural e educativa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Conceitos básicos e princípios norteadores da acção museológica participativa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Gestão museológica participativa;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Plano de acção.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;O projecto pedagógico do museu;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Acção-reflexão: estudos de caso;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Temas para musealização: propostas de projectos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museologia e Memória&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Nos anos 60 e 70 do século XX  alguns sectores da vanguarda intelectual e cultural do ocidente  anunciaram a morte do museu. Esse anúncio, normalmente acompanhado de um  discurso generalista e totalizante, colocava em movimento críticas  severas ao carácter aristocrático, autoritário, conservador e inibidor  dessa instituição de memória, considerada como uma espécie em extinção e  por isso mesmo chamada de "dinossauro" e de "elefante branco". Trinta  anos depois, o que se verifica é que os museus não apenas não morreram,  como se multiplicaram e ganharam destaque na cena cultural e na vida  social do mundo contemporâneo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;O museu hoje é um fenómeno muito  mais complexo do que se imaginava nos anos 60. Para compreendê-lo  criticamente não é mais suficiente reduzi-lo ao papel de legitimador dos  interesses das classes dominantes, ainda que esse papel continue sendo  desenvolvido por muitas instituições. Ao serem assumidos como campo de  acção e de discurso, os museus deixaram de interessar apenas aos  conservadores da memorábilia das oligarquias. O fato é que ao lado dos  museus de grandes narrativas, desejosos de grandes sínteses,  constituíram-se museus de narrativas modestas, mas nem por isso menos  actuantes e inovadores. Narrativas modestas, mas com potência discursiva  e capacidade de promover novas possibilidades de identificação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Sujeito, espaço e bem cultural  (sociedade, território e património), &amp;nbsp; Os novos patrimónios culturais:  do biopatrimônio ao património intangível,&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Património  cultural e memória social: perspectiva diacrónica e perspectiva  sincrónica, Memórias e esquecimentos, poder e resistência,&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Museus, identificações e identidades culturais, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Tendências recentes do património industrial e da arqueologia industrial&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;&lt;span&gt; &lt;/span&gt;A salvaguarda do  património industrial introduz no tecido cultural da humanidade novos  valores, com carga histórica, arqueológica, arquitectónico-urbanística,  técnica (inovações, máquinas, transmissões mecânicas, mecanização,  automação) e sócio-económica (trabalho, produtos, design, consequências  sociais/ambientais), outrora desvalorizados do ponto de vista  patrimonial, estético-artístico, documental.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;As formas e ritmo de  desaparecimento dos bens das sociedades e civilização industrial  impuseram cuidados na preservação, inventário e "reciclagem" dos  desperdícios tecnológicas (nas suas diversas componentes). A necessidade  de conhecer a forma do aparecimento e desenvolvimento das sociedades  industriais impôs, para além dos estudos histórico económicos e  industriais o emergir de novos ramos da arqueologia, nomeadamente a  especialidade "arqueologia industrial".&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Ambos património industrial e  arqueologia foram responsáveis pelo desenvolvimento recente de uma  vertente recente da museologia, a que se tem dado o nome de industrial.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;A exposição em questões: teorias, práticas, cenografia e ambiências&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;A exposição é um meio físico e social que envolve o visitante. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Este meio é perceptível e explicável. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;O visitante está na exposição, está implicado através de todos os seus sentidos e é activo durante o seu percurso. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Durante a visita dá-se um encontro  entre as representações sociais e simbólicas veiculadas pela «encenação»  (as dos conceptores) e as representações sociais e simbólicas dos  visitantes: dá-se assim uma construção de um novo sentido por este  último. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;A exposição é&lt;span&gt; &lt;/span&gt;um  conjunto de dispositivos científico e técnicos para os conceptores,  percebido como uma globalidade atmosfera - clima - meio físico e humano  pelos visitantes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;A exposição é assim um ambiência  situada, na medida em que ela existe num espaço preciso e é percebida  durante o tempo duma visita&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Pôr em paralelo as intenções e  acções dos conceptores e a démarche dos visitantes (posição e acção)  afim de identificar «ambientes museais» - forma de descrever as  ambiências museais, podendo constituir um instrumento de ajuda à  concepção e/ou ao estudo das exposições&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Problemática da concepção: práticas dos conceptores&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Problemática da percepção:&amp;nbsp;práticas dos visitantes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museologia e Património Local&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Pretende-se dotar-se o  museólogo/investigador de uma bagagem essencial que lhe permita utilizar  capazmente os diferentes fundos documentais existentes – locais,  regionais e nacionais, - ser capaz de dotar a sua instituição museal do  seu próprio fundo documental, assegurar a sua gestão e pô-lo ao serviço  de outros interessados e dos utentes do museu&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;A recolha de fontes e a construção  da História Oral estão entre as tarefas urgentes que o Museu (e a  Escola) podem encetar, de tal modo que se não perca um importante  complemento de outros documentos com que trabalha o museu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Escola e Museu são duas  instituições que em muitos casos têm vivido de costas voltadas. Todos  sabemos hoje que a necessária colaboração entre Museus e Escolas é um  poderoso contributo para a formação de todos e ao longo da vida toda.  Educadores e Museólogos têm de definir os limites das suas  responsabilidades e abrir o vasto campo das actividades que em comum  podem realizar para tornar mais eficaz o trabalho das instituições em  que se inserem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museologia e património local, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Problemática, fontes e métodos da história local e regional&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Região, regionalismo, regionalização&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museologia e pedagogia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Museu local e história local&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Estudos&lt;span&gt; &lt;/span&gt;de&lt;span&gt; &lt;/span&gt;público, valorizando&lt;span&gt; &lt;/span&gt;a&lt;span&gt; &lt;/span&gt;experiência&lt;span&gt; &lt;/span&gt;museal&lt;span&gt; &lt;/span&gt;do&lt;span&gt; &lt;/span&gt;visitante &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Profª Doutora&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Denise&lt;span&gt; &lt;/span&gt;C.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Studart&lt;span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Refletir sobre a experiência museal  do visitante e a inter-relação dos diferentes contextos que afetam esta  experiência. Familiarizar-se com estudos de público em museus e com o  uso de avaliação como um instrumento de planejamento e aprimoramento das  atividades e serviços do museu.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Tendo em vista a natureza  interdisciplinar da Museologia, será adotado uma abordagem  multidisciplinar sobre as questões relativas ao estudo da experiência  museal.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Nesse contexto, comunicação e educação (num sentido amplo, não-formal) estão intimamente interligadas.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Dentro desta perpectiva, torna-se importante que o museólogo conheça as discussões sobre educação informal,&lt;span&gt; &lt;/span&gt;‘que  tipo de aprendizado’ pode ser esperado numa visita ao museu, teorias e  estilos de aprendizado, e a influência destas questões nos aspectos  comunicativos e no planejamento de exposições&lt;span&gt; &lt;/span&gt;e&lt;span&gt; &lt;/span&gt;atividades. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Estratégias em museus com&lt;span&gt; &lt;/span&gt;relação à educação e acesso intelectual.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Pesquisa de Público e&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Estudos de Visitantes.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Os primeiros estudos em museus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Barreiras à visitação.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Atingindo diversos grupos sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Levando em consideração as opiniões e necessidades do visitante.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Avaliação em museus.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Tipos de avaliação.&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Instrumentos de pesquisa&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Séminaire de Muséologie Sociale&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Prof Doutor Pierre Mayrand&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Université du Québec à Montréal)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Presidente MINOM-ICOM&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;1ère PARTIE &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Question adressée au groupe&amp;nbsp;:&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Comment  voyez-vous la muséologie, ses fonctions principales, sa mission  sociale, votre propre rôle, le rôle des associations professionnelles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Question adressée au groupe&amp;nbsp;:&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Pouvez-vous  identifier quelques changements significatifs dans les structures, les  fonctions du musée, dans les attitudes et attentes du public&amp;nbsp;?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Question adressée au groupe&amp;nbsp;:&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Que  savez-vous des positions défendues depuis 1970 par des individus, des  groupes organisés, des nouvelles institutions à la recherche d’un  renouvellement, parfois radical, des rapports entre l’institution  muséale et les populations&amp;nbsp;?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Introduction historique aux facteurs de changement et d’évolution, aux nouvelles formes d’organisation&amp;nbsp;:&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Points de repère.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;2e PARTIE &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Modifications significatives apportées aux fonctions traditionnelles et aux conventions muséales établies.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Éléments de nouvelles théories liées au questionnement de la fonction sociale du musée.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="FR"&gt;Question adressée au groupe&amp;nbsp;:&lt;span&gt; &lt;/span&gt;Comment  ces changements se reflètent-ils dans la vie muséale Portugaise,  l’exposition universelle de Lisbonne peut-elle être considérée comme un  facteur déterminant de l’évolution ou du changement, quelles seraient  vos priorités pour activer le processus, quel impact auraient eu jusqu’à  présent les journées sociales?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-3891849493485625390?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.ulusofona.pt/' title='Mestrado em Museologia. A Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/3891849493485625390/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=3891849493485625390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3891849493485625390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3891849493485625390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/07/centro-de-memorias-museu-do-trabalho_13.html' title='Mestrado em Museologia. A Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8016599247793040437</id><published>2010-07-13T09:21:00.001+01:00</published><updated>2010-07-13T09:22:06.407+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TDwhxAFfYQI/AAAAAAAAJCw/JdGdPeeZRZE/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" rw="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TDwhxAFfYQI/AAAAAAAAJCw/JdGdPeeZRZE/s640/untitled.bmp" width="412" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Joaquín Sorolla&lt;/strong&gt;, El fotógrafo Christian Franzen, 1903. Óleo sobre lienzo, 100x 66 cm&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;___________________________________________________________&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8016599247793040437?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8016599247793040437/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8016599247793040437' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8016599247793040437'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8016599247793040437'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/07/joaquin-sorolla-el-fotografo-christian.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TDwhxAFfYQI/AAAAAAAAJCw/JdGdPeeZRZE/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8828272070016511019</id><published>2010-06-22T01:42:00.068+01:00</published><updated>2010-09-04T21:17:18.207+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Centro de Memórias: trabalho em progresso &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;( O Caso do Museu do Trabalho Michel Giacometti )&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAN6aeSoHI/AAAAAAAAJAo/Djrs85dsJdk/s1600/IMG_10061.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="263" ru="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAN6aeSoHI/AAAAAAAAJAo/Djrs85dsJdk/s400/IMG_10061.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Sessão de trabalho com &lt;b&gt;voluntário&lt;/b&gt;s, a uma terça-feira, no Centro de Memórias, com Edite Barreira. socióloga que colaborou na fase inicial do projecto&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Visionamento de fotografias do &lt;b&gt;Arquivo fotográfico Américo Ribeiro&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os trabalhos da Memória Social, centrados no método biográfico&amp;nbsp;e os caminhos do Património&amp;nbsp;imaterial, são&amp;nbsp;a trama que escolhemos para substantivar a ideia de museu.&amp;nbsp;As&amp;nbsp;dimensões sociais da memória,&amp;nbsp;sua construção e representação, são a&amp;nbsp;espessura do tecido expositivo.&amp;nbsp;A especificidade do fazer museológico na contemporaneidade&amp;nbsp;assemelha-se a&amp;nbsp;uma renda fina, a&amp;nbsp;um entrelaçar meticuloso&amp;nbsp;de&amp;nbsp; fios que escorrem do tempo, a&amp;nbsp;uma admirável renda de muitas agulhas, trabalhosa e complexa, feita de &lt;i&gt;abertos&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;fechados&lt;/i&gt; (de memórias e esquecimentos). As repetições e as&amp;nbsp;simetrias são a cadência que a perpetua,&amp;nbsp;a gramática ritmíca&amp;nbsp;que lhe dá corpo.&amp;nbsp;Um corpo fluído, uma&amp;nbsp;peça única, circunstancial.&amp;nbsp;É&amp;nbsp;sempre possível, com os mesmos fios, criar novos padrões, novas composições. Feita com preceito, feita como deve ser, esta renda de memórias e esquecimentos é&amp;nbsp;sempre uma admirável criação,&amp;nbsp;&amp;nbsp;uma teia de espantos que&amp;nbsp;expande o imaginário, gera&amp;nbsp;valor&amp;nbsp;e&amp;nbsp;alimenta a inesgotável reserva de saberes, valores e crenças da comunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abandonamos aqui a metáfora em que nos fomos enleando para, de forma&amp;nbsp;pragmática,&amp;nbsp;falar dos&amp;nbsp;exemplos práticos.&amp;nbsp;O &lt;b&gt;Centro de Memórias do Museu do trabalho Michel Giacometti&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;imbuído da forte convicção de que tudo nasce do&amp;nbsp;&lt;i&gt;trabalho de terreno&lt;/i&gt;,&amp;nbsp;desenvolveu&amp;nbsp;ao longo de duas décadas,&amp;nbsp;formas de registo e transmissão de memórias, especialmente memórias ligadas ao trabalho e às cadeias operatórias de fabrico em meio industrial e oficinal, mas este projecto&amp;nbsp;só começou a "ganhar corpo" há cerca de&amp;nbsp;quatro anos, no momento em que começámos a&amp;nbsp;estar apetrechados com as&amp;nbsp;ferramentas práticas e teóricas para o efectivar.&amp;nbsp;Quando pudemos sistematizar conceitos, nomear as distintas fases, identificar os processos&amp;nbsp;e reunir os meios necessários para&amp;nbsp;rotinar e articular entre si. &lt;i&gt;projectos - âncora&lt;/i&gt; que foram emergindo das dinâmicas criadas entre o museu, as comunidades locais, as Universidades, Institutos e Centros de Estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passemos então à descrição de alguns&amp;nbsp;desses &lt;i&gt;projectos- âncora&lt;/i&gt;&amp;nbsp;e das metodologias&amp;nbsp;que ensaiámos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;b&gt;Varinos, nós ?"&lt;/b&gt; , foi o primeiro desses ensaios, realizado em parceria com o departamento de Antropologia da Universidade Nova de Lisboa.&amp;nbsp;Neste caso&amp;nbsp;reinventou-se uma ferramenta clássica da Antropologia, o parentesco,&amp;nbsp;enquanto rede nuclear&amp;nbsp;de transmissão de memórias&amp;nbsp;&amp;nbsp;no seio de cinco&amp;nbsp;famílias de&amp;nbsp;origem murtoseira,&amp;nbsp;que&amp;nbsp;engrossaram o&amp;nbsp;lastro&amp;nbsp;migratório de Setúbal nos primórdios da industria conserveira.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Este aturado trabalho de campo resultou numa exposição com o mesmo nome&amp;nbsp;e na&amp;nbsp;edição dos documentos visuais que lhe serviram de suporte, meio privilegiado de interlocução, com os diversos&amp;nbsp;públicos e os membros das famílias que integraram&amp;nbsp;a rede de informantes.&amp;nbsp;Os objectos expostos, escolhidos criteriosamente, resultaram de uma negociação e representam o que dentro de cada família simboliza o legado murtoseiro dos varinos que, no final do séc XIX, vieram para Setúbal, em demanda de trabalho. São&amp;nbsp;ícones de uma cultura, objectos "falantes",&amp;nbsp;que se constituem &amp;nbsp;patrimónios pela acção das pessoas&amp;nbsp;da comunidade&amp;nbsp;e dos processos museológicos e/ ou expositivos que lhe conferem discurso, numa dinâmica relacional de redescoberta de sentidos. Este trabalho revela-se primordial para a compreensão da missão do museu e das ferramentas com que este opera. As pessoas da comunidade são implicadas nos processos de identificação e patrimonialização dos bens materiais e materiais que compõem o caldo cultural.&amp;nbsp; Mais do que "recurso",tornam-se "agentes" da acção museológica. O museu ganha novas dimensões de comunicação/ acção, expande-se. O colector é assim, colectivo e a decisão de patrimonializar é partilhada, discutida desde a sua génese. Os objectos, quando voltam para casa das pessoas, para as famílias, já não são os mesmos. Voltam, porque&amp;nbsp;o&amp;nbsp;objectivo do museu não é acumular objectos "mudos" em reserva,&amp;nbsp;mas antes&amp;nbsp;conferir-lhes uma nova vida, novos usos culturais&amp;nbsp;&amp;nbsp;no seio da própria comunidade, criando redes e cumplicidades em torno da ideia de património e do valor estruturante&amp;nbsp;da memória. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAR97Gk7YI/AAAAAAAAJBA/uZCcQobnbIk/s1600/Tarde+interc+Varinos.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ru="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAR97Gk7YI/AAAAAAAAJBA/uZCcQobnbIk/s400/Tarde+interc+Varinos.JPG" width="267" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Rosa Almeida&lt;/b&gt;,&amp;nbsp;anciã de uma das famílias de "&amp;nbsp;&lt;b&gt;varinos&lt;/b&gt; ", na visita à exposição, onde ela própria nos mostra&amp;nbsp;a fotografia da mãe que&amp;nbsp;segura cerimoniosamente na ponta dos dedos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;Varinos, nós ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como musealizar um sentimento ...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;i&gt;“O objecto só tem existência no gesto que o torna tecnicamente eficaz&lt;/i&gt;”&lt;br /&gt;( A . Leroi – Gourhan)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas então que objectos&amp;nbsp;eram esses&amp;nbsp;"oferecidos" em&amp;nbsp;exposição ? Que gestos ou, mais precisamente, que gestualidades, os tornam significativos?&amp;nbsp;&amp;nbsp;Para que&amp;nbsp;narrativas nos&amp;nbsp;remetem ? Que subtilezas lhes conferem emoção? Como musealizar um sentimento... eis a questão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O desafio era gerar conhecimento e suscitar inquietação relativamente a uma categoria identitária – " &lt;b&gt;varinos&lt;/b&gt;", marca indelével&amp;nbsp;na paisagem humana de&amp;nbsp;Setúbal, aparentemente cristalizada num beco histórico. Ora, tendo como lastro o aturado trabalho de campo realizado por Marta Ferreira e Ricardo Lousa, finalistas de Antropologia da Universidade Nova de Lisboa, em estágio académico no Museu do Trabalho Michel Giacometti, procurámos transpor para uma linguagem museográfica, um dos aspectos mais interessante&amp;nbsp;deste estudo: “ um sentimento varino “, algo difuso, de difícil definição, desgastado pelo tempo, de que nos falam algumas pessoas, de várias gerações, ligados a famílias de origem murtoseira que migraram para Setúbal desde meados do século XIX, em demanda de trabalho nas pescas e nas conservas de peixe.&lt;br /&gt;Esta categoria identitária, tantas vezes&amp;nbsp;patenteada&amp;nbsp;num pitoresco “ bilhete-postal” carece de redefinição. Carece de perguntas para as quais raramente encontramos respostas nas palavras ditas. Hoje, quando perguntamos aos nossos informantes, o que é e como se distingue um varino, reportam-se a coordenadas de espaço/tempo – alguém que habita algures entre as Fontainhas e o Bairro Santos, que tem ascendentes na Murtosa, que vivia de certa maneira, segundo certos princípios... hoje, muito difíceis de identificar, quase impossíveis de materializar expograficamente.&lt;br /&gt;A questão está em que os tempos mudaram e a ideia idealizada do pescador “bilhete postal” de camisa de xadrez e de&amp;nbsp;boné, também se alterou. Sem estes sinais exteriores, urge questionar que auto-representação têm os mais jovens desta suposta identidade varina, que imagem têm os setubalenses, em geral, do tão aclamado pescador de Setúbal de origem murtoseira.&lt;br /&gt;Pergunta-se mesmo à laia de provocação – constituiria motivo de interesse etnográfico, pretexto fotográfico, bandeira turística ou tema patrimonial, um jovem pescador que de manhã navega no rio e à tarde na internet? Alguém aparentemente indistinto, que usa calças “ &lt;i&gt;Lois&lt;/i&gt;”, polos “ &lt;i&gt;Lacoste&lt;/i&gt; “ e óculos “ &lt;i&gt;Ray Ban&lt;/i&gt; ” cabe no nosso imaginário de pescador? Em que cartografia da memória se inscreve este homem? Em que paisagem humana o fantasiamos? Que futuro lhe vaticinamos? E ele, como se sentirá neste tempo ambíguo?&lt;br /&gt;Esta personagem, paradigma de muitas outras, não é uma ficção, tem uma existência real na comunidade marítima local, sintetizada na história de vida do elo mais jovem de uma das cinco famílias de varinos por nós estudadas. &lt;br /&gt;Por imposição dos tempos, por mimetismo social, em resposta a novas necessidades e funcionalidades da vida moderna, este pescador de novo tipo, cortou as amarras com os estereótipos, perdeu definitivamente os sinais exteriores de exotismo, ditados pelo vestir, pelo falar e pelo estar. Habita&amp;nbsp;um outro espaço na cidade e no imaginário, portanto é dentro de si próprio que temos que ir descobrir o tal “ sentimento varino “que vem à baila, quando nos fala da infância no bairro, dos magotes de rapazes que percorriam a pé a cidade, dos tempos passados com o pai na pesca, da ritualização dos costumes, do bater das cartas nas tabernas. É alguém que se sente filho do mundo contemporâneo, membro da comunidade global, mas ciente e seguro de uma origem determinada que o engrandece e âncora a um passado marcante. Falou-nos do alto dos seus trinta e cinco anos de idade, da enorme vontade de deixar tudo (actualmente é mestre de rebocadores), e seguir as pegadas do pai, investir na velha embarcação da família, uma barca chamada “ Alice dos Santos “ (nome da avó), vezeira nas Festas da Tróia e zarpar, mar dentro, a capturar chocos, lulas, linguados, etc., seguindo a tradição da família, sem abdicar da companhia do moderno &lt;i&gt;PC&lt;/i&gt; portátil que o atira para as velozes ondas do mundo, quando as águas do rio estão mais paradas e o peixe teima em não aparecer.&lt;br /&gt;Assim, voltando à inquietação:&amp;nbsp;&lt;i&gt;como musealizar um sentimento ...&lt;/i&gt;, neste caso “um sentimento varino “, optámos por pedir a cada família que escolhesse um objecto significativo da herança varina, com o intuito de apresentar cinco objectos com “ estória “. Surgiu um problema – homens e mulheres não convergem nessa escolha. Então mudámos as regras e combinámos expor dois objectos por cada família, um escolhido pelos homens e outro pelas mulheres. Também cada família retirou do álbum as fotografias mais significativas para expormos no museu. Tudo&amp;nbsp;foi legendado com a participação dos nossos interlocutores e na sua forma de contar. Mas alguns, sobretudo os mais velhos, não sabem ler... assim filmámos, para acesso visual, o que nos disseram sobre os respectivos objectos, as significações e gestualidades associadas. Então, foi muito interessante descobrir o que, nem sempre, as palavras explicam. A exemplificação gestual do uso de um simples xaile preto de merino, com franjas de seda, guardado há cerca de noventa anos, no seio de uma das mais antigas famílias, mostra-nos que este assume distintas formas de se fazer ao corpo, consoante a ocasião e a disposição. Uma linguagem simbólica subtil, provavelmente um traço da identidade varina (a confirmar em estudos comparados), reconhecido entre as mulheres da comunidade, passado de geração em geração, num vendo/fazendo quase mudo, que se vai entranhando. Uma memória singular, sedimentada nos gestos : - “&lt;i&gt;o xaile para o dia-a-dia&lt;/i&gt;”, caído pelo corpo sem artifícios ; “&lt;i&gt;o xaile para festa&lt;/i&gt;”, alegre, descaído sobre os ombros; “&lt;i&gt;o xaile para a missa&lt;/i&gt;” e o “&lt;i&gt;xaile para sentimento&lt;/i&gt; “ que, em sinal de respeito ou de luto, tapa a cabeça e aconchega a dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os objectos nesta exposição&amp;nbsp;foram apresentados&amp;nbsp;como fragmentos de um "relicário"de família, mote para desfiar estórias, contornos de um “&lt;i&gt;sentimento varino&lt;/i&gt; “ que se vai transformando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ensaio, outro caso que aqui trouxemos como exemplo de um projecto nesta área, é o da exposição "&lt;b&gt;13&lt;/b&gt;" , que constituiu o acto&amp;nbsp;público de apresentação e discussão dos objectivos e metodologias do Centro de Memórias, neste caso tendo por base fotografias do Arquivo Municipal Américo Ribeiro que, tal como o museu do Trabalho Michel Giacometti,&amp;nbsp;integra a Divisão de Museus da Câmara Municipal de Setúbal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAPXCV4nbI/AAAAAAAAJA4/tNiz1nnD7js/s1600/expo_13_anuncioweb.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" ru="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAPXCV4nbI/AAAAAAAAJA4/tNiz1nnD7js/s640/expo_13_anuncioweb.jpg" width="330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;"13 Fotografias, 13 Estórias, 13 Filmes"&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"&lt;i&gt;Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar&lt;/i&gt;." &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fotografias foram o rastilho que incendiou a memória. Poderiam ter sido cem ou meia dúzia, mas como tudo tem um princípio, decidimos apostar no 13, esconjurar a crença no infortúnio, provocar o estremecimento, registar o encontro entre o instante aprisionado na imagem e as imagens instáveis, conflituantes, que a memória vai construindo e reconstruindo dentro&amp;nbsp;de um certo&amp;nbsp;tempo, referenciado a um certo espaço; ouvir falar de desencontros (que são pontos negros na História), descerrar o sofrimento, criar cumplicidades, reconhecer o trabalho e as lutas que traçam a diferença, sorrir às hesitações, aos lapsos e “esquecimentos” que a memória tece; jogar na metáfora do número a ambiguidade de sentidos que atravessam a imagem (também as alegrias e as suas celebrações), captar na singularidade de cada ponto.de.vista, o estranho ímpar que é todo o ser humano. Este projecto, catalisa o espanto, individual e colectivo, que assenta na descoberta de uma cidade nunca vista, sobre certos pontos.de.vista. Trata-se de criar com os parceiros e voluntários, uma nova e sofisticada cartografia do património, subjectiva, plural e diversa, reconstituída a partir das pessoas e dos seus mundos. O que aqui se apresenta é uma infinitésima parte do que temos recolhido, mas fica o exemplo, a síntese, o mote para a criação de um centro de memórias que registe metodicamente o que está para além das evidências. O que nos torna ímpares, estranhamente diferentes, entre iguais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este projecto está em progresso. A exposição tornou-se itinerante, circulando por espaços formais e informais de exposição, como bares, escolas, espaços municipais, colectividades, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os materiais resultantes da recolha em curso,&amp;nbsp;vão engrossando&amp;nbsp;a base de dados sobre património imaterial e Memória Social e constituem um forte incentivo para estudos nesta área. As parcerias e protocolos que temos vindo a realizar com universidades publicas e privadas, como a Faculdade de Belas Artes de Lisboa e o IADE-Instituto de Artes Visuais, &lt;i&gt;Design&lt;/i&gt; e&amp;nbsp;&lt;i&gt;Marketing&lt;/i&gt;,&amp;nbsp;permitem articular, teoria e prática, criando redes intergeracionais&amp;nbsp;muito activas de prospecção&amp;nbsp;e inventariação do património. Juntam-se à mesma mesa, pessoas com diferentes competências, diferentes vivências, diferentes perspectivas sobre os "usos" sociais destes bens da comunidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Acervo documental acessível&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este projecto de recolha e registo de memórias orais teve como ponto de partida as fotografias de Américo Ribeiro, arquivo municipal que faz parte do património cultural e artístico de Setúbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conseguirmos chegar a esta síntese, apresentada sob a forma de exposição e filme, foi necessário um longo e intenso trabalho de retaguarda, que teve início em Outubro de 2007 e que continua a decorrer. Até ao momento, foram trabalhadas 398 imagens, das quais 94 versam o Vitória Futebol Clube; 196, a cidade e as pessoas; 27, as fábricas de conservas e 81, a Batalha das Flores, entre outras festas e ritos. Neste percurso, recolheram-se histórias de vida, memórias, criaram-se afectos e gerou-se conhecimento. Constituíram-se redes interpessoais envolvendo os museus e os diferentes grupos na comunidade, contribuindo para atenuar as barreiras sociais e intelectuais que ainda hoje inibem algumas pessoas de entrar nos museus e aceder a bens culturais e patrimoniais, que são pertença de todos. Com este trabalho buscamos a aproximação entre a comunidade, os museus, os patrimónios e aproveitamos a irrepetível oportunidade de recorrer a informantes que foram contemporâneos de acontecimentos fotografados por Américo Ribeiro, tornando-os narradores da sua própria história. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A valorização dos saberes e experiências de vida dos membros da comunidade, sistematizados em forma de documentos acessíveis aos públicos e investigadores, permite-nos acrescentar aos espaços museológicos uma outra dimensão de pesquisa, baseada na escuta e no compromisso com os cidadãos, humanizando o leque de serviços dos museus e os conteúdos do património imaterial.&lt;br /&gt;Este tipo de trabalho agencia (traz para a ribalta), os mais velhos, facto que constitui uma enorme mais-valia para toda a comunidade e para eles próprios. Estas pessoas, na sua&amp;nbsp;maioria reformadas, podem dar um tempo precioso à pesquisa.&amp;nbsp;A questão está em identificar interesses e necessidades,&amp;nbsp;discutir&amp;nbsp;os objectivos e&amp;nbsp;as respectivas metodologias de trabalho. É um trabalho que comporta uma rotina, no caso concreto&amp;nbsp;sessões semanais, à terça-feira de manhã.&amp;nbsp;&amp;nbsp;Os voluntários acompanhados por técnicos do Arquivo fotográfico Américo Ribeiro&amp;nbsp;e do museu,&amp;nbsp;vão visualizando e comentando&amp;nbsp;fotografias antigas, previamente seleccionadas, a partir de temáticas que têm a ver com a cidade, as alterações na&amp;nbsp;paisagem urbana, os ofícios, as&amp;nbsp;festas, as casas, as ruas, entre outras,&amp;nbsp;que permitam reconstituir modos de vida, sistemas de valores&amp;nbsp;e representações que configuram episódios e acontecimentos que marcaram a vida das pessoas e da cidade. Este precioso (meticuloso) trabalho tem-nos permitido constituir uma extensa base de dados, com centenas de entradas, legendas alargadas das fotos&amp;nbsp;que são também uma expressiva galeria de&amp;nbsp;narrativas visuais situadas. Lugares mentais que ficam registados (fichados)&amp;nbsp;em módulo de escrita e imagem, para memória futura, com o regozijo dos seus coautores.&amp;nbsp;A vontade de rigor&amp;nbsp;e o prazer&amp;nbsp;em corresponder é tal que estes pesquisadores da comunidade, organizam-se em&amp;nbsp;pequenos encontros de esplanada de café, ou em colectividades,&amp;nbsp;para&amp;nbsp;tirar dúvidas e&amp;nbsp;rever matéria, nem que para tal tenham que passar horas a fio&amp;nbsp;na Biblioteca Municipal e/ou nos Arquivos, a confirmar datas e a confrontar conclusões. è também um trabalho terapêutico, é como voltar a estudar, é estar vivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCM1FMkiQkI/AAAAAAAAJBw/by89HsE4dIY/s1600/IMG_09901.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="263" ru="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCM1FMkiQkI/AAAAAAAAJBw/by89HsE4dIY/s400/IMG_09901.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Tratamento das fotografias realizado&amp;nbsp;por Bruno Ferro, técnico de fotografia&amp;nbsp;e&amp;nbsp;por&amp;nbsp;Maria José Madureira, voluntária no &lt;b&gt;Arquivo Américo Ribeiro&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma outra área que reportamos de primordial importância tem a ver com as &lt;b&gt;memórias da resistência,&lt;/b&gt; caminhos e des.caminhos que muitas famílias locais foram obrigados a traçar para enfrentar a ditadura. Trata-se de um trabalho sensível, de intenso recorte político, que carece de exaustiva pesquisa e respeitosa escuta. Parte destas memórias, já afloradas na exposição "13", antes citada, estão a ser recolhidas e sistematizadas para memória futura. São uma espécie de exorcismo sobre uma parte da nossa História que teima em manter-se recolhida num ilusório apaziguamento. São memórias difíceis, mas também heróicas que merecem ser contadas e re.contadas, sobre vários pontos de vista. Os relatos recolhidos são sínteses individualizadas da História deste país,&amp;nbsp;amargamente vividas por&amp;nbsp;famílias da comunidade, que desaguam no&amp;nbsp;mar&amp;nbsp;imenso da luta dos povos&amp;nbsp;pela liberdade e pelos direitos humanos que não podem, não devem,&amp;nbsp;ficar suspensos numa espécie de limbo de silêncio, cativos do medo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAT2X4sXnI/AAAAAAAAJBQ/weYXFvx9Nl8/s1600/Cartografias_Tarde_Interc_Museu.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ru="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAT2X4sXnI/AAAAAAAAJBQ/weYXFvx9Nl8/s400/Cartografias_Tarde_Interc_Museu.JPG" width="282" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Cartografias da Memória, deu nome a uma Tarde Intercultural, realizada em Novembro de 2009, no Museu do Trabalho, em Setúbal, com o objectivo de discutir alguns projectos - âncora, em Portugal, Espanha e Brasil, que se ocupam do Património Imaterial e da Memória Social, como eixo estruturante de acção museológica. Esta designação remete para a necessidade imperiosa de mapear os lugares, as&amp;nbsp;instituições e as imagens&amp;nbsp;que ancoram as memórias e lhes conferem lastro. Também serviu para discutir metodologias de recolha, tratamento e divulgação de estórias de vida que constituem exemplos vivos de resistência. Este evento, em que participaram museólogos e técnicos de Património, portugueses e estrangeiros, foi realizado em parceria com a Associação Abril e contou com a presença de " &lt;b&gt;Memória Média&lt;/b&gt; ", uma exemplar plataforma virtual de projectos e estudos sobre oralidade, cultura, memória e identidades, disponível em &lt;a href="http://www.memoriamedia.net/"&gt;http://www.memoriamedia.net/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Este projecto é avalizado&amp;nbsp;pelo IELT, &lt;b&gt;Instituto de Línguas e Literaturas Tradicionais&lt;/b&gt;, da Universidade Nova de Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Nª Srª do Rosário de Troia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma&amp;nbsp;festa de devoção&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCM_HBcwBiI/AAAAAAAAJB4/xNlwG9nqpic/s1600/DSC04797.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ru="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCM_HBcwBiI/AAAAAAAAJB4/xNlwG9nqpic/s400/DSC04797.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Para memória futura.&amp;nbsp;Festa de Nª Srª do Rosário de Troia, círio marítimo, Agosto de 2007&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCNAvLUjvBI/AAAAAAAAJCA/pngjW76oopw/s1600/DSC04814.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ru="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCNAvLUjvBI/AAAAAAAAJCA/pngjW76oopw/s320/DSC04814.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;A imagem de &lt;b&gt;Nª Sª do Rosário de Troia&lt;/b&gt; a ser colocado no barco que a transportará à outra margem, em Agosto de 2007, ano em o Museu recebeu recebeu o equipamento de registo de imagem e som&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro projecto que estamos a desenvolver há cerca de&amp;nbsp;seis anos é o estudo sobre a Festa de Nª Srª do Rosário de Tróia, um dos únicos círios marítimos em Portugal. Esta festa de Verão, em pleno Agosto,&amp;nbsp;marca o&amp;nbsp;ciclo anual das pescas.&amp;nbsp;&amp;nbsp;A Festa de Tróia, constitui a&amp;nbsp;celebração&amp;nbsp;de referência&amp;nbsp;da comunidade varina&amp;nbsp;de Setúbal, ligada umbilicalmente ao Museu e ao bairro que o circunda.&amp;nbsp;&amp;nbsp;O edifício, sede do museu, ele próprio uma antiga fábrica de conservas de peixe, simboliza o que fisicamente resta&amp;nbsp;desta industria. As memórias e testemunhos&amp;nbsp;recolhidos ao longo destes anos, remetem para o sistema de representações, ritos e crenças que formam a matriz identitária da comunidade e a base do trabalho museológico, o seu " &lt;b&gt;Caderno de campo virtual ". &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao longo destes anos de trabalho de campo, fomos progredindo nos meios de&amp;nbsp;registo&amp;nbsp;e no âmbito da própria investigação. No primeiro ano, partimos para o terreno como observadores, livres de qualquer forma de registo, o objectivo era apenas estar com as pessoas, participar nas tarefas mais elementares da festa, acompanhando para tal a comissão organizadora e seguindo os passos. Foi um ano de entrosamento e escuta silenciosa (cerimoniosa). Nos anos subsequentes, de 2006 a 2009, após várias sessões de trabalho e encontros realizados no museu, entre famílias de maritimos, de Setúbal e Murtosa, começámos a recolher histórias de vida e filmámos, em diferentes fases, cerca de 17 horas de sequências e episódios que têm a ver com os processos de implantação da festa, as sucessivas adaptações, as reacções e negociações com os promotores&amp;nbsp;do complexo turístico &lt;i&gt;Troia Resort.&lt;/i&gt; Para além de corresponder à imperiosa necessidade&amp;nbsp;documentar e discutir estes processos, procuramos incluir os actores na acção, implicando a comunidade na realização de exposições, na recolha de informação e nos projectos de cooperação entre famílias que estavam separadas, em alguns dos casos há quase um século. Existem muitos tios, avós , primos, cunhados, entre outros, que tinham perdido o rasto. Este caminho&amp;nbsp;de reencontro é muito forte. A festa está rejuvenescida, no Verão, em Agosto, é na festa que se encontram muitas das famílias que têm parentes nos Estados Unidos, nomeadamente em New Bedford. A relação espaço tempo, os usos sociais desta celebração a sua continuidade e/ou adaptação aos novos modelos é um dos desafios deste estudo. Com os materiais de filmagem captados, foram realizados dois filmes (dois documentos visuais) de referência deste trabalho, que passam várias vezes no museu, em contextos pré-definidos e também em reuniões familiares, na medida em que a comissão de festas tem cópias que usa nestas circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este trabalho, está em progresso, longe de estar finalizado, embora tenha sido pontuado, ao longo destes anos com vários momentos de exibição e reflexão, sempre com a participação de membros da comunidade, estudantes, fotógrafos (nomeadamente Sérgio Jacques), jornalistas, investigadores sobre a temática das festas de marítimos ao longo da Costa portuguesa e dos círios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A festa de Nª Srª do Rosário de Tróia é um dos projectos-ancora do Centro de Memórias e um extraordinário reservatório de estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Vitoria Futebol Clube 100 anos _ o primeiro da República&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCCBlkqY0GI/AAAAAAAAJBg/9B2DLiE58kg/s1600/IMG1066.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" ru="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCCBlkqY0GI/AAAAAAAAJBg/9B2DLiE58kg/s400/IMG1066.JPG" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Maria Miguel Cardoso&lt;/b&gt;, antropóloga da&amp;nbsp;equipa do&amp;nbsp;Museu do Trabalho Michel Giacometti, pivot neste projecto do Centro de Memórias, na sede do &lt;b&gt;Vitória Futebol Clube&lt;/b&gt;, confrontando&lt;i&gt; in loco&lt;/i&gt;&amp;nbsp;elementos observados com os testemunhos dos voluntários &lt;b&gt;Rogério Carvalho&lt;/b&gt; (à direita na imagem) e &lt;b&gt;Raúl Gamito&lt;/b&gt;, antigos dirigentes do Clube centenário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Actualmente o Centro de Memórias está a trabalhar no projecto de investigação sobre o Vitória Futebol Clube, instituição icónica na cidade que comemora este ano um século. Um clube que nasceu em 1910, a 20 de&amp;nbsp;Novembro, no esteio republicano. Neste caso concreto,&amp;nbsp; voltámos a trabalhar o riquíssimo manancial de fotografias do Arquivo Municipal Américo Ribeiro,&amp;nbsp;em cooperação com o&amp;nbsp;grupo de voluntários, eles próprios antigos dirigentes do VFC. &lt;br /&gt;"&lt;b&gt;100 anos, 100 fotos&lt;/b&gt;", foi o lema para este trabalho que começou há cerca de meio ano, num desafio contínuo e persistente de olhares sobre os diversos ângulos das imagens e os&amp;nbsp;lances&amp;nbsp;que a memória registou muito para além do tempo fotográfico&amp;nbsp;e do limite&amp;nbsp;visual aparente&amp;nbsp;das quatro linhas da fotografia. O reportório de estórias meticulosamente registadas, sob orientação da antropóloga Maria Miguel Cardoso,&amp;nbsp; constitui a matéria prima, da exposição " &lt;b&gt;Vitória de Setúbal 100 - O Primeiro&amp;nbsp;da República&lt;/b&gt;", patente na feira de Sant`Iago em&amp;nbsp;Setúbal, em pleno verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A equipa: redes, cumplicidades e articulações&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCNK_wzA3wI/AAAAAAAAJCI/Z87oePUv_bk/s1600/maos.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="267" ru="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCNK_wzA3wI/AAAAAAAAJCI/Z87oePUv_bk/s400/maos.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A equipa do Centro de Memórias do Museu do Trabalho Michel Giacometti, articula-se transversalmente com outras áreas do museu, nomeadamente com o Centro de Documentação, que trata e disponibiliza os documentos visuais; a área&amp;nbsp;de exposições e publicações e&amp;nbsp;o serviço educativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deste trabalho no terreno têm resultado parcerias informais com associações&amp;nbsp;locais, centro social, paróquia, assim como protocolos com universidades, institutos e outros museus, em Portugal e no estrangeiro, sendo disto exemplo o protocolo que acabámos de firmar com o Museu de Sibiu na Roménia, igualmente interessado no estudo das memórias e das identidades, trabalho referenciado, de recorte antropológico, em alguns aspectos convergente com o&amp;nbsp;do Museu do Trabalho Michel Giacometti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A dimensão Social e política da Memória e do Património&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mudança de paradigma relativamente à noção de&amp;nbsp;memória e aos usos&amp;nbsp;sociais&amp;nbsp;do património, dá-se nem tanto por&amp;nbsp;via da distinção, em nosso entender meramente operatória,&amp;nbsp;entre património material e imaterial, mas sobretudo através da consciência crescente&amp;nbsp;de que&amp;nbsp;cabe à sociedade&amp;nbsp;tomar como referência patrimonial&amp;nbsp;as pessoas&amp;nbsp;e suas vinculações&amp;nbsp;à memória e identidade. As decisões sobre&lt;br /&gt;Ulpiano Toledo Bezerra de Meneses, uma das vozes mais respeitadas&amp;nbsp;no campo da historia social e património cultural, convidado para a conferência de abertura do VI Seminário Nacional do Centro de Memória da Unicamp, em 2009, Campinas (Universidade Estadual), afirmou que o campo dos valores culturais não pode ser tratado como um mapa com fronteiras demarcadas, rotas seguras e pontos de chegada precisos, lembrou que&amp;nbsp;“&lt;i&gt;&lt;b&gt;Estamos perante uma arena de confronto, um campo eminentemente político, no sentido da gestão compartilhada, onde há o debate, o consenso, o dissenso e o conflito&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;." &lt;br /&gt;referido em &lt;a href="http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2009/10/15/ulpiano-meneses-atenta-para-mudanca-do-papel-do-estado-na-preservacao-do-patri"&gt;http://www.unicamp.br/unicamp/divulgacao/2009/10/15/ulpiano-meneses-atenta-para-mudanca-do-papel-do-estado-na-preservacao-do-patri&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, não existem patrimónios inócuos nem "estórias" de um só sentido, todo este campo da memória social e do Património Imaterial é fluído e assumidamente&amp;nbsp;polissémico, &amp;nbsp;na maior parte das&amp;nbsp;vezes conflituante, daí que só faça sentido trabalhar a noção de património em rede e a várias vozes,&amp;nbsp;na lógica de uma construção permanente,&amp;nbsp;onde o contraditório ressalte, pois é&amp;nbsp;aí que reside a&amp;nbsp;vitalidade do sistema e o seu fulcro criador. &lt;br /&gt;Quantas "cidades"&amp;nbsp;há&amp;nbsp;na&amp;nbsp;cidade ? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAZM8J9qBI/AAAAAAAAJBY/bJlJPTpE66w/s1600/Tarde+Cidades+na+Cidade.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" ru="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAZM8J9qBI/AAAAAAAAJBY/bJlJPTpE66w/s400/Tarde+Cidades+na+Cidade.JPG" width="283" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: white; font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;Resumo&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: #b6d7a8;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;O &lt;b&gt;Centro de Memórias&lt;/b&gt;, formalmente&amp;nbsp;apresentado no início de 2009,&amp;nbsp;aquando a&amp;nbsp;exposição "13 fotos, 13 estórias, 13 filmes",&amp;nbsp;é hoje&amp;nbsp;uma &lt;i&gt;área-chave&lt;/i&gt; do&amp;nbsp;Museu do Trabalho Michel Giacometti.&amp;nbsp;Os projectos fortemente&amp;nbsp;alicerçados no trabalho de terreno, são a base deste Centro de Memórias e as parcerias que dele emergem, a rede que o sustém. Neste artigo abordam-se projectos iniciados há&amp;nbsp;quatro anos, como é o caso de "&lt;b&gt;Varinos, nós&lt;/b&gt;?", uma inquietante deriva sobre a construção de categorias identitárias,&amp;nbsp;com recurso ao&amp;nbsp;parentesco e ás genealogias familiares. Outro projecto designado&amp;nbsp;"&lt;b&gt;Cartografias da memória&lt;/b&gt;" remete para lugares e imagens que são âncora de memórias da resistência. A "&lt;b&gt;Festa de Nª srª do Rosário de Tróia&lt;/b&gt;", o círio marítimo,&amp;nbsp;que o museu acompanha há cinco anos nas suas múltiplas transformações e adaptações, constitui outra das&amp;nbsp;áreas de estudo e observação, amplamente registadas no "&lt;b&gt;Caderno de campo virtual&lt;/b&gt;" que temos vindo a criar e a partilhar através do "Memória Média", em cooperação com o IELT, Instituto de línguas e Literaturas Tradicionais, da Universidade Nova de Lisboa.&amp;nbsp;Finalmente, refere-se o projecto "&lt;b&gt;100 anos,&amp;nbsp;100 fotografias&lt;/b&gt;", revisitação &amp;nbsp;dos 100 anos do clube mais emblemático de Setúbal: o &lt;b&gt;Vitória Futebol Clube.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Em suma&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;&lt;b&gt;O Centro de Memórias&lt;/b&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;visa&amp;nbsp;ampliar&amp;nbsp;o campo&amp;nbsp;audiovisual do espaço e da memória&amp;nbsp;e a&amp;nbsp;produção social da subjectividade, criando um&amp;nbsp;acervo documental&amp;nbsp;acessível,&amp;nbsp;ancorado em&amp;nbsp;dinâmicas activas de inventário.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="background-color: white;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Palavras-Chave&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Memórias, Identidades, narrativas,&amp;nbsp;diásporas, territórios,&amp;nbsp;lugares, cartografias, inventário, participação&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;b&gt;Bibliografia, artigos de referência e plataformas &lt;i&gt;online&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify" class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;Memória e cultura material: documentos pessoais no espaço público, Ulpiano Toledo Bezerra de Menezes, Revista Estudos Históricos, Vol. 11, No 21 (1998), (p. 89-103), consulta online em:&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&lt;a href="http://virtualbib.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2067/1206CONNERTON"&gt;http://virtualbib.fgv.br/ojs/index.php/reh/article/view/2067/1206CONNERTON&lt;/a&gt;, &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;CONNERTON, Paul. Como as sociedades recordam. Oeiras, Celta Editora, 1993.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;LE GOFF, Jacques. História e Memória. Campinas, Editora Unicamp, 2006.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;MENESES, Ulpiano T. Bezerra de. Do teatro da memória ao laboratório da História: a exposição museológica e o conhecimento histórico. Anais do Museu Paulista. Nova Série, São Paulo, v. 2, jan./dez. 1994.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MAYRAND, Pierre, Parole de Jonas: essais de terminologie de la Muséologie Sociale. Cadernos de Sociomuseologia, ULHT- Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, nº31. Lisboa, 2009&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;NORA, Pierre. Entre memória e história. A problemática dos lugares. Projeto História, São Paulo, n. 10, dez. 1993.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PAIS, José Machado, Sociologia da vida Quotidiana. Teorias, Métodos e Estudos de Caso. Imprensa de Ciências Sociais, Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, 2002&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://www.memoriamedia.net/"&gt;http://www.&lt;b&gt;memoriamedia&lt;/b&gt;.net/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="background-color: #38761d;"&gt;&lt;b&gt;____________________________________________________________________________&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;Equipamentos&amp;nbsp;usados na&amp;nbsp;captação e tratamento de imagem:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;b&gt;1 Máquina de Filmar Sony DCR-VX 2100 Semi-professional&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;b&gt;1 Máquina Fotográfica Pentax K10D&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;b&gt;2 IMAC 1TB / MacOSX 10.5.8.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #783f04;"&gt;Este projecto, tutelado pela Câmara Municipal de Setúbal, &amp;nbsp;foi apoiado pela Rede Portuguesa de Museus na aquisição de equipamento de filmagem e de fotografia e pela empresa "&lt;i&gt; Engel &amp;amp;Võlkers &lt;/i&gt;" que ofereceu o equipamento informático e o&amp;nbsp;softweare&amp;nbsp;adequado (&lt;i&gt;final cut&lt;/i&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;__________________&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8828272070016511019?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8828272070016511019/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8828272070016511019' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8828272070016511019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8828272070016511019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/06/centro-de-memorias-museu-do-trabalho.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TCAN6aeSoHI/AAAAAAAAJAo/Djrs85dsJdk/s72-c/IMG_10061.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-9120677957928317054</id><published>2010-06-21T11:16:00.001+01:00</published><updated>2010-07-02T00:23:29.371+01:00</updated><title type='text'>Instantes ...</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TB87XgJWDiI/AAAAAAAAJAY/cLZ0194XtDw/s1600/Perienes+F%C3%A1brica+Oper%C3%A1rias+Filho.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="428" ru="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TB87XgJWDiI/AAAAAAAAJAY/cLZ0194XtDw/s640/Perienes+F%C3%A1brica+Oper%C3%A1rias+Filho.JPG" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;span style="color: #666666;"&gt; " A minha mãe ! "&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp;Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; (antiga fábrica de conservas de peixe "&lt;em&gt;Perienes&lt;/em&gt;")&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #0c343d;"&gt;_____________________________________&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-9120677957928317054?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/9120677957928317054/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=9120677957928317054' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/9120677957928317054'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/9120677957928317054'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/06/instantes.html' title='Instantes ...'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TB87XgJWDiI/AAAAAAAAJAY/cLZ0194XtDw/s72-c/Perienes+F%C3%A1brica+Oper%C3%A1rias+Filho.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4062829027135833095</id><published>2010-06-15T19:54:00.002+01:00</published><updated>2010-06-15T19:54:48.770+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TBfMW0SxgzI/AAAAAAAAJAI/l5TcbgKXQ9w/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" qu="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TBfMW0SxgzI/AAAAAAAAJAI/l5TcbgKXQ9w/s640/untitled.bmp" width="450" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4062829027135833095?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4062829027135833095/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4062829027135833095' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4062829027135833095'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4062829027135833095'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/06/blog-post.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TBfMW0SxgzI/AAAAAAAAJAI/l5TcbgKXQ9w/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-5303380988957934043</id><published>2010-05-29T21:21:00.006+01:00</published><updated>2010-06-23T11:48:00.441+01:00</updated><title type='text'>Cerimoniosamente musealogando</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF0uCuRBKI/AAAAAAAAI9E/jFPHT5c0EOM/s1600/IMG919.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF0uCuRBKI/AAAAAAAAI9E/jFPHT5c0EOM/s400/IMG919.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF08EyMAUI/AAAAAAAAI9M/mxqaPrFxixI/s1600/IMG873.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF08EyMAUI/AAAAAAAAI9M/mxqaPrFxixI/s400/IMG873.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF1db-EeVI/AAAAAAAAI9U/1pxNRlzZScg/s1600/IMG882.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="300" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF1db-EeVI/AAAAAAAAI9U/1pxNRlzZScg/s400/IMG882.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF1wX0ZOQI/AAAAAAAAI9c/wXKLL8yagX8/s1600/IMG879.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF1wX0ZOQI/AAAAAAAAI9c/wXKLL8yagX8/s400/IMG879.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF2D9t7hvI/AAAAAAAAI9k/9q-hTGiXG5k/s1600/IMG886.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF2D9t7hvI/AAAAAAAAI9k/9q-hTGiXG5k/s400/IMG886.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF2W8GF6QI/AAAAAAAAI9s/AzPDl139QSg/s1600/IMG871.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="300" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF2W8GF6QI/AAAAAAAAI9s/AzPDl139QSg/s400/IMG871.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF3BFKiEKI/AAAAAAAAI90/7iEX_jIZjA4/s1600/IMG902.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF3BFKiEKI/AAAAAAAAI90/7iEX_jIZjA4/s400/IMG902.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF3TOV-UpI/AAAAAAAAI98/me3EU_tqrKg/s1600/IMG914.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF3TOV-UpI/AAAAAAAAI98/me3EU_tqrKg/s320/IMG914.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Ali tomámos porto com bom vento.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Por tomarmos de terra mantimento.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Àquela ilha aportámos que tomou&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;O nome do guerreiro Santiago (10)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Os Lusíadas&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Sabores mestiços&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a consagrada tese oficial, a descoberta das primeiras ilhas do arquipélago de Cabo Verde (Santiago, Fogo, Maio, Boavista e Sal) deu-se em 1640, ainda em vida do Infante D.Henrique. As restantes sete achadas, Brava, S.Nicolau, S.Vicente, S.Antão, Santa Luzia e Ilhéus Branco e Raso em 1462. As ilhas foram encontradas desertas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os donatários, em especial Noli, com o apoio do Rei, iniciaram o povoamento por Santiago, com alguns genoveses e portugueses oriundos do Alentejo e Algarve e, provavelmente de outras áreas do país, talvez mesmo da região transmontana e dos Açores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o povoamento das duas principais ilhas Santiago e Fogo introduzir-se- ão os elementos essenciais à vida do homem, permitindo minimamente a sua subsistência: numa primeira fase são levadas plantas e animais do continente fronteiro e de Portugal. Da Índia veio o coco que se aclimatou com sucesso nas ilhas e do Brasil a abóbora e a mandioca. O milho que viria a ser o principal meio de subsistência do Arquipélago foi trazido da América e a cana sacarina foi introduzida na Madeira e Cabo Verde e posteriormente levada para o Brasil. Do continente africano fronteiro veio o arroz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os colonizadores, tornava-se difícil o problema da alimentação num arquipélago achado deserto e sem os produtos a que estavam habituados. Mas os portugueses foram-se adaptando às novas espécies que nela se iam introduzindo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a chegada dos escravos, havia que agradar às duas culturas distintas nos seus hábitos alimentares. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É importante o contributo da mulher cabo-verdiana no Arquipélago. Ela revela uma grande capacidade criadora, no domínio da gastronomia cabo-verdiana, inventando e criando com os produtos da terra gostosos sabores mestiços.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A predominância do milho – face à sua boa aclimatação e fácil cultivo - conduz a um sistema culinário que de certo modo, pode parecer rotineiro e monótono. A mulher cabo-verdiana, com base neste cereal inventou uma série de pratos e bolos diversificados; tratando o milho com o “moedor” “ a pedra de rala”ou o “pilão”; Há o rolão, a papa, o xerem, o cuscuz (influência dos colonos algarvios) para se preparar o cuscuz; deita-se de véspera o milho na água, é moído no pilão na hora em que S.Antão é designada com um saboroso arcaísmo, por “manhana”, e com a farinha obtida deita-se no binde que vai a cozer em banho-maria. Assim se obtém o cuscuz, que é o pão dos pobres e também dos ricos e remediados, Há também o cuscuz de talisca (em que apenas varia a matéria prima, que neste caso é a crueira da mandioca; o de potona este só se faz na ilha das Boavista, réplicas cabo-verdianas do cuscuz de milho levado pelos colonizadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há ainda fongo, (tradicional na Páscoa na ilha de S.Antão) fonguinho, gufongo, brinhola e batanca - espécie de broa. Em S.Vicente, na Ribeira de Julião, nas festas dos Santos populares Santo António e S.João, confecciona-se o tradicional milho em grão; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;moreia de escabeche na Festa de Santa Cruz na Salamansa e guisado de capóde na Praia do Norte no dia de S.Manuel; a djagacida é um prato típico da Brava e do Fogo; ainda na ilha do Fogo prepara-se o gigoti para a Festa da Bandeira no dia do Santo padroeiro -S.Filipe; trutchida (comida para o dia de cinzas na ilha de Santiago). O milho aliado ou prentem tão útil nos momentos em que o pobre não dispõe de dinheiro para comprar combustível, gordura e os outros ingredientes para os restantes quitutes de milho; a camoca que se pode comer com leite ou mel de cana sacarina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas entre os pratos preparados com milho, erigiu-se como soberana e incontestada no gosto do cabo-verdiano, a cachupa”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para casamentos temos o xerem de boda que não se prepara como o simples rolão de milho e é servido com guisado de capado ou de galinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na ilha de S. Nicolau é tradicional o molho (modje) de capado ou com galinha, acompanhado com batata-doce, banana verde cozida, mandioca, inhame e abóbora tudo temperado com cebola, alho, tomate, malagueta, sal e azeite doce.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando há dificuldade na obtenção de carne o molho (modje) é confeccionado, só com legumes, tomando nesta altura o nome de modje de Manel Anton.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro prato bastante tradicional é o caldo de peixe que é apreciado por todas as classes sociais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua confecção entram várias espécies de peixe acompanhadas com batata-doce, mandioca, banana verde e num refogado bastante picante à base de malagueta. É tradição, depois de uma noite bem passada, a mesma ser rematada com caldo de peixe malaguetado para ajudar a “curtir” a ressaca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A doçaria é bastante diversificada: com a papaia verde e madura fazem-se doces e compotas deliciosas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o coco, mancarra, goiaba, mel ou açúcar a variedade de guloseimas é imensa. Encontram-se vendedeiras ambulantes que, como diz o escritor Gabriel Mariano enfeitam os tabuleiros de bolos de Santiago com papel de seda de várias cores, e embrulham os doces não só com requintes de gosto artístico mas ainda talvez inconsciente sentido de harmonia entre a cor e o paladar. O branco vivo e aberto para os rebuçados de hortelã-pimenta, cujo travo picante e frio obriga a abrir a boca e a distender os olhos; a cor-de-rosa suave e branda para o açucrinha de cacau ou leite, o verde-escuro ou grenat para as cocadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não nos podemos esquecer dos saborosos licores de laranja, café, tamarindo e outros frutos do Arquipélago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para terminar sirvo-me do que escreveu o poeta e escritor Nuno de Miranda:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Por mim, vos juro, à fé de quem quer: nada vou mudar! Estarei fiel, aos fins de semana, aos elementos da nossa cultura material, de volta do pilão de batida a dois paus, da mó de rebolo, grãos, sementes, café e frutos tropicais, valores constantes do meu lastro cultural, que vamos vivendo na distância da terra longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-large;"&gt;Receitas&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milho em grão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5 Espigas de milho verde&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;100 Grs de linguiça da terra&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¼ kg de abóbora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¼ kg de fava verde ou seca (neste caso tem de ficar de molho para se lhe tirar a pele)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 tomates madur&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Duas colheres de sopa de azeite doce&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 grãos de malagueta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 ramo de coentros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1 “cabeça de cebola”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Raspam-se as espigas de milho para dentro de uma caldeira. Entretanto, corta-se a cebola às rodas, acrescenta-se o azeite doce, a linguiça cortada às rodelinhas, a malagueta e deixa-se fritar ligeiramente. Juntam-se os restantes ingredientes e acrescenta-se água suficiente para cozer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixa-se apurar e depois de pronto, rectifica-se o sal e deitam-se os coentros picados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria de Lourdes Chantre&lt;br /&gt;autora do livro &lt;strong&gt;" Cozinha de Cabo Verde",&lt;/strong&gt; Editorial Presença, 4ª ed., Lisboa, 2001&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-5303380988957934043?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/5303380988957934043/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=5303380988957934043' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5303380988957934043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5303380988957934043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/05/blog-post.html' title='Cerimoniosamente musealogando'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAF0uCuRBKI/AAAAAAAAI9E/jFPHT5c0EOM/s72-c/IMG919.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-7439580244473606726</id><published>2010-05-29T12:38:00.000+01:00</published><updated>2010-05-29T12:38:15.503+01:00</updated><title type='text'>O Museu do Trabalho e a Associação Caboverdiana de setúbal</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAD6hidDzSI/AAAAAAAAI88/c4PVWD2p2MM/s1600/untitled.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" gu="true" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAD6hidDzSI/AAAAAAAAI88/c4PVWD2p2MM/s640/untitled.bmp" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações sobre a Asoociação caboverdiana de Setúbal &lt;a href="http://www.acvsetubal.org/"&gt;http://www.&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;acvsetubal.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;org/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-7439580244473606726?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/7439580244473606726/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=7439580244473606726' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7439580244473606726'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7439580244473606726'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/05/o-museu-do-trabalho-e-associacao.html' title='O Museu do Trabalho e a Associação Caboverdiana de setúbal'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/TAD6hidDzSI/AAAAAAAAI88/c4PVWD2p2MM/s72-c/untitled.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-2701798998339622569</id><published>2010-05-04T10:26:00.003+01:00</published><updated>2010-05-04T14:52:53.606+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;The&lt;strong&gt; “&lt;em&gt;Elf Chant&lt;/em&gt;”,&lt;/strong&gt; in the&lt;strong&gt; Labour&amp;nbsp;Museum&lt;/strong&gt; Michel Giacometti&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Setubal, &lt;strong&gt;April 24th to July 3rd of 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S9_n5qjAy8I/AAAAAAAAI8E/zDDxqhXckEQ/s1600/IMG725.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S9_n5qjAy8I/AAAAAAAAI8E/zDDxqhXckEQ/s320/IMG725.jpg" tt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The Elf’s are shy, sensitive and innocent beings with a noble spirit…&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;They can sing, dance, do theater, dress gracefully &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;And create wonderful works of art made of spider web, &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Dew and the shine of moonlight…&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hans Christian Andersen&lt;/strong&gt;,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The “Elf Chant” in the&amp;nbsp;Labour Museum Michel Giacometti in Setúbal, is a date request. The Museum wears a new kind of clothing to seduce and enchant. The “Elf Chant” is a call, a party that celebrates the joy of Life and the strength of Love expressed in Art. To this Celebration thirty three adults carriers of mental disability from APPACDM – CAO 1 of Setubal that are fully aware of the importance of the museum’s search for the Beauty and social harmony, got together, because themselves cheer a Pole of the Work Museum, an old Locksmith workshop, constituted in Museum. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Thinking about the comfort of these people, in their great generosity and in the practical conditions of realization, we talked with the board of the APPACDM about the necessary conditions of work. During the months of February, March and April they came to the Work Museum Michel Giacometti, accompanied by the respective monitors, to build one creeper that will unit all of the expositive spaces of the Museum. One great green creeper, with more than one hundred and fifty feet long, which the trunk is made from plastic empty bottles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The “Elf Chant”, is an temporary exhibition, an elegy to the joy of living and an elegant celebration, drawn for the space of the museum, with the people and the institutions, that therefore got involved, threw several months, in the creative process. AT FIRST THERE WAS ONLY ONE IDEA, one title, one quote of H.C Andersen and the condition to make something happen that didn’t imply buying anything. All Imagination, all ability, all creation and no tricks involved. The result was quiet surprising. The exhibition can be seen in the&amp;nbsp;Labour Museum Michel Giacometti, from April 24th, at three pm, integrates more than twenty works of great originality, made by simple creators, shy sensitive innocent beings with noble spirits, “touched” by the magic of Elfs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;This is, also, an exhibition with a didactic and reflection purpose. An watching exercise, an interrogation about the process of the artistic creation and the liberty of expression.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Correspond to the strong Will of breaking the bounds of all preconceptions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exalts the gift of creation and of their creators as the only act of supreme sincerity.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S9_oFzxpDvI/AAAAAAAAI8M/bzBNrFg9kZI/s1600/IMG729.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S9_oFzxpDvI/AAAAAAAAI8M/bzBNrFg9kZI/s320/IMG729.jpg" tt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;This project also takes as an museum exercise opened in a more wide participation and to the more bold questions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;The “Elf Chant”, is an idea from Nils Fisher, a citizen from the hometown of H.C Andersen, designer, friend of the&amp;nbsp;Labour Museum, believer of the Magic from the Elfs and of his playful way. The idea grew, to it attached the creeper, and other “creepers” followed the steps, and the impossible happened. The result was surprising. Nobody can be indifferent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Until the moment, are associated to the “Elf Chant” the following people and institutions:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;APPACDM-CAO 1 from Setubal, Regional Prison Establishment from Setubal, Dom Manuel Martins High School in Setubal, Bela Vista Basic 2,3 High School in Setubal, S. Sebastian Community Center in Setubal, Childs Coral in Setubal, Basic School and Kinder garden of the Angels Farm, as well as a lot of plastic artists and people from the own Labour Museum Michel Giacometti, that under the supervision of Luís Valente, are building a Giant red Heart, in the middle of the center of the Museum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Labour&amp;nbsp;Museum Michel Giacometti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:Museu.trabalho@mun-setubal.pt"&gt;Museu.trabalho@mun-setubal.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telephone number 00351265537880&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Setubal’s City Council&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S9_nwh5AmYI/AAAAAAAAI78/Ae_TqVU_kpc/s1600/IMG739.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S9_nwh5AmYI/AAAAAAAAI78/Ae_TqVU_kpc/s320/IMG739.jpg" tt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-2701798998339622569?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2701798998339622569/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2701798998339622569' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2701798998339622569'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2701798998339622569'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/05/elf-chant-in-work-museum-michel.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S9_n5qjAy8I/AAAAAAAAI8E/zDDxqhXckEQ/s72-c/IMG725.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4662664702214259153</id><published>2010-04-11T01:01:00.002+01:00</published><updated>2010-05-08T21:18:32.181+01:00</updated><title type='text'>Uma reflexão muito pertinente (também para a Museologia ) , por José Gabriel Pereira Bastos - Prof UNL/ FCSH</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S8ERKuo-KwI/AAAAAAAAI5g/05OrcanuaOA/s1600/n1217606982_1849.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S8ERKuo-KwI/AAAAAAAAI5g/05OrcanuaOA/s320/n1217606982_1849.jpg" wt="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No caso vertente e para o que eu chamo ciência antropológica integrada (há quem lhe chame 'transdisciplinaridade'), há que reflectir que as estratégias de (1) estilhaçamento da questão por uma dezena de disciplinas (2) de proposta de redução de todas à biologia, (3) ou de criação de uma hegemonia de um das 'disciplinas' sobre todas as outras (a economia, o 'interesse', em Marx; a nova sociologia, em Giddens; a língua, em Lévi-Strauss e Lacan; o cérebro, na nova neurologia; a lógica binária, em Jakobsen; a ciência política, o 'poder', em Foucault, etc.) se esgotaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esgotaram-se ao ponto de que, na minha visão, estamos a assistir à morte das ciências antropológicas 'modernas' (a começar pela Psicanálise, pela Antropologia, pela Sociologia e pela Ciência Política), á substituição da Política pela Filosofia Política e pela 'Ética' (Direitos do Homem, os cientistas sociais postos ao serviço da Governância, da Difusão de 'boas prácticas', etc.) e ao concomitante retorno da religião, da filosofia, do cognitivismo do século XVIII (Lpcke, Hume, etc.) e do ensaísmo 'pós-modernos' como forças sociais, bem como a uma regressão a perspectivas dos séculos XVIII- XIX, nomeadamente na vossa área (museologia, etc.), com o retorno do projecto 'universal' de 'descrição fenomenológica', de enciclopedização fragmentária, temática e categorial, bem como de museologização de todos os 'outros' (exteriores ou 'ultrapassados'), com completa cegueira para a acção do 'nós' WASP (White, Anglo-saxon, Protestant), agente organizado da Frente Anglo-Americana (suas ex-colónias brancas, do Canadá à Índia e à Austrália). que vem a conduzir desde os anos 40 a estratégia Imperial USA, isto é, a história da descolonização e da substituição da 'guerra fria' e, mais tarde, pelo 'choque das civilizações', que já nos deu duas Guerras Bush.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que indicia que reentrámos numa nova fase de euforia celebratória do 'Ocidente' (um retorno do desacreditado 'evolucionismo'), a que chamámos 'globalização' + pós-modernidade (uma fase cheia de contradições que exigirão novas mudanças, fase esta de 'orgulho branco' que pode originar a emergência de um novo Nazismo, como a evolução da demografia política mostra).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrar implica questionar a estratégia 'burguesa' ('racional', temática) de estilhaçamento disciplinar, o que Marx, no século XIX e Freud, no século XX, fizeram. Partindo de um 'organizador' (a 'alienação', tanto em Marx como em Freud( atravessaram todas as didsciplinas relevantes. Quando morreu, Marx estava a integrar a antropologia e a biologia darwiniana no seu modelo, depois de cruzar a filosofia, a economia, a história, a ciência política e a teoria das artes. Quem leu a autobiografia de Freud (1925) e o texto anexo (A questão da análise leiga) percebe que esse era o projecto de Freud (não era um projecto clínico-terapêutico era um projecto de integração da teoria antropológica, compatível com o de Marx mas mais avançado, dada a integração de novas variáveis (inconsciente, narcisismo, processos identitários) que resolviam alguns dos impasses de Marx e levavam à revisão da ciência política. No seu modelo tridimensional, Marx articula a biologia com a economia (nível 1), a sociologia com a sua sociopatia política (nível 2), e a política com a alienação ideológica (nível 3), usando como Laboratório História politica. No seu modelo tridimensional, Freud articula a biologia com o desejo e com a acção delirante (fantasmática) (nível 1), a ambivalência face à razão e às relações estruturantes (microfamiliares e políticas) com os mecanismos de defesa do eu e com os delírios narcísicos (nível 2) e a repressão superegóica dos sujeitos com a criação de 'culturas' perspectivadas como delírios organizados de longa duração, capazes de criar esse equivalente colectivo dos Egos que são os Estados-Nações, os 'grandes homens' da Humanidade (nível 3), usando como Laboratório a articulação entre as histórias de vida e a história cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não remete para a 'vida que flui' dos pós-modernos (Deleuze, fluxos, rizoma; Appadurai, 'paisagens', etc.) mas para um modelo científico do drama antropológico que se questiona sobre o modo de contornar a alienação dos modelos transcendentais (a 'Razão', dos Iluministas; a 'Idéia', dos Românticos; a 'Sociedade', dos secularistas sociológicos, a 'Cultura', dos Hegelianistas, a 'posição de classe', de Marx; a 'Lingua' dos põs-saussurianos, o 'olhar do Outro', de G. H. Mead e de Goffman; o 'Simbólico', de Lacan, etc.) e ultrapassar o enorme desvio sistemático entre os Ideais e as Prácticas, nos indivíduos, nas relações mas sobretudo na política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É uma questão muito simples mas também muito complexa, que os pós-modernos visam destruir com os seus fluxos celebratórios, lúdicos, artísticos e imateriais... alimentando a velha compensação da 'emancipação' individualista de alguma categoria conveniente... para deixar tudo na mesma, no campo das grandes questões antropológicas (a começar pela Fome, pela Pobreza, pela Marginalização, pelo Racismo e Xenofobia, pela ameaça do Retorno dos Nazismos e pela invizibilização dos extermínios sociopáticos em curso de inúmeros 'povos primitivos', etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tento ser sintético mas a questão é simples mas altamente complexa, como é de esperar se o projecto for a integração estrural-dinâmica da Antropologia Geral, o que vai contra a corrente da alienação pós-moderna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.facebook.com/event.php?eid=110256195664485&amp;amp;ref=mf#!/profile.php?v=wall&amp;amp;story_fbid=1257444675716&amp;amp;id=1217606982"&gt;http://www.facebook.com/event.php?eid=110256195664485&amp;amp;ref=mf#!/profile.php?v=wall&amp;amp;story_fbid=1257444675716&amp;amp;id=1217606982&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4662664702214259153?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4662664702214259153/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4662664702214259153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4662664702214259153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4662664702214259153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/04/uma-reflexao-muito-pertinente-tambem.html' title='Uma reflexão muito pertinente (também para a Museologia ) , por José Gabriel Pereira Bastos - Prof UNL/ FCSH'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S8ERKuo-KwI/AAAAAAAAI5g/05OrcanuaOA/s72-c/n1217606982_1849.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-3358618681590408401</id><published>2010-04-09T19:24:00.000+01:00</published><updated>2010-04-09T19:24:25.751+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Le 1er Mai, sera inaugurée, au Musée territoire de Carrapateira, l' exposition RIRES, le résultat d' une formation populaire assistée dont il existe un cahier de méthodologie et des compte rendus d' étape, soulement diverses problématiques dans Midi-express ( 2009 ). Le 12 avril sera inaugurée , à l' Écomusée du Fier Monde. l' exposition participative rálisée dans le cadre du cous ( Techniques et pratiques d' exposion, Programme d' animation culturelle, UQAM ) encadré par René: Deux formes de participation et d' appartenance à la muséologie sociale. Pour plus d' informations, vous adresser à Luisa et à René. Mentionons également la forte implication de la population dans un projet d´écomusée, aux Iles de la Madeleine ( Source d' information, René Rivard, Cultura ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pierre&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À noter que le 13ème Atelier international du MINOM se tiendra à Amsterdam, fin juin. Pour informations: Ana Mercedes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-3358618681590408401?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/3358618681590408401/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=3358618681590408401' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3358618681590408401'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3358618681590408401'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/04/le-1er-mai-sera-inauguree-au-musee.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-6836521126740441958</id><published>2010-03-31T18:00:00.002+01:00</published><updated>2010-03-31T18:02:54.262+01:00</updated><title type='text'>BD francófona no Museu do Trabalho - Exposição . Visitas comentadas . ateliers</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N--YQyoqI/AAAAAAAAI5I/XuG1Dm81e8o/s1600/E-FLYER+EXPOSI%C3%87%C3%83O+BD.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" nt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N--YQyoqI/AAAAAAAAI5I/XuG1Dm81e8o/s640/E-FLYER+EXPOSI%C3%87%C3%83O+BD.jpg" width="451" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N93H7CTlI/AAAAAAAAI4w/WHDxEF_douk/s1600/DSCN2938.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N93H7CTlI/AAAAAAAAI4w/WHDxEF_douk/s320/DSCN2938.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N7Ugg8JDI/AAAAAAAAI4o/oWKwMm8fOf0/s1600/DSCN2906.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N7Ugg8JDI/AAAAAAAAI4o/oWKwMm8fOf0/s320/DSCN2906.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N-Y8tXajI/AAAAAAAAI44/K7H8zp2q9OA/s1600/DSCN2941.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N-Y8tXajI/AAAAAAAAI44/K7H8zp2q9OA/s320/DSCN2941.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N-tSo8A9I/AAAAAAAAI5A/4f26Ipw0wSg/s1600/DSCN2926.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N-tSo8A9I/AAAAAAAAI5A/4f26Ipw0wSg/s320/DSCN2926.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-6836521126740441958?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/6836521126740441958/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=6836521126740441958' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6836521126740441958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6836521126740441958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/03/bd-francesa-no-museu-do-trabalho-michel.html' title='BD francófona no Museu do Trabalho - Exposição . Visitas comentadas . ateliers'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S7N--YQyoqI/AAAAAAAAI5I/XuG1Dm81e8o/s72-c/E-FLYER+EXPOSI%C3%87%C3%83O+BD.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-1250710442906655925</id><published>2010-03-07T01:03:00.000Z</published><updated>2010-03-07T01:03:59.846Z</updated><title type='text'>Isabel Lousada, de "Faces de Eva" CESNova, no Museu do Trabalho</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5L6bRidhKI/AAAAAAAAI0Q/fqK6gfQKgw8/s1600-h/IMG389.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5L6bRidhKI/AAAAAAAAI0Q/fqK6gfQKgw8/s400/IMG389.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5L6_ZQf7vI/AAAAAAAAI0g/R274J1f4chU/s1600-h/IMG404.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5L6_ZQf7vI/AAAAAAAAI0g/R274J1f4chU/s320/IMG404.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5L7OMbSqFI/AAAAAAAAI0o/QUMjAZ58YXg/s1600-h/IMG402.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5L7OMbSqFI/AAAAAAAAI0o/QUMjAZ58YXg/s320/IMG402.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-1250710442906655925?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/1250710442906655925/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=1250710442906655925' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1250710442906655925'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1250710442906655925'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/03/isabel-lousada-de-faces-de-eva-cesnova.html' title='Isabel Lousada, de &quot;Faces de Eva&quot; CESNova, no Museu do Trabalho'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5L6bRidhKI/AAAAAAAAI0Q/fqK6gfQKgw8/s72-c/IMG389.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-2709027335909334384</id><published>2010-03-06T13:12:00.003Z</published><updated>2010-03-06T13:16:34.154Z</updated><title type='text'>As Mulheres e a República</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5JStzXTTZI/AAAAAAAAI0I/eJ5kQh1hAug/s1600-h/Mulheres+Rep%C3%BAblica+confer%C3%AAncia.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5JStzXTTZI/AAAAAAAAI0I/eJ5kQh1hAug/s640/Mulheres+Rep%C3%BAblica+confer%C3%AAncia.jpg" width="296" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“&lt;strong&gt;As Mulheres e a República&lt;/strong&gt;” é o tema de uma conferência, a realizar&amp;nbsp;HOJE, dia 6, pelas 16h00, no &lt;strong&gt;Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;/strong&gt;, que aborda as perspectivas femininas no âmbito na República. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um olhar pelos antecedentes da revolução, no período de transição entre a Monarquia e a República, sob o ponto de vista feminino, é uma das vertentes a abordar no encontro, que conta ainda com uma retrospectiva histórica dos percursos e caminhos retratados pelas e para as mulheres na República. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Lousada, investigadora em "&lt;strong&gt;Faces de Eva&lt;/strong&gt;" – &lt;strong&gt;CesNova – Centro de Estudos de Sociologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova&lt;/strong&gt;, dinamiza a sessão, que procura ampliar o conhecimento em torno das faces femininas nesta época. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A iniciativa cultural é acompanhada por uma sessão de pintura ao vivo pela pintora Pólvora d’ Cruz. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho/"&gt;http://www.mun-setubal.pt/&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;MuseuTrabalho&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;A iniciativa é da BIG - Bobliotecas para a Igualdade de Género e a UMAR. Aconferência, integra o programa "Março Mulher", promovido, há vários anos, pela SEIES, em parceria com a CMS, entidades e associações de Setúbal que versam as mulheres e as problemáticas de género.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-2709027335909334384?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho/' title='As Mulheres e a República'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2709027335909334384/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2709027335909334384' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2709027335909334384'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2709027335909334384'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/03/as-mulheres-e-republica.html' title='As Mulheres e a República'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S5JStzXTTZI/AAAAAAAAI0I/eJ5kQh1hAug/s72-c/Mulheres+Rep%C3%BAblica+confer%C3%AAncia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-7931830233961773978</id><published>2010-03-04T12:38:00.000Z</published><updated>2010-03-04T12:38:44.061Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;strong&gt;Património e museus nos modelos de desenvolvimento urbano. Os casos de Coimbra e de Salamanca&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autor: Tiago de Sousa e Vasconcelos Matos Boavida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orientação: Pedro Casaleiro (Museu da Ciência da Universidade de Coimbra) e Fernanda Cravidão (Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Dissertação apresentada à Universidade de Coimbra para obtenção do Grau de Mestre em Museologia e Património Cultural&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ano: 2010. Tese defendida a 21 de Janeiro de 2010&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: Presidiu ao júri a directora do Mestrado, Doutora Irene Vaquinhas. Participaram os doutores Pedro Casaleiro (Museu da Ciência da UC) e Fernanda Cravidão (Departamento de Geografia da FLUC), na sua qualidade de co-orientadores. Arguiu a Doutora Alice Semedo (Departamento de Património&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;da FLUP).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Resumo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Nesta dissertação de mestrado pretendi avaliar qual a importância do turismo, da cultura, dos museus e do património para as cidades, dos pontos de vista económico e social, assim como quais as imagens que, através desses meios, as cidades projectam para o exterior. Pretendi, baseado nos exemplos de Bilbau, Barcelona e Liverpool, entre outros, aferir até que ponto estes aspectos referidos podem ser centrais na estratégia de desenvolvimento das cidades, e da real possibilidade de serem âncoras de modelos de desenvolvimento urbano. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Elaborei um estudo comparativo entre Coimbra e Salamanca, avaliando até que ponto estas duas cidades ibéricas, tão próximas na sua história e evolução económica, podem estabelecer um modelo de desenvolvimento urbano com base no turismo, na cultura, nos museus e no património. Por via da observação directa, da administração de um inquérito e do estudo das duas cidades, tentei perceber se elas têm sabido, ou não, aproveitar as suas potencialidades nessas áreas e o que se projecta, nesse sentido, para o futuro.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;in&lt;/strong&gt;&lt;em&gt;&amp;nbsp; &lt;/em&gt;&lt;a href="http://nomundodosmuseus.wordpress.com/"&gt;&lt;em&gt;http://&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;nomundodosmuseus&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.wordpress.com&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-7931830233961773978?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/7931830233961773978/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=7931830233961773978' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7931830233961773978'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7931830233961773978'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/03/patrimonio-e-museus-nos-modelos-de.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-94186565424689327</id><published>2010-02-25T21:52:00.007Z</published><updated>2010-02-26T15:28:38.263Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;span style="font-size: large;"&gt;Tarde Intercultural no Museu do Trabalho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Sábado, dia 27 de Fevereiro, Das 15 às 18, em Setúbal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S4bzgJgjBuI/AAAAAAAAIys/rDQhAbw1KNY/s1600-h/Sado+nuvens.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S4bzgJgjBuI/AAAAAAAAIys/rDQhAbw1KNY/s320/Sado+nuvens.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S4bysSqPNgI/AAAAAAAAIyk/6lhsldbOIMo/s1600-h/CARTAZ_TARDE_INTERCULTURAl2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" kt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S4bysSqPNgI/AAAAAAAAIyk/6lhsldbOIMo/s400/CARTAZ_TARDE_INTERCULTURAl2.jpg" width="288" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inauguração da exposição de desenhos da pintora Pólvora da Cruz é o &lt;strong&gt;tempo de partida&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;para a&amp;nbsp;Tarde Intercultural que vai decorrer este sábado, no Museu do Trabalho Michel Giacometti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A abertura da mostra “&lt;em&gt;Hoje senti a tua falta…”,&lt;/em&gt; da artista setubalense que aos 17 anos foi para a Venezuela e aí viveu durante três décadas, dá inicio a mais esta ritmada&amp;nbsp;Tarde Intercultural no Museu, genericamente designada "Em três tempos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O &lt;strong&gt;segundo tempo&lt;/strong&gt; da tarde é composto pela apresentação do audiolivro “Memórias de um Craque”, da autoria de Fernando Assis Pacheco. Esta edição da BOCA é apresentada por Oriana Alves, responsável editorial, e por Nuno Moura, poeta e recitador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A colecção de DVD “Povo que Cantas”, realizada por Ivan Dias e Manuel Rocha e produzida pela RTP, é dada a conhecer no terceiro e &lt;strong&gt;último tempo&lt;/strong&gt; do evento, que termina às 18 horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A música tradicional portuguesa integra, ainda, a Tarde Intercultural, com os convidados Catarina Moura, da Brigada Vítor Jara, e Amadeu Magalhães, do grupo Realejo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Largo Defensores da República&lt;br /&gt;2910-470 Setúbal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel+351 265 537 880&lt;br /&gt;Fax +351 265 537 889&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:museu.trabalho@mun.setubal.pt"&gt;museu.trabalho@mun.setubal.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho"&gt;www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;GPS Google Earth: 38º31'23.84''N 8º53'11.30ºW&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Notícias sobre o audiolivro "&lt;strong&gt;Memórias de um craque&lt;/strong&gt;" de Assis Pacheco. Leitura no Museu do Trabalho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S4fnCkjU0lI/AAAAAAAAIy0/anZBHONlK8c/s1600-h/Frescas+audiolivrescas.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="244" kt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S4fnCkjU0lI/AAAAAAAAIy0/anZBHONlK8c/s400/Frescas+audiolivrescas.png" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; &lt;a href="http://www.boca.pt/site.html"&gt;http://www.boca.pt/site.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-94186565424689327?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho' title=''/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/94186565424689327/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=94186565424689327' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/94186565424689327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/94186565424689327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/02/museu-do-trabalho.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S4bzgJgjBuI/AAAAAAAAIys/rDQhAbw1KNY/s72-c/Sado+nuvens.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-5720411974750718321</id><published>2010-02-07T23:23:00.001Z</published><updated>2010-02-07T23:26:51.650Z</updated><title type='text'>Museu Ibérico da Máscara e do Traje</title><content type='html'>Inaugurado em Fevereiro de 2007, este museu resulta de um projecto de cooperação transfronteiriça entre as regiões de Bragança e Zamora com o objectivo de perpetuar a tradição dos rituais. Instalado numa casa antiga da cidadela de Bragança, conta com um espólio de quarenta e seis trajes e sessenta máscaras representativos de vinte e nove localidades, dezoito do lado português, e onze espanholas, sob a responsabilidade de cerca de quarenta e seis artesãos. As peças estão expostas e à venda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu Ibérico da Máscara e Traje, situa-se num edifício da Câmara Municipal de Bragança, recuperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S29LUsXj9LI/AAAAAAAAItQ/dsULqsLZkFY/s1600-h/M%C3%A1scara+Museu.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S29LUsXj9LI/AAAAAAAAItQ/dsULqsLZkFY/s320/M%C3%A1scara+Museu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Situa na rua principal da cidade (D. Fernão o Bravo) que dá acesso ao Museu Militar de Bragança (2º mais visitado a nível nacional).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado e a nível de Bragança, integra a rota cultural da cidade, constituída fundamentalmente por duas propostas: A via dos equipamentos culturais / Teatro Municipal Centro Cultural futuro Museu de Arte Moderna Museu Abade de Baçal Museu Ibérico da Máscara e do Traje Museu Militar. Dada a sua situação estratégica, perspectiva-se portanto, para o Museu Ibérico da Máscara e do Traje um êxito ao nível de visitantes. No entanto, por ser um projecto pedagógico, não estará certamente limitado aos meses quentes da Primavera e Verão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu Ibérico da Máscara e do Traje&amp;nbsp;distribui-se por dois edifícios, separados cerca de 50 metros entre si, que têm a seguinte designação:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1. Museu Ibérico da Máscara e do Traje: com 3 andares&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Piso 0: Dedica-se às Festas de Inverno de Trás-os-Montes (Zona do Douro e Montesinho), incluindo a recepção.&lt;br /&gt;- Piso 1: Mascaradas de Inverno da Província de Zamora.&lt;br /&gt;- Piso 2: Festas de Carnaval (Bragança, Lazarim / Zamora) e a Sala do Artesão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Oficina da Máscara e Traje.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu Ibérico da Máscara e do Traje, não é concorrente de qualquer museu nacional. Será intencionalmente e sempre complementar, já que pretende atingir todos os públicos através de uma leitura simples, rigorosa, autêntica e imediata. Poderão alguns pensar que então, não será mais do que um espaço decorado, com objectos temáticos dentro duma filosofia inerente a um mero “folclore carnavalesco”. Evidentemente que não!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na organização dos espaços, como se poderá observar, existem fundamentalmente quatro planos dirigidos especificamente aos públicos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Geral – Inteligível para turistas estrangeiros e portugueses com apenas cultura média. A temática da máscara e do traje será divulgada através de uma leitura simples, objectiva, imediata e rápida, complementada com prospectos em bilingue (português / espanhol e inglês / alemão), que posteriormente publicitarão o espaço, nas comunidades dos visitantes.&lt;br /&gt;- Erudito – Espaço de estudo e investigação sobre a temática da máscara e do traje, constituído por uma mini-biblioteca, arquivo de fotos e filmes e consulta da web através do criado “PORTAL DA MÁSCARA”.&lt;br /&gt;- Escolar – Espaço pedagógico e artístico para docentes e alunos dos diferentes níveis de ensino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grupos de mascarados – Espaço permanente de todos os grupos de mascarados, para reuniões e organização de eventos comuns, certificação e venda de produtos ligados à máscara e reuniões da Mascararte, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mascaraiberica.com/accesible/POR_actuaciones.htm"&gt;http://www.&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;mascaraiberica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;.com/accesible/POR_actuaciones.htm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-5720411974750718321?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mascaraiberica.com/accesible/POR_actuaciones.htm' title='Museu Ibérico da Máscara e do Traje'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/5720411974750718321/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=5720411974750718321' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5720411974750718321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5720411974750718321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/02/museu-iberico-da-mascara-e-do-traje.html' title='Museu Ibérico da Máscara e do Traje'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S29LUsXj9LI/AAAAAAAAItQ/dsULqsLZkFY/s72-c/M%C3%A1scara+Museu.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-1375716023010980552</id><published>2010-02-02T16:31:00.012Z</published><updated>2010-02-04T23:08:53.129Z</updated><title type='text'>Associativismo, Cidadania, Participação _  Dar corpo a um Movimento Social</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2hS3mhO96I/AAAAAAAAIqo/AMl61Uka9MI/s1600-h/T.Interc+Cidadania+Associativismo+Jan+2010.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" kt="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2hS3mhO96I/AAAAAAAAIqo/AMl61Uka9MI/s640/T.Interc+Cidadania+Associativismo+Jan+2010.jpg" width="640" /&gt;Museu&lt;/a&gt; do Trabalho Michel Giacometti&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2i4KPxi3_I/AAAAAAAAIrA/z2Z7nRSqeSQ/s1600-h/Museu+do+Trabalho+T.+Interc.+.Associativismo.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2i4KPxi3_I/AAAAAAAAIrA/z2Z7nRSqeSQ/s320/Museu+do+Trabalho+T.+Interc.+.Associativismo.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2i4TzAuWeI/AAAAAAAAIrI/FyhatEB2Jxw/s1600-h/Tarde+Interc+Museu+Cidadania+Ruy+d%60Espiney+e+Mirna.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kt="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2i4TzAuWeI/AAAAAAAAIrI/FyhatEB2Jxw/s320/Tarde+Interc+Museu+Cidadania+Ruy+d%60Espiney+e+Mirna.bmp" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #b45f06;"&gt;_____________&lt;/span&gt;Ruy d`Espiney&lt;/strong&gt;&amp;nbsp;e Mirna Montenegro - &lt;strong&gt;Tarde Intercultural sobre Associativismo e&amp;nbsp;Cidadania&amp;nbsp;&lt;/strong&gt;- Museu do Trabalho Michel Giacometti, &amp;nbsp;Sábado, 30 de Janeiro&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2hS-ip4IUI/AAAAAAAAIqw/9Z5brsNmyyo/s1600-h/TardeInterc+Associativismo.+Cidadania.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" kt="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2hS-ip4IUI/AAAAAAAAIqw/9Z5brsNmyyo/s640/TardeInterc+Associativismo.+Cidadania.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2hTSXxuzCI/AAAAAAAAIq4/aNuKXNfjE_w/s1600-h/TARDE+INTERCULT+associatismo.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="640" kt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2hTSXxuzCI/AAAAAAAAIq4/aNuKXNfjE_w/s640/TARDE+INTERCULT+associatismo.JPG" width="454" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Texto de Rui D'Espiney&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1.A Constituição da Republica Portuguesa contempla, quase diríamos com igual dignidade, a Democracia Representativa e a Democracia Participativa. Dela ressalta com clareza que uma e outra são estruturantes do funcionamento da nossa sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Tratamento que lhe é dado, na prática, a cada uma destas formas de democracia é, no entanto, bem distinto:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- À Democracia Representativa são concedidas todas as condições de sustentabilidade suportadas que são, pelo orçamento de Estado, as várias despesas com o seu funcionamento (inclusive as efectuadas em ordem à competição entre concorrentes).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- À Democracia Participativa nenhum meio material é facultado. O Estado não contribui com um cêntimo para a sua viabilização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dito de outra forma garante-se a Representação mas não se investe na Participação e porque a Democracia Plena só existe quando uma e outra funcionam pode, de facto, dizer-se que a nossa Democracia está coxa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. Promover a Democracia passa, na verdade, por viabilizar as condições de exercício da Democracia Participativa, isto é, passa por proporcionar a sustentabilidade material das iniciativas e estruturas que promovem a participação de entre as quais se destacam as formas organizadas de DP que são as Associações. Não é, no entanto, isso que acontece: longe de serem encaradas como focos de promoção e produção de participação as Associações são tratadas enquanto meras empresas prestadoras de Serviços: apenas pelo que fazem e não pelo que são. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em boa verdade acabam por ser tratadas pior que as empresas pois, ao contrário do que sucede com estas, o valor dos bens produzidas pelas associações não incorpora as despesas de funcionamento nem tão pouco, com frequência, de trabalho (o calculo do valor da hora do mecânico que nos arranja o automóvel inclui as amortizações e as despesas de logística da oficina; o funcionamento dos projectos desenvolvidos pelas associações não só não as inclui, na maioria das vezes, como exige, quase sempre, uma comparticipação nos gastos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. É tendo por propósito possibilitar que a Democracia Participativa se afirme como dimensão estruturante da vivência politica económica da nossa sociedade … &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É tendo por propósito impor que o associativismo seja tratado e encarado como forma organizada (promotora e produtora) de Democracia Participativa…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, enfim, tendo por propósito contribuir para que as associações se conscientizem quanto ao seu papel na promoção e produção de cidadania e na construção de uma sociedade democrática e solidária,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;… que nos parece fazer todo o sentido dar vida a um movimento social que chame a si: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A clarificação e promoção dos princípios que o devem enformar e informar e que se podem traduzir em algumas palavras-chave como: autonomia, participação sociabilidades, solidariedade, rebeldia e politicidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A requalificação da Democracia Representativa que, nascida de movimentos sociais tende hoje a dissociar o político do social, a incompatibilizar o nacional com o local e a contrapor representação e participação;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A assumpção do carácter de alternativa social, cultural e económica que caracteriza grande parte das associações e iniciativas congéneres;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A defesa da sustentabilidade económica do associativismo, enquanto condição necessária ao funcionamento da democracia como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realização de um congresso programático do Associativismo e da Democracia Participativa coroará o desenvolvimento deste movimento, se funcionar como espaço de interpelação, de questionamento do poder político, de auto-questionamento dos comportamentos e de revindicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. Naturalmente, quer-se que este movimento não pense apenas para fora mas também para dentro. Um conjunto de questões endógenas a ele terão de ser, com efeito e necessariamente, objecto de reflexão no congresso e no próprio processo da preparação. Por exemplo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que se entende ao certo por democracia participativa? O que faz dela um projecto e uma prática política e reivindicativa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que é o Associativismo Cidadão? Quando é que este é ou não é componente da democracia participativa (isto, tendo-se presente que grande número de associações tende a mover-se por uma lógica empresarial e que há associações actuando em diferentes domínios que podem, ou não, ser pertinentes para a Democracia Participativa)?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Como podem as associações aprofundar o exercício da cidadania? Como ultrapassar fenómenos de caciquismo e burocratização? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. Mas se estas são questões, digamos comportamentais, que importa definir, espera-se que naturalmente do movimento nasçam ideias sobre os aspectos do relacionamento do associativismo com o Estado e a DR, tais como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- A forma justa de ressarcimento pelos bens de interesse publico que produzem;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- As diferenças que apresentam face ao mundo das empresas e as implicações que daí resultam em termos de financiamento e fiscalidade;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O lugar que devem ocupar (e não apenas as associações mas também as populações) nas audições politicas, nas concertações sociais e nas políticas orçamentais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. O lançamento deste movimento, que agora se inicia, fez-se numa reunião para a qual foi convidada cerca de uma dezena de associações escolhidas por meras razões de proximidade e conhecimento mútuo e tendo por leitmotiv imediato a situação de precariedade em que grande parte delas vive.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objectivo desta reunião vai, no entanto, muito para além do seu âmbito e das intenções que a motivaram. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em primeiro lugar, quer-se que ela seja o despoletar de um Movimento amplo e abrangente, procurando-se, nomeadamente, implicar, na promoção, mais regiões e domínios de acção. Nesse sentido as Associações, presentes na reunião havida, são chamadas a animar encontros a nível local/regional em que se impliquem todos os possíveis potenciais interessados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Segundo lugar, quer-se que o movimento funcione como um processo de consciencialização, de definição de linhas de acção e de princípios orientadores: o Congresso deverá surgir como a consagração de uma caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em terceiro lugar, quer-se assegurar que o Movimento e as suas propostas ganhem visibilidade, o que passa pela participação activa de associações identificadas com princípios e práticas de cidadania. &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://movimentodoassociativismo.blogspot.com/2009/11/dar-corpo-um-movimento-social.html#comment-form"&gt;http://movimentodoassociativismo.blogspot.com/2009/11/dar-corpo-um-movimento-social.html#comment-form&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-1375716023010980552?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://movimentodoassociativismo.blogspot.com/2009/11/dar-corpo-um-movimento-social.html#comment-form' title='Associativismo, Cidadania, Participação _  Dar corpo a um Movimento Social'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/1375716023010980552/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=1375716023010980552' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1375716023010980552'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1375716023010980552'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/02/dar-corpo-um-movimento-social.html' title='Associativismo, Cidadania, Participação _  Dar corpo a um Movimento Social'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S2hS3mhO96I/AAAAAAAAIqo/AMl61Uka9MI/s72-c/T.Interc+Cidadania+Associativismo+Jan+2010.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-3042431567144955224</id><published>2010-01-24T20:56:00.000Z</published><updated>2010-01-24T20:56:28.097Z</updated><title type='text'>Planeamento Estratégico: Museus para o séc. XXI</title><content type='html'>O Plano Estratégico do Instituto dos Museus e da Conservação (IMC): Museus para o séc. XXI foi ontem (20/01/2010) apresentado diante de uma audiência que encheu por completo a sala do Museu de Arte Popular onde se realizou a conferência de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sessão foi inaugurada pelo Secretário de Estado da Cultura, Elísio Summavielle, que introduziu alguns dos tópicos que fazem hoje a actualidade e os problemas dos museus nacionais. Seguiu-se o director do IMC, João Carlos Brigola, que apresentou o plano estratégico, destacando alguns dos aspectos considerados mais relevantes do documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Carlos Brigola começou por sublinhar que este não é um documento fechado, mas sim um conjunto de fundamentos gerais que deverão orientar a acção do IMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este plano tem em linha de conta 31 prioridades de intervenção e estrutura-se em seis eixos de trabalho:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EIXO 1. Reenquadramento do sistema de gestão dos museus tutelados pelo MC/IMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EIXO 2. Inovação de modelos de funcionamento nos museus e palácios do MC/IMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EIXO 3. Governança de proximidade com os representantes e associações profissionais dos sectores da Cultura, das Universidades, da Museologia e da Conservação e Restauro, e com os municípios, as regiões autónomas, entidades públicas, as dioceses, as misericórdias, as fundações e outros agentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EIXO 4. Consolidação e crescimento sustentado da Rede Portuguesa de Museus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EIXO 5. Política coerente e integrada de preservação, estudo, documentação e comunicação das colecções de bens materiais móveis e imóveis, sob a sua tutela, e do património imaterial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;EIXO 6. Qualificação profissional e formação académica e científica dos recursos humanos do IMC.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer o documento em detalhe clique no seguinte endereço:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://nomundodosmuseus.files.wordpress.com/2010/01/planeamentomuseus1.pdf"&gt;http://nomundodosmuseus.files.wordpress.com/2010/01/&lt;strong&gt;planeamentomuseus1.pdf&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-3042431567144955224?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://nomundodosmuseus.files.wordpress.com/2010/01/planeamentomuseus1.pdf' title='Planeamento Estratégico: Museus para o séc. XXI'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/3042431567144955224/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=3042431567144955224' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3042431567144955224'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3042431567144955224'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/01/planeamento-estrategico-museus-para-o.html' title='Planeamento Estratégico: Museus para o séc. XXI'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4461246173428844776</id><published>2010-01-21T16:09:00.005Z</published><updated>2010-02-03T00:10:05.825Z</updated><title type='text'>Tarde Intercultural no Museu _ Democracia Participativa e Cidadania, com Ruy d`Espiney ___________</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S1h7kuIahRI/AAAAAAAAIo8/FYmHEOGpgk4/s1600-h/TARDE+INTERCULT+associatismo.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S1h7kuIahRI/AAAAAAAAIo8/FYmHEOGpgk4/s400/TARDE+INTERCULT+associatismo.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #134f5c; font-size: x-small;"&gt;clicar na foto para ampliar&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Mais informação em &lt;a href="http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho/"&gt;&lt;strong&gt;http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;Em marcha um&amp;nbsp;congresso nacional sobre Cidadania, em meados de Novembro em Tondela. Vamos dando notícias sobre este movimento que se movimenta nas discussões que vão tendo lugar em diversos pontos do país. Questões pertinentes, muito actuais, sobre conceitos e práticas de Cidadania e da democracia participativa em Portugal. Um tema que se prende também, a nosso ver,&amp;nbsp;com&amp;nbsp;um conceito alargado e pró-activo&amp;nbsp;de património e com o papel dos museus na sociedade. Este ano o tema proposto pelo ICOM é: " Museus e harmonia social ", começámos por aqui a harmonizar as ideias ... e a reflectir sobre o sentido histórico do associativismo nas suas diversas&amp;nbsp;vertentes e vocações, desde o final do sec. XIX (a filantropia, o assistencialismo, as mútuas), os príncipios elementares&amp;nbsp;da inclusão,&amp;nbsp;formas entender o rio e&amp;nbsp;as margens no devir da História&amp;nbsp;e de&amp;nbsp;recentrar o problema da participação&amp;nbsp;à luz da contemporaneidade)&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&amp;nbsp;link para o blog do movimento ...&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://movimentodoassociativismo.blogspot.com/2009/11/dar-corpo-um-movimento-social.html#comment-form"&gt;http://movimentodoassociativismo.blogspot.com/2009/11/dar-corpo-um-movimento-social.html#comment-form&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;__________Participem_______________________________&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4461246173428844776?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho/' title='Tarde Intercultural no Museu _ Democracia Participativa e Cidadania, com Ruy d`Espiney ___________'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4461246173428844776/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4461246173428844776' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4461246173428844776'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4461246173428844776'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/01/tarde-intercultural-no-museu.html' title='Tarde Intercultural no Museu _ Democracia Participativa e Cidadania, com Ruy d`Espiney ___________'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S1h7kuIahRI/AAAAAAAAIo8/FYmHEOGpgk4/s72-c/TARDE+INTERCULT+associatismo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-1742021991753374867</id><published>2010-01-20T23:08:00.004Z</published><updated>2010-01-20T23:25:41.645Z</updated><title type='text'>Plano Estratégico para os Museus do Século XXI ?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S1eQqzWZ-CI/AAAAAAAAIo0/WzECXpP0rV4/s1600-h/Durer.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="400" mt="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S1eQqzWZ-CI/AAAAAAAAIo0/WzECXpP0rV4/s400/Durer.bmp" width="318" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;Albrecht Dürer (1471-1528)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;O que vem a lume, são as&amp;nbsp;demissões (nomeadamente a do director do Museu de Arte Antiga), as nomeações e outras re.conduções, assim justificadas em comunicado do gabinete da Ministra da Cultura:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;"a&amp;nbsp;opção de não recondução no cargo por Paulo Henriques vem no 'âmbito de uma nova orientação estratégica dos organismos do ministério da Cultura, em consonância com o Programa do XVIII Governo Constitucional, em que se inclui o &lt;strong&gt;Plano Estratégico para os Museus do Século XXI'&lt;/strong&gt;.&lt;/em&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui, na Antena 1,&amp;nbsp;pode ouvir:&lt;br /&gt;&lt;a href="http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Antonio-Filipe-Pimentel-e-o-novo-director-do-Museu-Nacional-de-Arte-Antiga.rtp&amp;amp;headline=46&amp;amp;visual=9&amp;amp;article=312259&amp;amp;tm=4"&gt;http://tv1.rtp.pt/noticias/?t=Antonio-Filipe-Pimentel-e-o-novo-director-do-Museu-Nacional-de-Arte-Antiga.rtp&amp;amp;headline=46&amp;amp;visual=9&amp;amp;article=312259&amp;amp;tm=4&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao plano estratégico terá que ser bem&amp;nbsp;esmiuçado, sobretudo no que&amp;nbsp;respeita à&amp;nbsp;mudança da tutela de alguns museus do IMC&amp;nbsp;para as Câmaras Municipais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-1742021991753374867?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/1742021991753374867/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=1742021991753374867' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1742021991753374867'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1742021991753374867'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/01/plano-estrategico-para-os-museus-do.html' title='Plano Estratégico para os Museus do Século XXI ?'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S1eQqzWZ-CI/AAAAAAAAIo0/WzECXpP0rV4/s72-c/Durer.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-1937218760107735516</id><published>2010-01-03T20:14:00.003Z</published><updated>2010-01-03T20:30:51.434Z</updated><title type='text'>“Temos de fazer um debate sem estrelismos”</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S0D-UMf6oMI/AAAAAAAAIkU/zAm33WtEIRU/s1600-h/imagem.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S0D-UMf6oMI/AAAAAAAAIkU/zAm33WtEIRU/s200/imagem.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;José do Nascimento Júnior, &lt;strong&gt;diretor do Ibram&lt;/strong&gt;, defende descentralização de recursos. Em entrevista, afirma que reforma na Lei Rouanet e novo fundo não terão um impacto “catastrófico” e sugere criação de museus&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Folha de S.Paulo, Ilustrada, Silas Martí, 24/12/2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No centro das discussões sobre o futuro dos museus no país está um único homem. José do Nascimento Júnior, antropólogo social, é o diretor do Instituto Brasileiro de Museus. Está nas mãos dele, em grande parte, a missão de contentar grandes e pequenos museus do país. É criticado de um lado por não ser ligado às artes visuais. Mas recebe elogios, de outro, pela tentativa de organizar o setor de museus no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em &lt;strong&gt;entrevista à Folha&lt;/strong&gt;, no dia em que deu posse ao conselho do Ibram, Nascimento Júnior se defende de acusações de uso eleitoreiro da máquina do Ministério da Cultura, esclarece o conflito em torno dos modelos de gestão estaduais e afirma que o novo fundo para o setor de museus, aliado à reforma da Lei Rouanet, não terá efeito “catastrófico”. Leia a seguir alguns trechos da conversa. (SILAS MARTÍ)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S0D6Pdl92SI/AAAAAAAAIkM/6XjD2zP4grM/s1600-h/masp.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S0D6Pdl92SI/AAAAAAAAIkM/6XjD2zP4grM/s400/masp.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #666666;"&gt;MASP. São Paulo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;FOLHA - A maioria dos museus depende de recursos incentivados. A reforma na Lei Rouanet não vai gerar patrocínios e travar instituições?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;JOSÉ DO NASCIMENTO JÚNIOR - Esse teto de 80% aponta para um campo em que o incentivo não pode ser 100% para todas as áreas. As empresas têm de entrar com dinheiro bom, e eu não vejo a possibilidade de secar a fonte, porque a área de cultura dá uma visibilidade interessante às empresas. E a nova lei também cria uma série de fundos. Sempre há medo, mas o ministério vai estabelecer regras de transição. Não vai ocorrer um impacto catastrófico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Não é utópica a ideia de descentralizar os recursos e financiar museus em todo o país?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NASCIMENTO JÚNIOR - A concentração de instituições culturais no Brasil não passou da linha do Tratado de Tordesilhas, e o Brasil hoje é a sexta maior rede de museus do mundo. É importante entender que o museu é a unidade básica de memória. Há uma demanda real no país por mais museus. As pessoas também precisam enxergar o Brasil como um todo, não a partir de São Paulo ou do Rio. Tem que entender o país na sua complexidade e na sua profundidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Mas, nessa descentralização, grandes museus temem que vão perder recursos na divisão com milhares de instituições minúsculas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NASCIMENTO JÚNIOR - Os grandes vão ser tratados como grandes. As megaestruturas sempre foram muito bem tratadas em detrimento das pequenas. Nunca foi o contrário, até porque a visibilidade foi sempre em direção aos grandes. Precisamos ampliar o número de recursos, não ficar numa linha do meu pirão primeiro. Temos que tratar em cada âmbito. Governos estaduais e municipais também têm de ter suas políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Essa nova estrutura, no entanto, não pode dar margem ao uso eleitoreiro da máquina estatal?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NASCIMENTO JÚNIOR - Se a gente fosse eleitoreiro, estaria investindo onde tem concentração de voto, mas estamos mostrando que o Brasil é mais complexo do que essas regiões. Quem for ao Brasil profundo dialogar com Estados como o Piauí, Maranhão, Acre, Roraima vai ver que tem necessidades que a estrutura que nós herdamos do Ministério da Cultura não nos permitia atender. Nós refundamos o ministério e hoje ele é uma estrutura garantidora do direito cultural.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Como será resolvido o impasse em nível estadual, com organizações sociais com diretores que não podem ser remunerados, de acordo com o Estatuto de Museus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NASCIMENTO JÚNIOR - É um equívoco interpretar o estatuto como sendo restritivo a isso. Se você pegar três, quatro juristas, cada um vai dar um parecer diferente sobre isso. São Paulo não necessita fazer disso um cavalo de batalha. Estamos caminhando para regulamentar. Temos de fazer esse debate com tranquilidade, sem estrelismos ou visões apaixonadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FOLHA - Mas esse esquema em nível estadual mais a estrutura federal não leva a um possível inchaço da máquina estatal, como no Ibram?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;NASCIMENTO JÚNIOR - Não temos uma megaestrutura. São 40 cargos. O restante deles foi criado para reforçar a estrutura dos museus federais. São 470 pessoas, funcionários públicos de carreira. E vamos ter concurso agora para 260 funcionários, parte em Brasília e parte deles nos museus federais.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-1937218760107735516?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/1937218760107735516/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=1937218760107735516' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1937218760107735516'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1937218760107735516'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2010/01/temos-de-fazer-um-debate-sem.html' title='“Temos de fazer um debate sem estrelismos”'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/S0D-UMf6oMI/AAAAAAAAIkU/zAm33WtEIRU/s72-c/imagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-3381936934303679756</id><published>2009-12-15T19:20:00.001Z</published><updated>2009-12-15T19:22:17.336Z</updated><title type='text'>PIERRE MAYRAND</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SyfgXZABUbI/AAAAAAAAIfI/e6U3mpqcC-M/s1600-h/Pierre+Lisboa+2008" imageanchor="1" style="clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ps="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SyfgXZABUbI/AAAAAAAAIfI/e6U3mpqcC-M/s400/Pierre+Lisboa+2008" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;LA MUSÉOLOGIE SANS DESSUS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;DESSOUS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;Regards sur la muséologie actuelle &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #274e13;"&gt;Pamphlet d’ un altermuséologue, 2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;INTRODUCTION&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On aura compare le musée à un mastodonte (Balerdi), à une marre à grenouilles (Santiago), la muséologie à un animal qui tente de se mordre la queue et à un immense marécage ( Mayrand ). Après la période des innovations qui introduira le concept des nouvelles muséologies ( 1970-1990 ) suivra une période, précédant la récession financière et la crise morale engendrée par un capitalisme déréglé, où chacun, petit ou grand, tentera d’ explorer des voies nouvelles, chacune de ces périodes produira une abondante littérature cherchant à justifier le choix de société des uns et des autres ( le consevatisme en opposition avec le communitarisme et la massification ). Le musée lui-même ( Le Louvre ) devenant objet de marchandages ou de développements urbains ( Bilbao ), s’ aventurera dans la voie de l’ intermédialité ( SAT, Montreal, 2009 ) et des études théoriques pour elles-mêmes sur la médiation (Davallon). La mise au jeux: L’ apport des arts médiatiques conduisant à une quasi virtualisation de l’ institution muséale dans l’ approche de l’ objet-mémoire, Ces formes extrêmes de conceptualisation s’ accompagnent d’ un coup d’ oeil vers les expériences proches des populations cherchant à faire la synthèse de leur identité et à dégager une nouvelle formulation de la tradition communautaire dont l’ écomusée, malgré ses aléas actuels, demeure le plus réputé.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’ introduction pléthorique de néologismes pour tenter de se situer dans une évolution accélérée, les essais de définition du Musée ( Mairesse, Desvallées, Mayrand ) et des fonctions qui s’ y rattachent, sont symptomatiques du malaise que connait cette industrie culturelle ( boîte à mémoire, miroir de représentations du monde et de phénomènes paticuliers ), nous ayant amené à titrer ce pamphlet &lt;la dessous="" dessus="" muséologie="" sans=""&gt;: L’ absence de politiques cohérentes, de terrains concensuels, emportés par la vague déferlante du néo-libéralisme. Nostalgique de la grande période de rénovations d’ aprés guerre, d’ un futur que l’ on voudrait comme l’ entrée dans la magie de l’ univers cybernétique, la machine continue néanmoins à tourner, tellement le musée est enraciné dans les mentalités comme l’ espace privilégié des mémoires porteuses de valeurs patrimoniales, sans lesquelles il n’ y aurait plus de dessus ( vision cohérente ) et de dessous ( action cohérente ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Et si le hasard voulait que l’ institution se dissolve, entraînant dans sa chute l’ ICOM au bénéfice d’ une action culturelle d’ une toute autre nature faisant une césure entre la conservation des oeuvres jugées représentatives par l’ humanité ( pourquoi pas par référendums ? ) ou de communautés particulières, et la fonction culturelle proprement dite ( subversive, insitative ), soit des espaces devenus des lieux de convergence autour de thèmes de la mémoire interculturelle en construction, comme on le trouve déjà dans le musée agora, plaque tournante de l’ émergence de citoyennetés ? L’ altermuséologie, ce nouveau rameau de la nouvelle muséologie s’ y attache déjà ( Musée à l’ attaque, 2009, Manifeste, 2007 )&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;AUTREFOIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musée standard ……….. Conservatoire,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musée collection&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mémorial&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;…………………&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cumulatif&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musée communautaire….Biens usagers jugés &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Représentatifs par un &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Milieu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;……………………&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lien affectif&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;ACTUELLEMENT&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;_________________________________________&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;_________________________________________&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;_________________________________________&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;_________________________________________&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;_________________________________________&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;_________________________________________&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;__________________________________________&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #e06666; font-size: x-large;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-3381936934303679756?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/3381936934303679756/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=3381936934303679756' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3381936934303679756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3381936934303679756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/12/pierre-mayrand.html' title='PIERRE MAYRAND'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SyfgXZABUbI/AAAAAAAAIfI/e6U3mpqcC-M/s72-c/Pierre+Lisboa+2008' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-3021095787499356878</id><published>2009-12-05T00:15:00.000Z</published><updated>2009-12-05T00:15:23.354Z</updated><title type='text'>“Artes de Cura e Espanta-Males” - Museu do Trabalho Michel Giacometti</title><content type='html'>O livro “Artes de Cura e Espanta-Males”, coordenado por Ana Gomes de Almeida, Ana Paula Guimarães e Miguel Guimarães, com base no espólio de medicina popular recolhido por Michel Giacometti, é lançado em Setúbal no sábado à tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sessão, a realizar no Museu do Trabalho Michel Giacometti, às 15h00, numa organização da Câmara Municipal de Setúbal, é apresentada por António Vecino e conta com a exibição de um filme de Tiago Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O espólio retratado na obra encontra-se no Museu da Música Portuguesa, resultando de uma recolha feita pelo etnógrafo corso Michel Giacometti, com mais de 5500 fichas sobre doenças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miguel Magalhães, Ana Paula Guimarães e Ana Gomes de Almeida prepararam o material, classificaram-no e expuseram-no aos olhares de médicos especialistas, poetas, artistas, investigadores e professores. Estes responsáveis comentaram os textos de rezas, ladainhas, provérbios e orações (frequentemente com ervas, às vezes através de pedras ou animais) para tratar males como hipertensão, hemorróidas, gangrena, brotoeja, raquitismo, halitose, anorexia, leucorreia, anemia, coqueluche, nefrite, ciática, apoplexia, doenças dos olhos, tumores, epistaxis, fracturas, fogagem, bronquite, insónias, cãibras, blenorragia, picadas de abelhas, hemorragias, piolhos, afrontas e espigas das unhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Com a obra a apresentar no sábado em Setúbal, os leitores podem tomar um contacto com essas receitas desaconselhadas hoje, concebidas, nalguns casos, há milhares de anos e transmitidas de geração em geração, manifestando crenças secretas relativas ao corpo e à doença.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sxmlzc3vFwI/AAAAAAAAIcg/r5t51-piXD4/s1600-h/artes_100.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" er="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sxmlzc3vFwI/AAAAAAAAIcg/r5t51-piXD4/s400/artes_100.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;_______________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Museu do Trabalho Michel Giacometti (junto ao Miradouro das Fontaínhas, em Setúbal)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Telef 265537880&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="mailto:museu.trabalho@mun-setubal.pt"&gt;museu.trabalho@mun-setubal.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-3021095787499356878?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/3021095787499356878/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=3021095787499356878' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3021095787499356878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/3021095787499356878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/12/artes-de-cura-e-espanta-males-museu-do.html' title='“Artes de Cura e Espanta-Males” - Museu do Trabalho Michel Giacometti'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sxmlzc3vFwI/AAAAAAAAIcg/r5t51-piXD4/s72-c/artes_100.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-689713448276618204</id><published>2009-12-01T01:17:00.000Z</published><updated>2009-12-01T01:17:29.379Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>NOTES DE LECTURE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Musée et muséologie,&lt;br /&gt;Dominique Poulot (2009)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Par Pierre Mayrand, réseau de correspondance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LA PHRASE UNIQUE,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si je passe en coup de vent aux conclusions de l’ auteur, j’ y trouve, esquissées plusieurs de mes propres considérations, comme celles de presque tous lesauteurs de la nouvelle vague,: Un sur le renversement spectaculaire du musée: Un espace public flexible, multifonctionnel, pouvant abriter des pans de collections (Branly) comme donner l’ impression qu’elles s’ y trouvent toutes exposées aux regards du public (Branly) dansd une perspective renouvelée, provoquée par la multiplicité sans borne des approches ( le sentiment d’ immersion, coeur de l’ expression muséale , à l’ exception de l’ art actuel qui persiste à se cantonner dans l’ unicité ), aborder les faits de mémoire comme mausolées des traumas ou de momments exceptionnels d’ expériences de vie ( Setúbal ) … en d’ autres termes, faire le choix d’entrer dans l’ intériorité collective, ou dans les manifestations humaines, restituées dans leur environnement social et physique, leur servant de décor psychophylanthropique, ramenant ainsi l’ espace public réservé institutionnellement au MUSEE, à sa fonction première d espace meuble, selon les circonstances, par les choix thématiques, didactiques ou sensationnels, à láide de dispositifs plus ou moins denses, les salles d’ exposition servant d’ avant scènes à une machine organisationelle manipulée tant par les professionnels que par des volontaires, les distinctions encore recentes s’effaçant au profit de l’ hôte, orienté ou désorienté, au coeur de cette logique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un ouvrage modeste, sans prétentions, où l’ auteur admet qu’il faudrait ( nous sommes en 2009 ) qu’il faudrait élargir le contexte presque exclsusivement français à une mise en situation internationale, du moins dans le monde occidental.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-689713448276618204?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/689713448276618204/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=689713448276618204' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/689713448276618204'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/689713448276618204'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/12/notes-de-lecture-musee-et-museologie.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-5963995275404144740</id><published>2009-11-27T15:06:00.005Z</published><updated>2009-11-27T23:01:44.573Z</updated><title type='text'>Cartografias da Memória _ Museu do Trabalho</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sw_qzrI8RMI/AAAAAAAAIY0/syAon9ULIA0/s1600/Cartografias+Tarde+Interc+Museu.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sw_qzrI8RMI/AAAAAAAAIY0/syAon9ULIA0/s400/Cartografias+Tarde+Interc+Museu.JPG" yr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.mun-setubal.pt/museutrabalho/"&gt;http://www.mun-setubal.pt&lt;strong&gt;/museutrabalho&lt;/strong&gt;/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;Tarde Intercultural: Cartografias da memória _ Museologia Social e participação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Sábado, 28 de Novembro, das 15 às 18-00h, no Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Em Setúbal (Junto ao Miradouro das Fontaínhas)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Esta Tarde Intercultural é (perspectiva-se)&amp;nbsp;diferente. Diferente no modelo, porque chamou à conversa várias vozes, tentando reunir pensamento e acção sobre os ancoradouros da memória, os seus territórios e as múltiplas inscrições. Diferente porque este falar polifónico se fará à volta de uma mesa e porque esse tempo irá dominar a tarde que será assim mais reflexiva do que celebrativa (apesar da concertina e do histórico Bolo-rei). É uma Tarde para estar e conversar produtivamente sobre as práticas e os valores que orientam o delicado trabalho das diversas redes de profissionais e voluntários na recolha das memórias e estudo das identidades. Mas esta Tarde também é diferente porque representa para nós um marco, um momento charneira para falar do "estado da Arte". É também uma oportunidade para acertar o passo com outros museus e saber de projectos de reconhecido impacto, na Arte de recolher e partilhar memórias, mola de uma Museologia participativa, inclusiva, acessível, socialmente responsável e ousada, que persegue os valores e os&amp;nbsp;princípios fundadores do MINOM- Movimento Internacional para uma Nova Museologia, lançados na Mesa-Redonda de Santiago do Chile, ICOM, 1972, confirmados pela&amp;nbsp;Declaração de Québec (MINOM) 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Victor&lt;br /&gt;Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nota: sobre&amp;nbsp;os valores&amp;nbsp;que norteiam&amp;nbsp;os princípios da&amp;nbsp;&lt;strong&gt;Nova Museologia&lt;/strong&gt; e os&amp;nbsp;documentos fundadores do MINOM, ler mais em: &lt;a href="http://www.interactions-online.com/"&gt;http://www.&lt;strong&gt;interactions-online&lt;/strong&gt;.com/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-5963995275404144740?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mun-setubal.pt/museutrabalho/' title='Cartografias da Memória _ Museu do Trabalho'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/5963995275404144740/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=5963995275404144740' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5963995275404144740'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5963995275404144740'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/11/cartografias-da-memoria-museu-do.html' title='Cartografias da Memória _ Museu do Trabalho'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sw_qzrI8RMI/AAAAAAAAIY0/syAon9ULIA0/s72-c/Cartografias+Tarde+Interc+Museu.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-957168509777211959</id><published>2009-11-11T16:03:00.000Z</published><updated>2009-11-11T16:03:02.147Z</updated><title type='text'>XIX JORNADAS SOBRE A FUNÇÃO SOCIAL DO MUSEU: “O TRABALHO COMO PATRIMÓNIO MUSEOLÓGICO”</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvrfHe59QvI/AAAAAAAAIUU/IMlZBEMgXWQ/s1600-h/minom-cartaz.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sr="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvrfHe59QvI/AAAAAAAAIUU/IMlZBEMgXWQ/s640/minom-cartaz.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Câmara Municipal de Paços de Ferreira em parceria com o MINOM- Portugal, organizam as XIX Jornadas Sobre a Função Social do Museu, subordinadas ao tema – O Trabalho como Património Museológico, a terem lugar em Paços de Ferreira entre 13 e 15 de Novembro de 2009.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secretariado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tel.: 255 963 643&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;e-mail: &lt;a href="mailto:Jornadasminom.pacosdeferreira@hotmail.com"&gt;Jornadasminom.pacosdeferreira@hotmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:macs.servicoeducativo@gmail.com"&gt;macs.servicoeducativo@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;____________________________________&lt;br /&gt;&lt;em&gt;in&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;a href="http://apat.wordpress.com/"&gt;http://apat.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-957168509777211959?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://apat.wordpress.com/' title='XIX JORNADAS SOBRE A FUNÇÃO SOCIAL DO MUSEU: “O TRABALHO COMO PATRIMÓNIO MUSEOLÓGICO”'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/957168509777211959/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=957168509777211959' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/957168509777211959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/957168509777211959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/11/xix-jornadas-sobre-funcao-social-do.html' title='XIX JORNADAS SOBRE A FUNÇÃO SOCIAL DO MUSEU: “O TRABALHO COMO PATRIMÓNIO MUSEOLÓGICO”'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvrfHe59QvI/AAAAAAAAIUU/IMlZBEMgXWQ/s72-c/minom-cartaz.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-6697379412905089282</id><published>2009-11-04T23:48:00.002Z</published><updated>2009-11-05T00:08:59.527Z</updated><title type='text'>Biblioteca Digital Mundial</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvIV6B7P2xI/AAAAAAAAIQk/OImTcOU_AHA/s1600-h/ANTIQUITES_Tome_Premier-006_thumb_item.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvIV6B7P2xI/AAAAAAAAIQk/OImTcOU_AHA/s640/ANTIQUITES_Tome_Premier-006_thumb_item.gif" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.wdl.org/pt/"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;http://www.wdl.org/pt/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Reúne mapas, textos, fotos, gravações e filmes de todos os tempos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;e explica em sete idiomas as jóias e relíquias culturais de todas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;as bibliotecas do planeta.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Tem, sobre tudo, carácter patrimonial" , antecipou ontem em LA&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;NACION Abdelaziz Abid, coordenador do projecto impulsionado pela&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;UNESCO e outras 32 instituições.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A BDM não oferecerá documentos correntes, a não ser "com valor de&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;património, que permitirão apreciar e conhecer melhor as culturas do&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;mundo em idiomas diferentes: árabe, chinês, inglês, francês,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;russo, espanhol e português. Mas há documentos em linha em mais de&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;50 idiomas".&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Entre os documentos mais antigos há alguns códices precolombianos,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;graças à contribuição do México, e os primeiros mapas da&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;América, desenhados por Diego Gutiérrez para o rei de Espanha em&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;1562", explicou Abid.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Os tesouros incluem o Hyakumanto darani , um documento em japonês&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;publicado no ano 764 e considerado o primeiro texto impresso da&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;história; um relato dos azetecas que constitui a primeira menção&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;do Menino Jesus no Novo Mundo; trabalhos de cientistas árabes&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;desvelando o mistério da álgebra; ossos utilizados como oráculos e&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;esteiras chinesas; a Bíblia de Gutenberg; antigas fotos&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;latino-americanas da Biblioteca Nacional do Brasil e a célebre&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Bíblia do Diabo, do século XIII, da Biblioteca Nacional da Suécia&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Fácil de navegar&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Cada jóia da cultura universal aparece acompanhada de uma breve&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;explicação do seu conteúdo e seu significado. Os documentos foram&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;escaneados e incorporados no seu idioma original, mas as&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;explicações aparecem em sete línguas, entre elas O PORTUGUÊS&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A biblioteca começa com 1200 documentos, mas foi pensada para&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;receber um número ilimitado de textos, gravados, mapas, fotografias&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;e ilustrações.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;strong&gt;Como se acessa ao sítio global&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Embora seja apresentado oficialmente hoje na sede da UNESCO , em&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Paris, a Biblioteca Digital Mundial já está disponível na&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Internet, através do sítio www.wdl.org .&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;O acesso é gratuito e os usuários podem ingressar directamente pela&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Web , sem necessidade dese registarem&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Quando&amp;nbsp;se faz clique sobre o endereço &lt;strong&gt;www.wdl.org&lt;/strong&gt; , tem a&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;sensação de tocar com as mãos a história universal do&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;conhecimento. Permite ao internauta orientar a sua busca por épocas,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;zonas geográficas, tipo de documento e instituição. O sistema&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;propõe as explicações em sete idiomas (árabe, chinês, inglês,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;francês, russo, espanhol e português). Os documentos, por sua&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;parte, foram escaneados na sua língua original. Desse modo, é&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;possível, por exemplo, estudar em detalhe o Evangelho de São Mateus&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;traduzido em aleutiano pelo missionário russo Ioann Veniamiov, em&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;1840. Com um simples clique, podem-se passar as páginas de um livro,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;aproximar ou afastar os textos e movê-los em todos os sentidos. A&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;excelente definição das imagens permite uma leitura cómoda e&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;minuciosa.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Entre as jóias que contem no momento a BDM está a Declaração de&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Independência dos Estados Unidos, assim como as Constituições de&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;numerosos países; um texto japonês do século XVI considerado a&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;primeira impressão da história; o jornal de um estudioso veneziano&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;que acompanhou Fernão de Magalhães na sua viagem ao redor do mundo;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;o original das "Fábulas" de Lafontaine, o primeiro livro publicado&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;nas Filipinas em espanhol e tagalog, a Bíblia de Gutemberg, e umas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;pinturas rupestres africanas que datam de 8.000 A.C..&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Duas regiões do mundo estão particularmente bem representadas:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;América Latina e Médio Oriente. Isso deve-se à activa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;participação da Biblioteca Nacional do Brasil, a biblioteca&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Alexandrina do Egipto e a Universidade Rei Abdulá da Arábia&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Saudita.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;A estrutura da BDM foi decalcada do projecto de digitalização da&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Biblioteca do Congresso dos Estados Unidos, que começou em 1991 e&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;actualmente contém 11 milhões de documentos em linha.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Os seus responsáveis afirmam que a BDM está sobretudo destinada a&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;investigadores, professores e alunos. Mas a importância que reveste&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;esse sítio vai muito além da incitação ao estudo das novas&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;gerações que vivem num mundo áudio-visual. Este projecto tampouco&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;é um simples compêndio de história em linha: é a possibilidade de&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;aceder, intimamente e sem limite de tempo, ao exemplar sem preço,&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;inabordável, único, que cada um alguma vez sonhou conhecer&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-6697379412905089282?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.wdl.org/pt/' title='Biblioteca Digital Mundial'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/6697379412905089282/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=6697379412905089282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6697379412905089282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6697379412905089282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/11/biblioteca-digital-mundial.html' title='Biblioteca Digital Mundial'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvIV6B7P2xI/AAAAAAAAIQk/OImTcOU_AHA/s72-c/ANTIQUITES_Tome_Premier-006_thumb_item.gif' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8385171445101874987</id><published>2009-11-04T11:03:00.002Z</published><updated>2009-11-04T11:03:23.606Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvFfaXl5kHI/AAAAAAAAIQc/HuJKb0GcNqo/s1600-h/image002.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvFfaXl5kHI/AAAAAAAAIQc/HuJKb0GcNqo/s640/image002.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8385171445101874987?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8385171445101874987/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8385171445101874987' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8385171445101874987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8385171445101874987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/11/blog-post.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SvFfaXl5kHI/AAAAAAAAIQc/HuJKb0GcNqo/s72-c/image002.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8170735160988341423</id><published>2009-10-28T23:53:00.011Z</published><updated>2009-10-30T12:18:24.215Z</updated><title type='text'>TARDE INTERCULTURAL " Les Portugaises"</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SujYZW_vO5I/AAAAAAAAIPI/f0XHkNH2fsA/s1600-h/TInterc+Ostras.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SujYZW_vO5I/AAAAAAAAIPI/f0XHkNH2fsA/s400/TInterc+Ostras.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mun-setubal.pt/museutrabalho/"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;http://www.mun-setubal.pt/museutrabalho/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ostras do Sado – “Rosários” de estórias e memórias&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma a uma, milhares de cascas de ostras, enfiadas como pérolas em arame, adensam-se nas margens do rio, formando&amp;nbsp;um emaranhado de&amp;nbsp;colares, rosários, onde se aninhavam as novas ostras para&amp;nbsp;ganhar casca e, assim, resistir à corrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres (coisas de mulheres, como não poderia deixar de ser …), também lhes chamavam “berços”, embalando na metáfora a ideia de sobrevivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cadeia de operações e actos técnicos, meticulosamente descritos e agilmente ensaiados nos gestos dos homens e mulheres que nas décadas de 50 e 60 trabalharam nas várias concessões de ostras ao longo do Sado, mostram o rigor e a importância deste sector na economia local, que renasceu e ainda hoje conjuga, num pretérito quase perfeito, verbos como: Apanhar, mariscar, destroncar, escolher, pesar, embalar, embarcar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes actos trazem associadas estórias de pessoas e grupos que são verdadeiras pérolas dos patrimónios de Setúbal e do Rio. O filme "Les Portugaises" de Rui Filipe Torres, em antestreia no museu, lança a rede a esta temática, fazendo a ponte entre o passado e o presente da cultura das ostras em Setúbal, advertindo que "há ideias de progresso que não têm futuro", centrando a questão no problema ambiental e nas escolhas que perigaram e perigam o frágil equilíbrio do estuário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Centro de memórias – enredando “estórias”&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voluntários pelo património, enquadrados por museólogos e cientistas na área do ambiente (caso de Antunes Dias ilustre biólogo, ex-director das reservas do estuário do Sado e do Tejo), têm vindo a disponibilizar parte do seu tempo e muito do seu saber (e sentir) para construir uma rede de recolha e tratamento de testemunhos que constituem hoje, um verdadeiro rosário de memórias sobre os patrimónios do rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como na pesca, esta malha feita de pessoas, saberes e “sentires” é complexa, tem o seu preceito, as suas cadências. É um processo moroso mas revela-se de uma importância vital para a sobrevivência da comunidade enquanto viveiro de culturas e locus de inovação. Ao contar e, sobretudo, ao recontarmo-nos atrasamos a morte, re(cria)mo-nos. Estas redes de conversas que o museu lança ao rio das memórias são a forma que encontrámos de resistir às fortes correntes do esquecimento; são a nossa armadilha contra a morte anunciada de um riquíssimo património material e imaterial que tende a ser engolido por “ideias de progresso que não têm futuro” &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As histórias de vida recolhidas por voluntários e informantes, entroncam umas nas outras e vão dando corpo ao centro de memórias que constitui hoje um recurso fundamental para o estudo das identidades socioprofissionais ligadas ao trabalho dos marítimos e das conserveiras de Setúbal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas estes trabalhos de Sísifo, precisam de mais pessoas e de muita paciência. É um trabalho de dedicação e paciência que vai entrelaçando “estórias” e trazendo à tona os objectos que as suportam como signos de uma fortíssima cultura de mar. No próximo ano temos em mente realizar, em parceria com o IELT, Universidade Nova de Lisboa, um colóquio designado “Falas do Rio”, reedição de outros que se têm realizado em vilas e cidades costeiras, como é o caso de Ílhavo, mas até lá temos muito que trabalhar e precisamos da sua indispensável participação. Junte-se a nós, temos encontro marcado no Centro de Memórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isabel Victor e Maria Miguel Cardoso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Museu do trabalho Michel Giacometti e Arquivo Fotográfico Américo Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divisão de Museus da Câmara Municipal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outubro 2009&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8170735160988341423?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mun-setubal.pt/museutrabalho/' title='TARDE INTERCULTURAL &quot; Les Portugaises&quot;'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8170735160988341423/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8170735160988341423' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8170735160988341423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8170735160988341423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/10/tarde-intercultural-les-portugaises.html' title='TARDE INTERCULTURAL &quot; Les Portugaises&quot;'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SujYZW_vO5I/AAAAAAAAIPI/f0XHkNH2fsA/s72-c/TInterc+Ostras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-5483153013385843566</id><published>2009-10-25T22:35:00.004Z</published><updated>2009-10-25T22:46:12.339Z</updated><title type='text'>Todos contamos uns aos outros. Não damos por isso, mas todos contamos ... grandes e pequenos</title><content type='html'>&lt;embed allowfullscreen="true" height="377" src="http://rd3.videos.sapo.pt/play?file=http://rd3.videos.sapo.pt/Q9C7sq9ykA9jtuP57UPm/mov/1" type="application/x-shockwave-flash" width="410" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De cor (do&amp;nbsp;coração ...)&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escutem Ana Paula Guimarães / IELT&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ielt.org/"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;http://www.&lt;strong&gt;ielt.&lt;/strong&gt;org&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-5483153013385843566?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.memoriamedia.net/' title='Todos contamos uns aos outros. Não damos por isso, mas todos contamos ... grandes e pequenos'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/5483153013385843566/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=5483153013385843566' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5483153013385843566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5483153013385843566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/10/historias-do-coracao-todos-contamos-uns.html' title='Todos contamos uns aos outros. Não damos por isso, mas todos contamos ... grandes e pequenos'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-5500676509479357562</id><published>2009-10-22T23:39:00.001+01:00</published><updated>2009-10-22T23:41:10.554+01:00</updated><title type='text'>Falas da Ria no MemóriaMédia</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SuDeE8W28aI/AAAAAAAAIN4/7MKF7Ge1eXI/s1600-h/falas-do-mar-destaque.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SuDeE8W28aI/AAAAAAAAIN4/7MKF7Ge1eXI/s400/falas-do-mar-destaque.jpg" vr="true" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;EVENTO EM DESTAQUE &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.memoriamedia.net/"&gt;http://www.memoriamedia.net/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Integrado no projecto Memoriamedia, este canal divulga conhecimentos e modos de fazer enraízados no quotidiano das comunidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Falas do Mar / Falas da Ria” é dedicado a todo o riquíssimo património oral, literário, documental, pictórico, fotográfico e multimédia existente – do passado e do presente – sobre as práticas culturais, representações, valores, comportamentos, simbologias e discursos ligados ao Mar em geral e à Ria de Aveiro em particular. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A perspectiva interdisciplinar deste Colóquio conta com a contribuição de investigadores, criadores e narradores capazes de encetar uma busca comum e comparada do conhecimento, com a preocupação de ligar a investigação bibliográfica e multimédia à experiência de vida e do terreno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://www.memoriamedia.net/noticias/Falas-do-Mar-da-Ria-programa-web.pdf"&gt;http://www.memoriamedia.net/noticias/Falas-do-Mar-da-Ria-&lt;span style="color: #134f5c; font-size: large;"&gt;programa&lt;/span&gt;-web.pdf&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-5500676509479357562?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.memoriamedia.net/' title='Falas da Ria no MemóriaMédia'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/5500676509479357562/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=5500676509479357562' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5500676509479357562'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5500676509479357562'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/10/falas-da-ria-no-memoriamedia.html' title='Falas da Ria no MemóriaMédia'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SuDeE8W28aI/AAAAAAAAIN4/7MKF7Ge1eXI/s72-c/falas-do-mar-destaque.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4435365536759095164</id><published>2009-09-28T16:20:00.008+01:00</published><updated>2009-09-28T23:55:39.970+01:00</updated><title type='text'>No Museu do Trabalho  Michel Giacometti</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDQcQqgF1I/AAAAAAAAIDQ/B_M7BoHlr8I/s1600-h/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+018.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDQcQqgF1I/AAAAAAAAIDQ/B_M7BoHlr8I/s320/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+018.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;_____________________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Ana Paula Guimarães &lt;strong&gt;IELT&lt;/strong&gt; apresenta " &lt;em&gt;Artes de cura e espanta males &lt;/em&gt;",&amp;nbsp;obra no prelo,&amp;nbsp;sistematizada por&amp;nbsp;Miguel Magalhães&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDSFh9Gn8I/AAAAAAAAID4/vpdrFt5bkvM/s1600-h/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+080.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDSFh9Gn8I/AAAAAAAAID4/vpdrFt5bkvM/s400/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+080.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;______________________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Apresentação da exposição " &lt;strong&gt;Em memória de Michel Giacometti&lt;/strong&gt; " do&amp;nbsp;Museu da música portuguesa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDRX9zfYbI/AAAAAAAAIDo/BMoWCo4ap88/s1600-h/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+046.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDRX9zfYbI/AAAAAAAAIDo/BMoWCo4ap88/s320/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+046.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;___________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Manuel Rocha, violinista da &lt;strong&gt;Brigada Vítor Jara&lt;/strong&gt;, improvisando sobre temas (fonogramas) do cancioneiro. Momento único. Raro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDRR_MQZWI/AAAAAAAAIDg/yzZ6b-6vZVI/s1600-h/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+031.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" iq="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDRR_MQZWI/AAAAAAAAIDg/yzZ6b-6vZVI/s320/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+031.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;______________________________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Tarde Intercultural sobre Michel Giacometti, &lt;strong&gt;integralmente gravada&lt;/strong&gt; e disponível para consulta no &lt;strong&gt;Centro de Documentação do Museu do Trabalho&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4435365536759095164?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho/' title='No Museu do Trabalho  Michel Giacometti'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4435365536759095164/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4435365536759095164' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4435365536759095164'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4435365536759095164'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/09/no-museu-do-trabalho-encontros-sobre.html' title='No Museu do Trabalho  Michel Giacometti'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SsDQcQqgF1I/AAAAAAAAIDQ/B_M7BoHlr8I/s72-c/Tarde+Giacometti+Setermbro+2009+018.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4899563995132394494</id><published>2009-09-24T08:53:00.005+01:00</published><updated>2009-09-28T16:03:44.135+01:00</updated><title type='text'>Michel Giacometti, dedicadamente ...</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Srslua4_80I/AAAAAAAAIBs/beMAIbfBirg/s1600-h/TInterc+Michel+Giacometti.bmp"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5384939258874164034" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Srslua4_80I/AAAAAAAAIBs/beMAIbfBirg/s400/TInterc+Michel+Giacometti.bmp" style="cursor: hand; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 282px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: #666666; font-size: 85%;"&gt;&lt;strong&gt;(Clicar no cartaz para ler o programa)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Tarde Intercultural &lt;strong&gt;" Michel Giacometti, dedicadamente ... ",&lt;/strong&gt; Sábado, 26 de Setembro, inicia-se pelas 15-00h, no &lt;strong&gt;Museu do Trabalho&lt;/strong&gt;, em Setúbal (junto ao Miradouro das Fontaínhas). Encerra no &lt;strong&gt;Cine municipal Charlot&lt;/strong&gt; com a exibição do filme "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Encontros&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" de Pierre-Marie Goulet, pelas 17-30, com a presença do realizador.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais informações sobre o Museu do Trabalho, exposições, projectos, estudos, publicações e actividades em &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho"&gt;&lt;strong&gt;www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #336666;"&gt;_________________________________________________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4899563995132394494?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4899563995132394494/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4899563995132394494' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4899563995132394494'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4899563995132394494'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/09/michel-giacometti-dedicadamente.html' title='Michel Giacometti, dedicadamente ...'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Srslua4_80I/AAAAAAAAIBs/beMAIbfBirg/s72-c/TInterc+Michel+Giacometti.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-5725671480167042097</id><published>2009-09-09T07:59:00.002+01:00</published><updated>2009-09-19T03:26:21.816+01:00</updated><title type='text'>Africa Museum website</title><content type='html'>O &lt;strong&gt;Africa Museum&lt;/strong&gt; possui um &lt;em&gt;&lt;strong&gt;website&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; diferente e bastante inteligente para crianças de todo o mundo. Kanni conta um pouco sobre seu país, o Congo, através dele e de seus amigos o visitante poderá conhecer a cultura, gastronomia, agricultura, profissões, fauna, flora, entre outros tantos temas mais. Além do website destinado ao público infantil, o Africa Museum, tem projetos especialmente destinados aos professores. Vale a pena conferir!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://kids.africamuseum.be/HTML_en/index.html"&gt;&lt;strong&gt;http://kids.africamuseum.be/HTML_en/index.html&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a class="quickedit" title="Editar" onclick="'return" href="http://www.blogger.com/rearrange?blogID=37283617&amp;amp;widgetType=HTML&amp;amp;widgetId=HTML2&amp;amp;action=editWidget" target="configHTML2"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-5725671480167042097?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/5725671480167042097/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=5725671480167042097' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5725671480167042097'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/5725671480167042097'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/09/africa-museum-website.html' title='Africa Museum website'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4205706745159194416</id><published>2009-08-20T09:04:00.002+01:00</published><updated>2009-08-20T09:12:22.653+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/So0FPrcurKI/AAAAAAAAH4g/1rEVqu7mWt8/s1600-h/ulysse.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5371955697442270370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 91px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/So0FPrcurKI/AAAAAAAAH4g/1rEVqu7mWt8/s400/ulysse.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;“Raconte”. Le musée et le travail de mémoire&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Classé sous musée, Exposition, mémoire, muséologie&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://expoquandtunoustiens.unblog.fr/"&gt;&lt;strong&gt;http://expoquandtunoustiens.unblog.fr/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Au gré de mes lectures, je cueille parfois des citations d’auteurs qui n’ont rien à voir avec la muséologie mais qui me semblent exprimer à merveille les fondements de ce que nous faisons dans les musées. Une de nos missions est en effet de préserver et communiquer le témoignage vivant qui fait partie également du patrimoine mondial, comme on le reconnaît de plus en plus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais quel est l’intérêt de ce travail, pris en charge dans le cas du Centre d’histoire de Montréal particulièrement par son Musée de la personne &lt;strong&gt;ww.muséedelapersonne.ca&lt;/strong&gt; . Pourquoi faire parler, écouter et enregistrer les récits de vie ? Une accumulation un peu vaine de souvenirs ou un travail nécessaire ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’écrivain Milan Kundera, dans son roman L’ignorance, publié en 2003 chez Gallimard, évoque l’expérience ambivalente des émigrés tchèques après la chute du mur devant leur possible retour dans le pays qu’ils ont quitté sous le régime communiste, comme son personnage Irena, et l’expérience de ceux qui sont restés. L’aventure mythique d’Ulysse lui sert de miroir antique pour ancrer une réflexion dont je cite un extrait (pp.36-37) :&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;« Pendant les vingt ans de son absence, les Ithaquois gardaient beaucoup de souvenirs d’Ulysse, mais ne ressentaient pour lui aucune nostalgie. Tandis qu’Ulysse souffrait de nostalgie et ne se souvenait de presque rien. On peut comprendre cette curieuse contradiction si on se rend compte que la mémoire, pour qu’elle puisse bien fonctionner, a besoin d’un entraînement incessant : si les souvenirs ne sont pas évoqués, encore et encore, dans les conversations entre amis, ils s’en vont. Les émigrés regroupés dans des colonies de compatriotes se racontent jusqu’à la nausée les mêmes histoires qui, ainsi, deviennent inoubliables. Mais ceux qui ne fréquentent pas leurs compatriotes, comme Irena ou Ulysse, sont inévitablement frappés d’amnésie. Plus leur nostalgie est forte, plus elle se vide de souvenirs. Plus Ulysse languissait, plus il oubliait. Carla nostalgie n’intensifie pas l’activité de la mémoire, elle n’éveille pas de souvenirs, elle se suffit à elle-même, à sa propre émotion, tout absorbée qu’elle est par sa seule souffrance. (…) Pendant vingt ans il (Ulysse) n’avait pensé qu’à son retour. Mais une fois rentré, il comprit, étonné, que sa vie, l’essence même de sa vie, son centre, son trésor, se trouvait hors d’Ithaque, dans les vingt ans de son errance. Et ce trésor, il l’avait perdu et n’aurait pu le retrouver qu’en racontant.. (…)Mais à Ithaque il n’était pas un étranger, il était l’un des leurs et c’est pourquoi l’idée ne venait à personne de lui dire : « Raconte ».&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;« Raconte ». Le récit permet donc d’abord à celui qui le porte de retrouver et de consolider le trésor de son expérience et ainsi, de le préserver dans sa propre mémoire. En sollicitant cette mémoire, le musée devient un déclencheur et contribue à la préservation de ce patrimoine personnel. Tant mieux s’il peut préserver de manière plus tangible ce témoignage par son enregistrement et sa diffusion. Quoiqu’il en soit, le simple fait de demander à une personne de se raconter permettra à sa mémoire d’exister, de s’enraciner dans le présent pour devenir une partie de son quotidien et de ceux qui l’entourent.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le patrimoine, c’est d’abord dans la vie qu’il se forme avant d’être adopté et transmis par la collectivité et par les institutions qui en ont la mission.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Jean-François Leclerc&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Muséologue&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Centre d'histoire de Montréal&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4205706745159194416?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4205706745159194416/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4205706745159194416' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4205706745159194416'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4205706745159194416'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/08/raconte.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/So0FPrcurKI/AAAAAAAAH4g/1rEVqu7mWt8/s72-c/ulysse.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-7579515273092732778</id><published>2009-07-12T16:56:00.002+01:00</published><updated>2009-07-12T17:00:49.383+01:00</updated><title type='text'>Museologia e identidade</title><content type='html'>&lt;strong&gt;       “Agency”  e Estrutura&lt;/strong&gt; (1) – Esta colisão é a dinâmica central do trabalho identitário.&lt;br /&gt;Nós experimentamos o nosso “&lt;em&gt;&lt;strong&gt;self&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;” como um agente que formula intenções, que escolhe e leva a cabo acções. “&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Agency&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;”, por si só, é como um actor sem guião, sem palco, sem audiência – e, para que percebamos, sem a mínima  noção do que significa ser actor  e desempenhar um papel, nós &lt;strong&gt;precisamos que o mundo exterior nos providencie a estrutura – um sitio, uma forma e uma razão de actuar.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;      &lt;br /&gt;       Os visitantes exploram certas características do museu que o tornam uma ferramenta ao serviço do trabalho identitário. Considerarei três destas características: &lt;strong&gt;a norma museológica, o seu carácter performativo, e a apresentação do exótico. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_________________&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; (1) ROUNDS, Jay (2006) Doing Identity Work in Museums in Curator, (s/l), pp.133-149&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-7579515273092732778?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/7579515273092732778/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=7579515273092732778' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7579515273092732778'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7579515273092732778'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/07/museologia-e-identidade.html' title='Museologia e identidade'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-833704155507160329</id><published>2009-07-06T23:41:00.003+01:00</published><updated>2009-07-06T23:51:42.624+01:00</updated><title type='text'>Museologia Social-Conceitos Técnicas e Práticas</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SlJ_OsAigwI/AAAAAAAAHtA/2dWDPVTH1aY/s1600-h/img_museologia.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5355482797205259010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 190px; CURSOR: hand; HEIGHT: 130px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SlJ_OsAigwI/AAAAAAAAHtA/2dWDPVTH1aY/s400/img_museologia.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Curso online&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Carga Horária: 60 horas&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;a class="mais" href="http://www.portaleducacao.com.br/educacao/cursos/cursos_detalhes.asp?id=213"&gt;&lt;strong&gt;Veja AQUI mais informações sobre o curso.&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;De 15/07/09 a 14/08/09&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conteúdo Programático&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Museologia Social, Museu e Patrimônio Cultural&lt;br /&gt;A Ecomuseologia e o Ecomuseu&lt;br /&gt;O Ecomuseu&lt;br /&gt;A Museologia e o museu comunitário&lt;br /&gt;Museologia e Memória&lt;br /&gt;História oral: registos da memória&lt;br /&gt;Museologia e Identidade e Patrimônio Cultural&lt;br /&gt;Categorias do patrimônio cultural material&lt;br /&gt;Danos causados ao patrimônio cultural material&lt;br /&gt;Patrimônio cultural imaterial&lt;br /&gt;Funções e propriedades do património imaterial brasileiro&lt;br /&gt;Museologia, Turismo e Património Imaterial&lt;br /&gt;Sobre o turismo cultural&lt;br /&gt;Função Social do Museu&lt;br /&gt;Função socioeducativa e museu&lt;br /&gt;Execução de ações socioculturais e educativas&lt;br /&gt;Programas educativos do museu&lt;br /&gt;Patrimônio Cultural: Recurso Interdisciplinar para Ações Educativas&lt;br /&gt;Educação Patrimonial: ensino-pesquisa com patrimônio cultural&lt;br /&gt;Pesquisa Museológica com o Patrimônio Cultural: Conceitos, Métodos e Instrumentos&lt;br /&gt;Definição de Bem Cultural&lt;br /&gt;Pesquisa museológica: contribuições das ciências humanas, sociais e da ecologia&lt;br /&gt;Tratamento e Interpretação dos Dados&lt;br /&gt;Abordagem ecológica ou holística: o pensamento sistêmico&lt;br /&gt;Informações sobre o patrimônio cultural de uma comunidade: o diagnóstico&lt;br /&gt;Produção e comunicação do conhecimento&lt;br /&gt;Museus Especializados (Universitários)&lt;br /&gt;Tipos de museus de acordo com suas coleções&lt;br /&gt;Acervos, temáticas e recursos museográficos&lt;br /&gt;Aquisições museológicas&lt;br /&gt;Política de aquisição&lt;br /&gt;Ética da Aquisição museológica&lt;br /&gt;Conservação de bens culturais materiais&lt;br /&gt;Documentação Museológica&lt;br /&gt;Materiais para a documentação de acervos museológicos&lt;br /&gt;Tombamento&lt;br /&gt;Técnicas para a marcação dos objetos&lt;br /&gt;Projeto de Ação Documental&lt;br /&gt;Segurança de museus&lt;br /&gt;Museografia: Definição, Tipos de Exposições e Planejamento Museográfico&lt;br /&gt;Tipos de exposições&lt;br /&gt;Planejamento museográfico&lt;br /&gt;Roteiro museográfico&lt;br /&gt;Mobiliários museográficos&lt;br /&gt;Programação visual de painéis&lt;br /&gt;Esquema cromático e montagem da exposição&lt;br /&gt;Montagem da exposição&lt;br /&gt;Programa de manutenção&lt;br /&gt;Projeto para obter patrocínio&lt;br /&gt;Avaliação dos resultados de uma exposição&lt;br /&gt;O Projeto para Implantação do Museu Local&lt;br /&gt;Aspecto jurídico&lt;br /&gt;Estrutura administrativa e organizativa do museu local&lt;br /&gt;O orçamento&lt;br /&gt;Fontes de financiamento&lt;br /&gt;Recursos Humanos&lt;br /&gt;Sugestões de atividades em museus locais ou comunitários&lt;br /&gt;O projeto da arquitetura do museu local&lt;br /&gt;&lt;a href="javascript:abrir(" s="I&amp;amp;id_s=BBA900756C2BD01396A1&amp;amp;origem=8_topo',448,450,false)&amp;quot;"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Público Alvo &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Este curso é direcionado aos profissionais de diversas áreas do conhecimento e estudantes que procuram atualização no assunto, que estão em busca de novos desafios e querem obter maior aprendizado sobre Museologia Social -Conceitos Técnicas e Práticas.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-833704155507160329?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/833704155507160329/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=833704155507160329' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/833704155507160329'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/833704155507160329'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/07/museologia-social-conceitos-tecnicas-e.html' title='Museologia Social-Conceitos Técnicas e Práticas'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SlJ_OsAigwI/AAAAAAAAHtA/2dWDPVTH1aY/s72-c/img_museologia.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8847979566916950153</id><published>2009-06-24T02:10:00.007+01:00</published><updated>2009-07-06T23:52:30.414+01:00</updated><title type='text'>Falar de Galegos e da Galiza (fronteira de encontros) no Museu do Trabalho</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sk9t17Y_GSI/AAAAAAAAHsw/BUL4DSChJ_c/s1600-h/Tarde+Intercultural+Museu+do+trabalho.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354619255209793826" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sk9t17Y_GSI/AAAAAAAAHsw/BUL4DSChJ_c/s400/Tarde+Intercultural+Museu+do+trabalho.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sk9t1m3mPaI/AAAAAAAAHso/0-Hfj-Gj71c/s1600-h/Queimada+galega+Museu+2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354619249701043618" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sk9t1m3mPaI/AAAAAAAAHso/0-Hfj-Gj71c/s400/Queimada+galega+Museu+2.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sk9t1TgU3II/AAAAAAAAHsg/whJ1ccG59Pk/s1600-h/Queimada+galega+Museu.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5354619244503161986" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 268px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sk9t1TgU3II/AAAAAAAAHsg/whJ1ccG59Pk/s400/Queimada+galega+Museu.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SkF9RF8wc4I/AAAAAAAAHn4/kQ-vQQjPOUo/s1600-h/Tarde+Intercult+Galega.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5350695564901118850" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 283px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SkF9RF8wc4I/AAAAAAAAHn4/kQ-vQQjPOUo/s400/Tarde+Intercult+Galega.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Clicar no cartaz para ler o programa&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8847979566916950153?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8847979566916950153/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8847979566916950153' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8847979566916950153'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8847979566916950153'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/06/falar-de-galegos-no-museu-do-trabalho.html' title='Falar de Galegos e da Galiza (fronteira de encontros) no Museu do Trabalho'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sk9t17Y_GSI/AAAAAAAAHsw/BUL4DSChJ_c/s72-c/Tarde+Intercultural+Museu+do+trabalho.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8273233042728769026</id><published>2009-06-13T16:40:00.007+01:00</published><updated>2009-10-29T18:10:57.383Z</updated><title type='text'>Cabo Verde. Centro Cultural do Mindelo</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPQkzVU9CI/AAAAAAAAHj8/ioPnzBRPWnU/s1600-h/NA+Mindelo.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPQYJbgAGI/AAAAAAAAHj0/iVKGv2BNLrs/s1600-h/NA+3+Mindelo.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346846295885611106" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPQYJbgAGI/AAAAAAAAHj0/iVKGv2BNLrs/s400/NA+3+Mindelo.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 266px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPJRRjKWEI/AAAAAAAAHjs/jCHrPY5kS_s/s1600-h/NA+2+Mindelo.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346838481224751170" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPJRRjKWEI/AAAAAAAAHjs/jCHrPY5kS_s/s400/NA+2+Mindelo.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 266px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Museus, Patrimónios e a Lusofonia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: 78%;"&gt;Por Isabel Victor e Bruno Ferro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sexta-Feira, 12 de Junho, 2009&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Noticías de um encontro coloquial em torno das seguintes temáticas:&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Revista &lt;strong&gt;NOVA ÁGUIA e MIL&lt;/strong&gt; - Movimento Internacional Lusófono;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- &lt;strong&gt;Espólio fotográfico da Família Melo&lt;/strong&gt; – um património centenário mindelense –, etapas para o estudo, diagnóstico e conservação deste valioso acervo de imagens, no âmbito de uma parceria entre a Câmara Municipal de Setúbal, a Câmara Municipal de S. Vicente e a Universidade Lusófona de Lisboa;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;- Informação sobre atelier internacional do &lt;strong&gt;MINOM&lt;/strong&gt; (Movimento Internacional para uma Nova Museologia), a realizar em Cabo Verde em 2011.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;_____________________________&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color: #336666; font-size: 85%;"&gt;Fotografias de &lt;strong&gt;Tiago Peixoto&lt;/strong&gt; (Mindelo-Cabo Verde)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8273233042728769026?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8273233042728769026/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8273233042728769026' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8273233042728769026'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8273233042728769026'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/06/centro-cultural-do-mindelo.html' title='Cabo Verde. Centro Cultural do Mindelo'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPQYJbgAGI/AAAAAAAAHj0/iVKGv2BNLrs/s72-c/NA+3+Mindelo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-7956159604153138055</id><published>2009-06-12T13:55:00.005+01:00</published><updated>2009-06-13T17:19:23.458+01:00</updated><title type='text'>Lusofonias</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPRJ1dH_1I/AAAAAAAAHkE/8LGuNtpjiMw/s1600-h/NA+Mindelo.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346847149517176658" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 266px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPRJ1dH_1I/AAAAAAAAHkE/8LGuNtpjiMw/s400/NA+Mindelo.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjJSSTFDMmI/AAAAAAAAHjk/kCKd4FDQhjE/s1600-h/38886.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5346426181954777698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 150px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjJSSTFDMmI/AAAAAAAAHjk/kCKd4FDQhjE/s400/38886.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&amp;amp;id=23661&amp;amp;idSeccao=518&amp;amp;Action=noticia"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a class="titulo1" href="http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&amp;amp;id=23661&amp;amp;idSeccao=518&amp;amp;Action=noticia"&gt;&lt;strong&gt;“NOVA ÁGUIA” APRESENTADA ESTA TARDE EM MINDELO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Mindelo, 12 Junho – É apresentada esta tarde, no Centro Cultural do Mindelo, às 17 horas, a revista portuguesa Nova Águia. Já no seu terceiro número, esta revista é suportada pela Editora Zéfiro, pela Associação Marânus/Teixeira de Pascoaes e pela Associação Agostinho da Silva, e está ligada ao MIL, Movimento Internacional Lusófono. Com ligações a Espanha, Brasil e outras áreas da lusofonia, a revista é apresentada, também hoje e quase em simultâneo, em Luanda, na União dos Escritores Angolanos.&lt;br /&gt;A apresentação em S. Vicente está a cargo de Isabel Victor, museóloga, directora do Museu do Trabalho Michel Giacometti (Setúbal), docente de museologia na Universidade Lusófona de Lisboa e membro Conselho Geral da revista Nova Águia, e por Bruno Ferro, coordenador do Arquivo Fotográfico Américo Ribeiro (Setúbal), e também membro do Conselho Editorial da revista.&lt;br /&gt;O Conselho Geral de Nova Águia integra alguns nomes ligados a Cabo Verde, designadamente Ana Isabel Correia e Silva, Jorge Sousa Brito, Luís Rendall Évora, Nuno Rebocho, Paulino Lima Fortes e Pedro José Silva.&lt;br /&gt;Liberal sabe que está em vista a apresentação de Nova Águia na cidade da Praia, para o que ainda não há data designada. Os responsáveis pela revista estudam a melhor oportunidade para isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://liberal.sapo.cv/"&gt;&lt;strong&gt;http://liberal.sapo.cv/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;a class="lead" href="http://liberal.sapo.cv/noticia.asp?idEdicao=64&amp;amp;id=23661&amp;amp;idSeccao=518&amp;amp;Action=noticia"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-7956159604153138055?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/7956159604153138055/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=7956159604153138055' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7956159604153138055'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7956159604153138055'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/06/nova-aguia-apresentada-esta-tarde-em.html' title='Lusofonias'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SjPRJ1dH_1I/AAAAAAAAHkE/8LGuNtpjiMw/s72-c/NA+Mindelo.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-86691599807528674</id><published>2009-05-30T00:40:00.013+01:00</published><updated>2009-11-27T22:20:37.756Z</updated><title type='text'>Tarde Intercultural Cigana no Museu</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiU1XmwTW9I/AAAAAAAAHgY/hOGsye8qV1c/s1600-h/Tarde+Cigana+2+dan%C3%A7ss.bmp"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342735212601367506" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiU1XmwTW9I/AAAAAAAAHgY/hOGsye8qV1c/s400/Tarde+Cigana+2+dan%C3%A7ss.bmp" style="cursor: hand; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiU1XptO0SI/AAAAAAAAHgQ/h25WImpq7tQ/s1600-h/Tarde+Cigana+Maio+2009.bmp"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342735213393793314" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiU1XptO0SI/AAAAAAAAHgQ/h25WImpq7tQ/s400/Tarde+Cigana+Maio+2009.bmp" style="cursor: hand; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de Maio deste ano, aconteceu no Museu do Trabalho Michel Giacometti&amp;nbsp;(mais) um momento de cumplicidades entre payos e ciganos, entre homens e mulheres. Entre pessoas. Com a presença das Araquerar. &lt;br /&gt;&lt;span style="color: #38761d;"&gt;"&lt;em&gt;Os casamentos mistos são um fenómeno social com uma importância e uma visibilidade crescente no mundo actual. Por este motivo, é imprescindível aumentar o conhecimento social que se tem sobre estas famílias, nomeadamente para entender quais são as formas, as dinâmicas e as estratégias de conjugalidade adoptadas por este tipo de casais para superar as suas diferenças culturais e assumir uma verdadeira união conjugal&lt;/em&gt;."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sofia Gaspar, 2008. CIES-ISCTE&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casamentos mistos: um desafio ao amor? Ou o amor faz o milagre da aceitação incondicional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desafiaram-se três mulheres de coragem - duas jovens ciganas, balzaquianas, misteriosas, e uma payita, na idade da loba, com a ternura dos quarenta a transpirar-lhe pelos poros - de assumirem a sua diferença, de partilharem com “desconhecidos” o que pertence ao foro privado e que tanto nos intriga - mais os estudiosos (e curiosos) do que o comum dos mortais, porque estas coisas do amor, não escolhem idade, classe social, origem étnica, religião; porque estas coisas do amor são, efectivamente, misteriosas, mágicas, uma química, um duende…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O debate foi lançado com algumas questões-desafios: &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que lhes parece ter sido o toque de magia que as fez unir a uma pessoa "diferente" (terá sido assim tão diferente?), que o acaso (terá sido um acaso?) fez com que se unisse a ela, através de laços conjugais. Quais foram as etapas por que passaram? Quais foram os obstáculos que encontraram e como os ultrapassaram? Que mudanças profundas (se é que as houve) se operam nas suas vidas e nas suas formas de encarar a vida a dois?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vou expor aqui o que cada uma quis partilhar, desafiada pelas perguntas lançadas pelas pessoas presentes… A riqueza do debate e da partilha foi imensa e eu não estava lá com o intuito de anotar tudo, como faz um antropólogo… Estava lá para incitar as perguntas, dinamizar o debate, lançar pistas de aprofundamento, aflorar contradições, tentando desmontar estereótipos, dando voz a estas três mulheres muito especiais: Sónia Matos (já conhecida dos aficionados deste blogue), Noel Gouveia (prima da Sónia, filha da Olga Mariano) e Lígia Vitorino (uma antropóloga que veio a descobriu ter casado com um parente da Sónia e da Noel). &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falou-se de obstáculos que se tiveram de encarar de frente, encontrando estratégias para os contornar sem se dilacerar identidades; de dilemas que se tiveram que equacionar; de decisões que se tiveram que tomar, de cumplicidades que se criaram; de novos estares e sentires que se descobriram, e de redes sociais que se construíram… Quando se toma este passo, a vida a dois nunca é apenas uma vida a dois: ela traz consigo duas famílias – com os seus rituais, hábitos, crenças, etc... - que se unem por partilharem um bem comum: a felicidade dos seus filhos e filhas – e aprendem a conhecer a pessoa que habita no(a) Cigano(a) e na(o) Payita(o).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concluiu-se que os casamentos mistos lidam com os mesmos obstáculos que os outros casamentos também enfrentam e que só o amor, a compreensão, o respeito pelo outro os pode transformar em desafios e oportunidades…! Na intimidade, no privado, na gestão das relações familiares somos muito mais semelhantes do que diferentes… E quando estes laços duram (como é o caso do casamento da Lígia cuja ligação dura há mais de 20 anos) é porque o casal aprendeu a andar com os sapatos do outro e fez caminho com eles calçados!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Myrna Montenegro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;História penada por La Payita&lt;br /&gt;Palavras Mágicas: Araquerar, Calon, Camelar &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiByw0IzM6I/AAAAAAAAHgA/amFkO4SMZms/s1600-h/Tarde+Cigana.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341395341016249250" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiByw0IzM6I/AAAAAAAAHgA/amFkO4SMZms/s400/Tarde+Cigana.jpg" style="cursor: hand; display: block; height: 400px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 283px;" /&gt;&lt;/a&gt; Casamentos mistos - vidas na palma da mão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Telef 265537880&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:museu.trabalho@mun-setubal.pt"&gt;museu.trabalho@mun-setubal.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;______________________________________&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-86691599807528674?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://pachadrom.blogspot.com/' title='Tarde Intercultural Cigana no Museu'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/86691599807528674/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=86691599807528674' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/86691599807528674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/86691599807528674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/05/tarde-intercultural-cigana-no-museu-do.html' title='Tarde Intercultural Cigana no Museu'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiU1XmwTW9I/AAAAAAAAHgY/hOGsye8qV1c/s72-c/Tarde+Cigana+2+dan%C3%A7ss.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-953535329208795810</id><published>2009-05-30T00:40:00.008+01:00</published><updated>2009-05-30T01:15:10.947+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiB6c7UvddI/AAAAAAAAHgI/_SOeEbcwdEg/s1600-h/C%C3%B3pia+de+Cigana+Mac.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341403795441022418" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 376px; CURSOR: hand; HEIGHT: 250px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiB6c7UvddI/AAAAAAAAHgI/_SOeEbcwdEg/s400/C%C3%B3pia+de+Cigana+Mac.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiByw0IzM6I/AAAAAAAAHgA/amFkO4SMZms/s1600-h/Tarde+Cigana.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-953535329208795810?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/953535329208795810/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=953535329208795810' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/953535329208795810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/953535329208795810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/05/tarde-intercultural-cigana-no-museu-do_30.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiB6c7UvddI/AAAAAAAAHgI/_SOeEbcwdEg/s72-c/C%C3%B3pia+de+Cigana+Mac.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-2007759600047489549</id><published>2009-05-29T23:55:00.004+01:00</published><updated>2009-05-30T00:00:47.032+01:00</updated><title type='text'>A não perder</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiBoPK9YfXI/AAAAAAAAHf4/R9ttzjyB4m4/s1600-h/Duende+Book.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5341383767910546802" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 256px; CURSOR: hand; HEIGHT: 394px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiBoPK9YfXI/AAAAAAAAHf4/R9ttzjyB4m4/s400/Duende+Book.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Duende is Webster's captivating memoir of the years he spent in Spain pursuing his obsession. Studying flamenco guitar until his fingers bleed, he becomes involved in a passionate yet doomed affair with Lola, a flamenco dancer (and older woman) married to the gun-toting Vicente, only to flee the coastal city of Alicante in fear for his life. He ends up in Madrid, miserable and lovelorn, but it's here that he has his first taste of the gritty world of flamenco's progenitors - the Gypsies whose edgy lives and fervent commitment to the art of flamenco vividly illustrate the path to duende. Before long he is deeply immersed in a flamenco underworld that combines music and dance with drugs and crime. After two years Webster moves on to Granada where, bruised and battered, he reflects on his discovery of the emotional heart of Spain.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;_________________________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Duende: A Journey Into the Heart of Flamenco&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Por Jason Webster&lt;br /&gt;Edition: reprint&lt;br /&gt;Edição de Broadway Books, 2004&lt;br /&gt;ISBN 0767911679, 9780767911672&lt;br /&gt;336 páginas&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-2007759600047489549?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2007759600047489549/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2007759600047489549' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2007759600047489549'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2007759600047489549'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/05/nao-perder.html' title='A não perder'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SiBoPK9YfXI/AAAAAAAAHf4/R9ttzjyB4m4/s72-c/Duende+Book.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-7112817815204568845</id><published>2009-05-23T21:18:00.006+01:00</published><updated>2009-05-23T22:30:22.265+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/ShhjiD5hWrI/AAAAAAAAHdI/2YCqr5EZCgo/s1600-h/visita.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339126795060992690" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 347px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/ShhjiD5hWrI/AAAAAAAAHdI/2YCqr5EZCgo/s400/visita.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;A Qualidade em Museus - Atributo ou imperativo ?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Isabel victor &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;strong&gt;Margarida Melo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;"&lt;em&gt;A Gestão da Qualidade é muito diferente da Qualidade. Caracteriza-se pelo sistema de organização que está por detrás para conseguir pôr em prática a Qualidade de uma forma permanente e consistente. Se não se conseguir definir Qualidade não se sabe o que se vai controlar ou gerir&lt;/em&gt;." (Ramos Pires 2005, excerto de entrevista publicada em Victor 2005) &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A ambiguidade de sentidos relativamente à noção "Qualidade em museus" pode levar a que todos estejamos, aparentemente, de acordo em alcançá-la mas absolutamente equivocados relativamente aos pressupostos dessa mesma Qualidade e aos caminhos para a atingir, tão somente porque partimos de diferentes conceitos e formas de articular o eixo Museu/Qualidade. O que nos entusiasma no modelo de auto-avaliação, multi-modo e aberto, preconizado pelo Sistema da Gestão da Qualidade, é o rigor dos critérios e a oportunidade de aprofundar estas categorias, a partir da recolha e selecção de evidências, da formulação rigorosa de critérios e variáveis, construídas a partir da identificação das necessidades e expectativas dos cidadãos-clientes do museu, como princípio e fim de toda a acção museológica.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Eixos teóricos da Qualidade em Museus- Quem disse o quê?&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Um dos primeiros autores a salientar a importância dos princípios da gestão da qualidade aplicados aos museus foi Peter Ames, logo no início da década de 1990, propondo 38 indicadores de performance para os museus, divididos em seis categorias: 1) Acesso; 2) Finanças e infra-estruturas; 3) Angariação de fundos; 4) Recursos Humanos; 5) Marketing; 6) Exposições, colecções e educação. No mesmo ano, Middleton (1990) sugeria a adopção dos princípios da gestão da qualidade nos museus, especialmente no que dizia respeito à qualidade do produto e à orientação para o cliente. Porém, os responsáveis pelos museus mundiais mantiveram-se genericamente à margem destas recomendações, oferecendo certa resistência em assumir, para a gestão de um bem público, de cariz cultural, princípios usados no sector privado, industrial e comercial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sete anos mais tarde, Michael Fopp, na sua obra Managing Museums and Galleries (1997), traça o percurso histórico da gestão no contexto mundial desde inícios do século XX, reflectindo sobre o modo como os museus foram incorporando algumas dessas práticas. Para Fopp, um gestor a operar dentro do quadro da Qualidade verá, essencialmente, clientes e fornecedores numa cadeia interligada de prestação de serviços, dentro e fora da organização. Porém, a percepção da existência de clientes no universo museal é uma realidade recente, pelo que ainda não existe uma consciência generalizada de que um produto museal de qualidade é aquele que vai ao encontro das necessidades dos seus cidadãos-clientes, ao longo da cadeia de processos que ganhará visibilidade no resultado final e nos impactos que promove.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será já no final da década que, numa obra de referência para a gestão museal, Management in Museum (coordenada por Kevin Moore 1999), surge uma contribuição de Carol Bowsher. O seu artigo pode ser considerado como uma das primeiras análises das valências da Qualidade Total quando aplicadas ao campo museal. Nele Bowsher investiga os impactos causados pela adopção dos princípios da TQM na gestão dos Museus da região de Leiscester, na Grã-Bretanha. Tratava-se de uma experiência pioneira e importava à autora compreender os ganhos, mas também as dificuldades trazidas por este novo modelo de gestão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo Carol Bowsher (1999), os museus são organizações que não se subtraem (ou não devem subtrair-se) à gestão por objectivos, pelo que, à partida, têm interesse em adoptar uma filosofia organizativa que vise a melhoria contínua dos seus processos e resultados. Porém, a sua complexidade interna e o carácter fortemente qualitativo dos seus resultados dificultam, no seu entender, avaliações de performance que enfatizem expressões quantitativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo a autora, a implementação de um sistema de Gestão pela Qualidade Total na esfera museal pode ser minada por algumas condicionantes:&lt;br /&gt;1) Falta de clareza e sentido nos objectivos – objectivos divergentes nos vários departamentos levam a relações tensas dentro da organização o que obviamente condiciona a qualidade da instituição e dos serviços que oferece.&lt;br /&gt;“It is the lack of ‘process’ for creating and articulating goals that is more problematic than the more visible debate about what the goals should be (...) the involvement of all constituencies in goal-setting exercises and developing common philosophy will help overcome both board membership and departmental dissent.” (Bowsher, 1999: 247)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Complexidade da estrutura de gestão – A maior parte dos museus não tem autonomia, financeira e institucional, para levar a cabo alterações radicais e carrega muitas vezes o peso de uma estrutura burocrática combinada com uma forte hierarquização da gestão.&lt;br /&gt;3) Parcos recursos – a crise do Estado Social (que entre outras funções chamava a si a função de assegurar a educação e a promoção da cultura dos seus cidadãos) vem impor constrangimentos sérios ao funcionamento dos museus, obrigados cada vez mais a trabalhar com menos recursos financeiros e humanos, o que por si só não favorece a implementação dos sistemas de gestão da qualidade. A adopção de um sistema de Gestão da Qualidade Total tem sérias dificuldades em implementar-se junto de funcionários descontentes e sobrecarregados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“The current economic climate, it must be stated, is not conductive to the culture of TQM. It could well be argued that an environment of budget cuts and redundancies, is unfortunately more likely to develop a breeding ground for infighting and back stabbing, than one of trust and cooperation. (Bowsher 1999: 248)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda nos últimos anos da década de 1990, de 30 de Setembro a 4 de Outubro de 1997, o European Museum Forum efectua o seu workshop anual em Itália subordinado ao tema “Public Quality in Museums”. Este encontro teve um efeito de “contaminação” junto de alguns museólogos italianos, que ficaram especialmente interessados em desenvolver a temática da Gestão da Qualidade aplicada ao sector museal. Assim, no ano de 2000, com o apoio do European Museum Forum, realiza-se em Cortona, Itália, uma acção de formação para profissionais de museus, intitulada “Musei: la qualità come strumento di innovazione”. Deste curso resulta a obra Museo e cultura della qualità, publicada em 2001 e coordenada por Massimo Negri e Margherita Sani.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obra desenvolve-se em duas partes: a primeira com contribuições que avaliam as vantagens da aplicação da Gestão da Qualidade aos museus contemporâneos, abordando questões como os standards museais, as questões éticas implicadas, os critérios da qualidade e as limitações à medição dos resultados dos processos museais; a segunda parte dedicada aos documentos e instrumentos disponíveis para desenvolver o estudo desta temática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente, em 2004, surge um novo contributo para esta discussão, desta vez pela mão de François Mairesse, com a publicação da obra Missions et Évaluation dês Musées – Une enquetê à Bruxelles et en Wallonie. Nela, Mairesse elenca os vários tipos de avaliação que, ao longo de décadas, foram sendo aplicados ao “rizoma museal”: dos relatórios de actividades aos inquéritos de públicos, passando pela acreditação e pelos os indicadores de performance.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como contraponto, François Mairesse propõe uma “avaliação global” (2004: 213) que vise o conjunto das missões (técnicas, axiológicas e funcionais) e o conjunto de actores reunidos na rede museal. Esta avaliação desenvolver-se-á em torno de seis eixos fundamentais:&lt;br /&gt;1) os actores, com total representatividade dos implicados nas acções museais;&lt;br /&gt;2) os objectivos da avaliação como resultado de um acordo alargado sobre o funcionamento do museu;&lt;br /&gt;3) o contexto de avaliação;&lt;br /&gt;4) o objecto a avaliar, considerando o conjunto de técnicas, funções e axiomas;&lt;br /&gt;5) o método;&lt;br /&gt;6) o referencial que posiciona o museu num contexto geral de rede ou rizoma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avaliação, assim entendida, teria como mérito fundamental a reflexão axiológica sobre o fazer museal, hoje em dia praticamente arredada das grandes linhas de discussão (Mairesse, 2004: 214-215).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes são alguns dos principais contributos que permitem apreciar as valências da Gestão da Qualidade aplicada ao campo museal. Tratam-se de visões diversas que em comum têm o desejo de contribuir para um reposicionamento da gestão e avaliação museais, subtraindo-as à lógica da mera contabilidade de públicos e das estratégias do marketing tradicional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Qualidade nos museus portugueses&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;a title="" href="http://co105w.col105.mail.live.com/mail/InboxLight.aspx?FolderID=00000000-0000-0000-0000-000000000001&amp;amp;InboxSortAscending=False&amp;amp;InboxSortBy=Date&amp;amp;n=609467790#_ftn1" name="_ftnref1"&gt;*&lt;/a&gt; e os serviços educativos dos Museus Municipais de Setúbal, foram pioneiros no uso das ferramentas da Gestão da Qualidade. Este exercício permitiu identificar processos, salientar pontos fortes e pontos fracos, medir e publicar os seus resultados de desempenho, com recurso à CAF – common assessment framework e a comparar-se objectivamente, através de nove critérios e vinte e três sub-critérios, previamente definidos pela ferramenta auto-avaliativa, com outras organizações de natureza afim e/ou diferenciada, que perseguem objectivos sociais e culturais. Este estudo de caso está amplamente divulgado no número 23 dos cadernos de Sociomuseologia, edições da Universidade Lusófona, dedicado ao tema.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A experiência daí resultante tem servido de reflexão, em meio universitário e museológico, espelhada nas boas práticas que o próprio museu adoptou, na prossecução da sua missão, assente na participação como processo-chave da Qualidade e na busca da melhoria contínua, resultante da auto-avaliação e da constante revisão dos procedimentos inspirados no primado da pessoa, como enfoque primordial da acção museológica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resultante de estudos, encontros e reflexões sobre o tema foi criada, no âmbito da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias, a página &lt;a href="http://www.museologia-portugal.net/" target="_blank"&gt;http://www.museologia-portugal.net/&lt;/a&gt;, disponível online, desde 2006, ano em que teve lugar, em Lisboa, no Instituto Português da Qualidade, o XIII Encontro Nacional Museologia e Autarquias, subordinado ao tema "A Qualidade em museus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais recentemente, no âmbito de uma investigação de mestrado, quatro serviços educativos de museus nacionais prestaram-se a uma experiência de auto-avaliação, baseada na ferramenta Inspiring Learning for All, desenvolvida na Grã-Bretanha pelo Museums Libraries and Archives Council. Esta investigação está publicada no nº 32 dos Cadernos de Sociomuseologia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste exercício, o Museu Nacional de História Natural, o Museu do Trabalho Michel Giacometti, a Casa Museu Anastácio Gonçalves e o antigo Centro de Exposições do CCB aceitaram o desafio avaliativo manifestando concordância e apetência pelas suas virtualidades:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este inquérito permitiu a verbalização de algumas questões e preocupações intuídas mas nunca sistematizadas.” (Melo 2009: 115)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;providenciando uma:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Oportunidade de esclarecer a importância de questões que apesar de conhecidas não estavam priorizadas.” (Melo 2009: 115)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nestes momentos de apreciação evidencia-se o carácter pedagógico da avaliação, privilegiando o carácter processual da museologia social e o aprendizado do erro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Participação como Processo-chave da Qualidade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na perspectiva da Museologia Social, o museu encontra inequívoco sentido na participação dos cidadãos. A participação é transversal a todo o processo museológico gerado na dinâmica da comunidade como resposta aos seus anseios e necessidades. O que confere Qualidade a este museu, que designamos de novo tipo, é o facto dele ser reconhecido como obra inacabada de um colectivo, reflexo das contradições de uma comunidade em mudança. É através da participação em processos museológicos que os museus, identificados com os princípios da museologia social, constroem as suas missões. Os museus comprometidos com o desenvolvimento e a não exclusão, optam por romper a armadura institucional e interagir numa rede social composta por pessoas, unidades sociais (famílias), grupos socioprofissionais e outros, portadores de conhecimento, memórias, problemas, de modos de pensar e fazer diferenciados, que intervêm, com as suas visões multi-modas, na identificação, classificação e reinvenção dos patrimónios, em processos que contribuem para a qualificação da cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maria Célia Santos, em entrevista concedida a Mário Chagas (1998), a título de conclusão, adverte os profissionais dos museus “para que olhem para os museus para além dos museus (...); que o fazer museológico produza conhecimento e seja impregnado de vida (...) em permanente abertura para avaliar os processos museais e para a auto avaliação;(...) que procurem, constantemente, a qualidade formal e a qualidade política, assumindo o compromisso social e o exercício da cidadania.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta perspectiva, alia-se claramente qualidade à participação dos sujeitos envolvidos nos processos museológicos, como base do conhecimento musealizado a partir da socialização dos diversos processos museológicos (pesquisa, preservação e comunicação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A participação, como parâmetro fundamental da qualidade em museus, perspectivados a partir da comunidade e das necessidades dos cidadãos (acervo de problemas, no dizer de Mário Chagas), é um aspecto axial da Nova Museologia, pelo que deverá merecer elevada ponderação na avaliação e auto avaliação em museus identificados com o seu paradigma. A noção de auto avaliação engloba também, na categoria de cidadãos-clientes, os trabalhadores dos museus, a sua participação e conhecimentos induzidos pela sua especificidade profissional; categoria de primordial importância que não é captada nos estudos tradicionais de públicos, orientados exclusivamente para a avaliação dos produtos finais e das manifestações associadas ao "consumo". O acto constitutivo do fazer museológico, assente na participação, nos processos e na mudança social, essência da Nova Museologia, resulta num impacto para a comunidade (de que o museu e seus problemas são parte activa), teoricamente referenciado como categoria de análise do fenómeno museológico, mas que, na prática, não é avaliado/ medido por falta de descritores/ indicadores e de ferramentas adequadas.&lt;br /&gt;Daqui se infere que os modelos convencionais de estudos de públicos em museus e as grelhas de avaliação por eles aplicados não servem para captar, em toda a sua extensão, a qualidade formal e a qualidade política que distingue o fenómeno museológico gerado pela Nova Museologia. A exposição, função axial da museologia tradicional é, por excelência, o objecto dos estudos de públicos , sinónimo de avaliação em museus. A museografia e as suas múltiplas narrativas, ocupam, na museologia social, um patamar distinto daquele que detém a clássica exposição, na museologia tradicional. Na cadeia operatória dos procedimentos museológicos , identificados com a Nova Museologia , a expografia é uma disciplina estruturante das narrativas diferenciadas que informam o discurso museológico. A exposição, assim entendida, é um processo transversal que resulta da interacção de vários processos museológicos (conservação, documentação, exposição, acção educativa) e não um produto de final de linha. A este propósito refere-se Cristina Bruno (2002): “A operacionalização desta cadeia de procedimentos técnicos e científicos – interdependentes – distingue e qualifica os discursos expográficos dos museus em relação a outras formas de exposições."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualidade, na asserção etimológica do termo, é exactamente o que nos distingue o que nos torna diferentes o que nos confere raridade (preciosidade). Se atentarmos ao que afirma Cristina Bruno (2002), a avaliação em museus deveria, através de indicadores pré – definidos, conseguir captar / medir a eficácia dos procedimentos técnicos e o seu nível de interdependência. Na perspectiva do novo paradigma da Museologia e tendo como referência os sistemas da gestão da qualidade, esta forma de avaliação e auto avaliação será, eventualmente, a mais habilitada para captar a realidade museológica contemporânea - multidisciplinar , estimuladora de diálogos interculturais e participativa, na medida em que os processos museológicos não estão confinados ao museu no sentido institucional do termo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aplicação do processo museológico na perspectiva de Maria Célia Santos (2002), “não está restrita à instituição museu, ele pode anteceder á existência objectiva do museu ou ser aplicado em qualquer contexto social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta noção de processo museológico não tem sentido avaliar produtos dissociados de quem os produz e dos contextos dessa mesma produção. A qualidade associada á participação, mede-se pela eficácia do diálogo e a interacção que se estabelece entre os vários sujeitos na acção, em processos de auto-avaliação. Os resultados evidenciados constituem incentivo a melhorias continuas, traduzidas por novas práticas sociais associadas á participação, cidadania e ao desenvolvimento.&lt;br /&gt;Avaliar os processos museológicos e a Qualidade por eles gerada, com base na participação é, pois, muito mais exigente e qualitativamente diversa da avaliação de produtos finais, independentemente da sua qualidade intrínseca que não é posta em causa, ou do seu impacto momentâneo medido pela maior ou menor adesão dos públicos. Os museus inseridos na comunidade e comprometidos com o desenvolvimento opõem a participação à exclusão, o dialogo à intransigência e o conhecimento partilhado e gerido à meritocracia. A este propósito, Maria Célia Santos (1999) refere "ao reflectir sobre o processo muselógico, inserindo nas demais praticas sociais, a partir de uma auto critica das nossa vivências (...) que possamos assumir o nosso compromisso social com qualidade, o que, implica participação, imersa em nossa pratica cotidiana. Ainda Pedro Demo (1994, citado por Maria Célia Santos), salienta que “Qualidade é participação (...). É a melhor obra de arte do homem em sua história, porque a história que vale a pena, é aquela participativa (...) com o teor menor possível de desigualdade, de exploração, de mercantilização, de opressão”.&lt;br /&gt;Concluindo, os Sistemas de Gestão da Qualidade promovem uma filosofia empresarial que concilia estratégia, visão e operacionalização. Para isto é essencial definir a missão e difundir a visão, bem como os valores, as metas e objectivos a atingir, fomentando práticas comunicacionais transversais e pouco hierarquizadas e envolvendo os funcionários através da “investidura de poder” (empowerment). Enquanto sistema, a Qualidade Total depende em absoluto de todas as partes, pelo que todos os agentes devem estar conscientes do seu papel. Mas mais importante, todos os agentes devem ter sido alvo de um investimento prévio (de informação, de formação e de confiança) para que possam desenvolver as competências necessárias aos distintos processos museais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditamos que os museus portugueses caminham inevitavelmente para a operacionalização destes conceitos e para adopção destas ferramentas, como garante da sua sustentabilidade. Os estudos de caso que realizámos deixaram-nos bem clara a necessidade de prosseguir, de incorporar o maior número possível de contributos, de pessoas interessadas na causa do património e da museologia como valores estratégicos do desenvolvimento e da inclusão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Bibliografia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AMES, Peter (1990) “Breaking Grounds. Measuring museum’s merits.” in Museum Management and Curatorship, 9, 1990 apud Mairesse (2004)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BOWSHER, Carol (1999) “Total quality Management in Museum: an investigation into the Adaptive Relevance of TQM in the Museums” in Moore (ed.), Management in Museums, London, Atalone Press&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BRUNO, Cristina (2002) "Entre a museologia e museografia : Propostas, problemas e tensões", Seminário Internacional (policopiado)&lt;br /&gt;&lt;a target="_blank" name="_Toc76131058"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank" name="_Toc76131561"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank" name="_Toc76134953"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank" name="_Toc76135414"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank" name="_Toc88825203"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank" name="_Toc88840074"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a target="_blank" name="_Toc88841395"&gt;CHAGAS, Mário de Souza (2000) Memória e poder: Dois movimentos&lt;/a&gt;, in Cadernos de Sociomuseologia nº19, Lisboa, Edições Universitárias Lusófonas.&lt;br /&gt;FOPP, Michael A. (1997) Managing Museums and Galleries, London/New York, Routledge&lt;br /&gt;MAIRESSE, François (2004) Mission et Évaluation des Musées – une enquetê à Bruxelles et en Wallonie, Paris, L’Harmattan&lt;br /&gt;MELO, Isabel Margarida (2009) O Museu Inspirador, Caderno de Sociomuseologia nº 32, Lisboa, Edições Universitárias Lusófona&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MIDDLETON, V. (1990) “Irresistible demand forces”, in Museums Journal, 31-4 apud Bowsher in Moore (ed.), Management in Museums, London, Atalone Press&lt;br /&gt;NEGRI, Massimo &amp;amp; SANI, Margherita (Coord.) (2001) Museo e cultura della qualità, Bologna, Clueb&lt;br /&gt;SANTOS, Maria Célia (2002) Processo Museológico: critérios de exclusão&lt;br /&gt;IVFórum de Profissionais de Reservas Técnicas de Museus, Salvador-BA, Novembro de 2002, organizado pelos Conselho Federal de Museologia – COFEM e Conselho Regional de Museologia, 1a. Região – COREM-BA.&lt;br /&gt;VICTOR, Isabel (2005) Os Museus e a Qualidade – Distinguir entre museus com “qualidades” e a qualidade em museus, Lisboa, Cadernos de Sociomusologia nº 23, Edições Universitárias Lusófonas&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a title="" href="http://co105w.col105.mail.live.com/mail/InboxLight.aspx?FolderID=00000000-0000-0000-0000-000000000001&amp;amp;InboxSortAscending=False&amp;amp;InboxSortBy=Date&amp;amp;n=609467790#_ftnref1" name="_ftn1"&gt;*&lt;/a&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;O &lt;strong&gt;Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;/strong&gt; é um museu temático, criado em 1987, sob tutela do município de Setúbal. Inicialmente designado por Museu do Trabalho, veio a assumir o nome de Michel Giacometti, após a morte do etnomusicólogo corso, que dedicou grande parte da sua vida ao estudo da cultura portuguesa e que coordenou, após a revolução de Abril de 1974, a recolha da colecção Etnográfica que esteve na génese do museu. O museu está hoje instalado numa antiga fábrica de conservas de peixe, símbolo da industria que marcou a história e memória da cidade. O Programa museológico é da autoria de Ana Duarte, Fernando António Baptista Pereira e Isabel Victor e o projecto de arquitectura da autoria de Sérgio Dias.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;__________________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Ideias-chave :&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Missão&lt;/strong&gt; - o compromisso com os cidadãos-clientes e a razão de existência do museu&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Visão &lt;/strong&gt;- o que define projectivamente o rumo do museu&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Valores&lt;/strong&gt; - o que distingue e confere sentido ao fazer museológicoO primado da pessoa - príncipio e fim de toda a acção museológica&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Avaliação e auto-avaliação&lt;/strong&gt; - um olhar sobre si prório, uma oportunidade para melhorar&lt;br /&gt;O &lt;em&gt;A&lt;strong&gt;prendizado do erro&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt; - exercício descomplexado, livre e inclusivo de auto-reflexão&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A sustentabilidade&lt;/strong&gt; - caminho e imperativoA Gestão da Qualidade - sistema, estratégia, linguagem instrumental (metalinguagem), ferramenta de categorização/nomeaçao (reconceptualização)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Medir e comparar&lt;/strong&gt; - operações fundamentais de auto-conhecimento; plataforma comum de diálogo inter-organizacionalImpacto na sociedade - input e output do sistema museal (construção de indicadores)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Abordagem por processos&lt;/strong&gt; - agelizar, monitorizar, meio de explicitar e compreender o caracter processual da organização ("a caixa negra " da Museologia Social)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Monitorizar&lt;/strong&gt; - garante das rotinas museais, normalização de funções, qualidade dos serviços (a maior eficácia ao menor custo, com o menor esforço)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Identidade socio-profissional e cultura organizacional&lt;/strong&gt; - Uma forma específica de agir e pensar na optica museal&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cadeia operatória&lt;/strong&gt; - a especificidade de operações, procedimentos e actos técnicos que comporta o fazer museológico&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A participação&lt;/strong&gt; - o processo-chave da Qualidade em museus (o que diferencia e qualifica a acção museológica)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Desempenho ambiental&lt;/strong&gt; - processo-chave da organização museu e garante de sua sustentabilidade&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Selecção das evidências&lt;/strong&gt; - sistematização/ordenação/categorização dos factos que testemunham o caminho feito (lastro e a memória da organização museu)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Gestão do conhecimento e da informação&lt;/strong&gt; - o poder (&lt;em&gt;empowerment&lt;/em&gt;) que advém do saber, amplificação da capacidade de decisão cívica e política.&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Inovação&lt;/strong&gt; - o que flui e inspira a acção museológica&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Satisfação&lt;/strong&gt; - o limite para que tende o sistema museal orientado para o cidadão-cliente &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Novo paradigma museal&lt;/strong&gt; - do Museu/ produtos para o do Museu/resultados&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;____________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-7112817815204568845?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/7112817815204568845/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=7112817815204568845' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7112817815204568845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7112817815204568845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/05/qualidade-em-museus-atributo-ou.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/ShhjiD5hWrI/AAAAAAAAHdI/2YCqr5EZCgo/s72-c/visita.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4746007773864359702</id><published>2009-04-25T11:05:00.003+01:00</published><updated>2009-09-11T00:54:25.056+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SqmRowzS-PI/AAAAAAAAH-U/qbNFtaASySY/s1600-h/garciacan.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5379991359351617778" style="FLOAT: left; 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São Paulo: Edusp, 2000 (Ensaios Latino-americanos, 1).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Marcos Aurélio Souza*&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;__________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Culturas híbridas - estratégias para entrar e sair da modernidade do argentino Néstor Garcia Canclini apresenta uma importante reflexão sobre a problemática da modernidade na América latina. O subtítulo desse livro, nesse caso, não é apenas mero complemento, mas sobretudo, uma poderosa sugestão. A modernidade já não é mais uma via sem saída, é possível entrar nela, assim com é possível e preciso sair dela. Daí, como saída, o autor apresentar questões como: pós-modernidade, hibridação, poderes oblíquos, descoleção e desterritorialização, as quais se configuram, de uma forma muito peculiar, no processo de modernização, estabelecido e estabelecendo-se, tardiamente, no chamado Terceiro Mundo latino.O livro de Canclini é o primeiro de uma série de publicações, intitulada Ensaios latino-americanos, publicada pela EDUSP, da qual faz parte outros títulos como América Latina do século XIX de Maria Lígia Coelho, Ángel Rama: Literatura e cultura na América Latina de Flávio Aguiar e Sandra Guardini e Paisagens imaginárias: intelectuais, arte e meios de comunicação de Beatriz Sarlo. O professor de História da arte da Universidade do México, com essa publicação, insere-se, também, no rol de vigorosos pensadores da contemporaneidade, a exemplo de Edward Said, Homi Bhabha, Stuart Hall, Kwame Appiah, e o nosso Silviano Santiago, intelectuais sintonizados com a produção multicultural: as relações e trocas simbólicas entre as nações, as diásporas, as novas tecnologias e seu impacto sobre a tradição, os cruzamentos entre o popular e o erudito, as culturas de fronteira etc. De forma original, Canclini analisa as estratégias de entrada e saída da modernidade, partindo do princípio de que na América latina não há uma firme convicção de que o projeto moderno deva ser o principal objetivo ou o algo a ser alcançado, "como apregoam, políticos, economistas e a publicidade de novas tecnologias" (p.17). Essa convicção tão presente e relevante para o crescimento econômico das chamadas potências mundiais, desestabilizou-se a partir do momento em que se intensificou as relações culturais com países recém independentes do continente americano, na medida em que se cruzaram etnias, linguagens e formas artísticas. Canclini prefere chamar essa nova situação intercultural de hibridação em vez de sincretismo ou mestiçagem, "porque abrange diversas mesclas interculturais - não apenas as raciais, às quais costuma limitar-se o termo 'mestiçagem' - e porque permite incluir as formas modernas de hibridação, melhor do que 'sincretismo', fórmula que se refere quase sempre a fusões religiosas ou de movimentos simbólicos tradicionais" (p. 19).O autor transita entre diferentes manifestações culturais e artísticas (muitas delas anônimas): desde passeatas reivindicatórias, passando pela pintura, arquitetura, música, grafite e histórias em quadrinhos até a simbologia dos monumentos. Com isso ele começa a refletir sobre o que chama migrações multidirecionais, relativizadoras do paradigma binário (subalterno/hegemônico, tradicional/moderno) que tanto balizou a concepção de cultura e poder na modernidade. Tal reflexão se desenvolve em sete capítulos sem uma linearidade ou um esquema predeterminado, segue um movimento típico do gênero ensaístico, coadunando-se com a postura descentrada do autor: "para tratar dessas questões é inadequada a forma do livro que se desenvolve de um princípio a um final" (p. 28), a forma do ensaio permite, então, "um movimento em vários níveis" (idem). Aproveitando a oportunidade de livre acesso, sem uma preocupação seqüencial, farei, aqui, uma leitura mais detida do sétimo capítulo, intitulado "Culturas híbridas, poderes oblíquos", a fim de mostrar, mais nitidamente, os instrumentos conceituais trabalhados, ou seja, a contribuição teórica do pensamento de Canclini para os estudos contemporâneos nos diversos setores do conhecimento (arte, antropologia, história, comunicação etc.). Esse setores, aliás, perdem suas antigas fronteiras, misturam-se, confundem-se, em consonância com as novas tecnologias comunicacionais da atualidade.Utilizando a metáfora do videoclip, o autor fala da linguagem das manifestações híbridas que nascem do cruzamento entre culto e o popular. Dessencializa, assim, tanto a idéia de uma tradição autogerada, construída por camadas populares, quanto a noção de arte pura, ou arte erudita. A linguagem paródica, acelerada e descontínua do videoclip representa a desconstrução das ordens habituais, deixando que apareçam as rupturas e justaposições, entre essas duas noções tradicionais de cultura, que culminam em um outro tipo de organização dos dados da realidade. A fim de conter as formas dispersas da modernidade, Canclini investiga o fenômeno da cultura urbana, principal causa da intensificação da heterogeneidade cultural. É na cidade, portanto na realidade urbana, que se processa uma constante interação do local com redes nacionais e transnacionais de comunicação.O autor nos lembra que a idéia de urbanidade não se opõe a idéia de "mundo rural" ou comunidade, "o predomínio das relações secundárias sobre as primárias, da heterogeneidade sobre a homogeneidade [...] não são atribuíveis unicamente à concentração populacional nas cidades" (p. 285). Dissolver-se na massa e no anonimato é apenas uma das facetas da metrópole, a outra é das comunidades periféricas que criam vínculos locais de afetividade e de condescendência e saem pouco de seus espaços. A questão é que essas estruturas microssociais da urbanidade - o clube, o café , a associação de vizinhos, o comitê político etc. - que antes se interligavam com uma continuidade utópica dos movimentos políticos nacionais, estão cada vez mais desarticuladas enquanto representação política. Isso se deve, dentre outros fatores, às dificuldades dos grupos políticos para convocarem trabalhos coletivos, não rentáveis ou de duvidoso retorno econômico - e é cada vez mais imperativo o adágio : "tempo é dinheiro". Os critérios mais valorizados são os que se ligam à rentabilidade e eficiência. "O tempo livre dos setores populares, coagidos pelo subemprego e pela deteriorização salarial, é ainda menos livre por ter que preocupar-se com o segundo, ou terceiro trabalho, ou em procurá-los" (p. 288). A maior relevância da mídia, hoje, nesse sentido, é por se tornar a grande mediatizadora ou até substituta de interações coletivas. A participação de camadas periféricas relaciona-se cada vez mais com uma espécie de "democracia audiovisual", em que o real é produzido pela imagens da mídia.Da idéia de urbanidade e teleparticipação, Canclini passa a investigar a questão da memória histórica, desfazendo a perspectiva linear de que a cultura massiva e midiática substitui a herança do passado e as interações públicas. Nesse sentido, investiga a presença dos monumentos e a sua relação ambivalente em meio as transformações da cidade. O monumentos não são mais os cenários que legitimam o culto do tradicional, "abertos à dinâmica urbana facilitam que a memória interaja com a mudança, que os heróis nacionais a revitalizam graças à propaganda ou ao trânsito: continuam lutando com os movimentos sociais que sobrevivem a eles"(p. 301).Através das fotos de monumentos mexicanos, o autor ilustra bem a reedição simbólica dessas grandes construções na contemporaneidade. Um cena pré-colombiana de índios pedestres, quase no nível da rua, mistura-se a cena dos pedestres urbanos na capital mexicana. Canclini sugere que a figura heróica de Zapata na cidade de Cuernavaca, esteja lutando contra o trânsito denso que sugere os conflitos a sua enérgica figura. Mostra uma outra representação, mais tosca, do herói mexicano em um povoado "sem cavalo, sem a retórica monumental da luta, levemente irritado, uma cabeça do tamanho da de qualquer homem". O hemiciclo a Juárez na Cidade do México é palco de múltiplas interpretações do herói nacional, o pai do laicismo sustenta as lutas contemporâneas a favor do aborto e manifestação de pais que protestam por seus filhos desaparecidos. "Os monumentos contém freqüentemente vários estilos e referências a diversos períodos históricos e artísticos. Outra hibridação, soma-se logo depois de interagir com o crescimento urbano, a publicidade, os grafites e os movimentos sociais modernos" (p. 300).Analisando ainda a problemática da cultura urbana, Canclini estuda dois processos diferenciados e complementares de desarticulação cultural: o descolecionamento e a desterritorialização. O primeiro envolve a recusa pós-moderna(1) de se produzir bens culturais colecionáveis, o que seria uma sintoma mais claro de como se desconstituem as classificações que distinguiam o culto do popular e ambos do massivo. Desaparece cada vez mais a possibilidade de ser culto por conhecer apenas as chamadas "grandes obras"; o ser popular não se constitui mais a partir do conhecimento de bens produzidos por uma comunidade mais ou menos fechada. O intelectual pós-moderno se constitui a partir de sua biblioteca privada, onde livros se misturam com recortes de jornais, informações fragmentárias no "chão regados de papéis disseminados", conforme Benjamim (citado por Canclini, p. 303).A partir dos novos dispositivos tecnológicos como a fotocopiadora, o videocassete e o vídeo game que não podem ser considerados como cultos ou populares, as coleções se perdem e com elas, as referências semânticas e históricas que amarravam seu sentido. No primeiro dispositivo há a possibilidade do manejo mais livre e fragmentário dos textos e do saber, no segundo é permitido a reorganização de produções audiovisuais tradicionalmente opostas: o nacional e o estrangeiro, o lazer e o trabalho a política e a ficção etc. O terceiro, enfim, desmaterializa e descorporifica o perigo "dando-nos unicamente o prazer de ganhar dos outros ou a possibilidade, ao sermos derrotados, de que tudo fique na perda de moedas numa máquina" (p. 307).Canclini afirma que o segundo processo, o da desterritorialização, se constitui como mais radical significado de entrada e saída da modernidade. Para ilustrar isso, ele analisa primeiro a trasnacionalização dos mercados simbólicos e as migrações. Nesse sentido desconstrói os antagonismos : colonizador vs. Colonizado e nacionalista e cosmopolita, ao enfatizar a descentralização das empresas e a disseminação dos produtos simbólicos pela eletrônica e pela telemática, "o uso de satélites e computadores na difusão cultural também impedem de continuar vendo os confrontos dos países periféricos como combates frontais com nações geograficamente definidas" (p. 310). É importante esclarecer, para destituir a idéia de maniqueísmo, que a difusão tecnológica também permitiu a países dependentes registrarem um crescimento notável de suas exportações culturais, basta lembrar do crescimento da produção cinematográfica e publicitária do Brasil nos últimos anos. Outro fator importante para a desterritorialização, é o que o autor chama de migrações multidirecionais, a constância cada vez maior da realidade diaspórica. Tal realidade é muito bem ilustrada pelo seu estudo sobre os conflitos interculturais em Tijuana, fronteira entre o México e os Estados Unidos. Ele afirma: "várias vezes pensei que essa cidade é , ao lado de Nova Iorque, um dos maiores laboratórios da pós-modernidade"(p. 315) . O caráter multicultural desse local não se expressa apenas no uso do espanhol e do inglês, mas nas relações divergentes e convergentes que se dão entre uma cultura e outra. Ao mesmo tempo há uma tentativa de retorno ao tradicional, ou pelo menos, uma tentativa de reinventá-lo. Em Tijuana, a busca pelo autêntico atende também aos interesses do mercado turístico. Visitantes tiram foto em cima de burros pintados que imitam zebra, ao fundo imagens de várias regiões do México: vulcões, figuras astecas, cactos etc. Ao final do seu trabalho, Canclini se detém no papel da arte no entendimento da hibridação na América Latina. Cita o manifesto antropófago no Brasil e o grupo Martín Fierro na Argentina, como interpretações de nossa identidade, realizadas, muitas vezes, a partir de elementos estéticos e sociais de outro país - Oswald vê o Brasil no alto do atelier da Place Clichy. Sobre o cosmopolitismo e localismo desses artistas afirma: "O lugar a partir do qual vários artistas latino-americanos escrevem, pintam ou compõe músicas já não é a cidade na qual passaram sua infância, nem tampouco é essa na qual vivem há alguns anos, mas um lugar híbrido, no qual se cruzam os lugares realmente vividos" (p. 327).Por outro lado, em conseqüência ao processo da descoleção, como já fora explicitado, o artista perde sua áurea como fundador da gestualidade e das mudanças totais e imediatas. As práticas artísticas carecem agora de paradigmas consistentes: o cânone, a genialidade e a erudição são idéias ultrapassadas e pretensiosas. Ao artista ou ao artesão (categorias cada vez menos diferenciadas) restam às vezes as cópias, a possibilidade de repetir peças semelhantes, ou a possibilidade de ir vê-las num museu ou em livros para turistas.&lt;br /&gt;Não vejo nesses pintores, escultores e artistas gráficos a vontade teológica de inventar ou impor um sentido ao mundo. Mas também não há neles o niilismo abissal de Andy Warhol, Rauschemberg e tantos praticantes do bad painting e da transvanguarda. Sua crítica ao gênio artístico, e em alguns ao subjetivismo elitista, não os impede de perceber que estão surgindo outras formas de subjetividade a cargo de novos agentes sociais (ou não tão novos), que há não são exclusivamente brancos, ocidentais e homens. (p. 331)&lt;br /&gt;Como proposta de uma prática artística híbrida, Canclini finaliza seu texto, falando do grafite e dos quadrinhos, gêneros impuros que desde o nascimento abandonaram o conceito de coleção patrimonial, e se estabelecem como "lugares de interseção entre o visual e o literário, o culto e o popular" (p. 336). A ambivalência do grafite se constitui, quando, ao mesmo tempo, que serve para afirmar territórios (arte neotribal) de grupos étnicos ou culturais, também desestrutura as coleções de bens materiais e simbólicos da chamada "alta cultura". Os quadrinhos contribuem para mostrar a potencialidade de uma nova narrativa e do dramatismo que pode ser condensado em imagens estáticas. É o estilo mais lido e o ramo da indústria editorial que produz maiores lucros; por sua relação constante com o cotidiano, acaba por revelar referências e contradições da própria contemporaneidade. Para ilustrar essas manifestações deslocadas, Canclini fala de uma famosa tira de Fontanarrosa, em que um personagem "contrabandista de fronteira" foge da polícia "de 15 países"- o personagem não contrabandeia através de fronteira, mas a própria fronteira: balizas, barreiras, marcos, arames farpados etc. Após vender uma defeituosa, ele tem que se esconder para não ser preso pela Interpol. No final, quando estava sendo perseguido, o personagem acaba por entrar numa manifestação popular, pensando se tratar de uma procissão, porém, na verdade, se tratava de um movimento grevista de policiais. A frase conclusiva que encerra a tira, dita por outro personagem que presencia toda a aflição do protagonista, é emblemática do momento pós-moderno: "A gente nunca sabe onde vai estar metido no dia de amanhã".&lt;br /&gt;----------------&lt;br /&gt;(1) Canclini entende a pós-modernidade "não como uma etapa ou tendência que substituiria o mundo moderno, mas como uma maneira de problematizar os vínculos equívocos que ele armou com as tradições que quis excluir ou superar para constituir-se" (p. 28).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4746007773864359702?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4746007773864359702/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4746007773864359702' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4746007773864359702'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4746007773864359702'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/04/windows-live-hotmail.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SqmRowzS-PI/AAAAAAAAH-U/qbNFtaASySY/s72-c/garciacan.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-6769674309643453540</id><published>2009-04-25T02:09:00.002+01:00</published><updated>2009-04-25T02:16:41.223+01:00</updated><title type='text'>Museando ao Sábado. Call centers em debate no Museu do Trabalho</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SfJkNVMFq8I/AAAAAAAAHVQ/IzCK7Hy4jDY/s1600-h/Tarde+Trabalho.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328431489321642946" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SfJkNVMFq8I/AAAAAAAAHVQ/IzCK7Hy4jDY/s400/Tarde+Trabalho.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Museu do Trabalho Michel Giacometti&lt;br /&gt;Largo dos Defensores da República&lt;br /&gt;2910-470 Setúbal&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:museu.trabalho@mun-setubal.pt"&gt;museu.trabalho@mun-setubal.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="mailto:museutrabalho@iol.pt"&gt;museutrabalho@iol.pt&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Tel (+351) 265 537 880&lt;br /&gt;Fax (+351) 265 537 880&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-6769674309643453540?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/6769674309643453540/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=6769674309643453540' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6769674309643453540'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6769674309643453540'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/04/museando-ao-sabado-call-centers-em.html' title='Museando ao Sábado. Call centers em debate no Museu do Trabalho'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SfJkNVMFq8I/AAAAAAAAHVQ/IzCK7Hy4jDY/s72-c/Tarde+Trabalho.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-2652574622945119282</id><published>2009-04-16T01:34:00.004+01:00</published><updated>2009-04-16T01:50:37.046+01:00</updated><title type='text'>Cultura . Gestão . Qualidade . Sustentabilidade . Eficácia social</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SeZ9YcAmh3I/AAAAAAAAHRs/yzBhX1NLOiE/s1600-h/AGECAL+GEST%C3%83O+CULTURAL.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5325081468201240434" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 200px; CURSOR: hand; HEIGHT: 283px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SeZ9YcAmh3I/AAAAAAAAHRs/yzBhX1NLOiE/s400/AGECAL+GEST%C3%83O+CULTURAL.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#996633;"&gt;15 a 17 de Abril de 2009, Pousada do Convento da Graça em Tavira&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos últimos anos, consequência da evolução da sociedade portuguesa, construíram-se no País muitas infraestruturas culturais que vieram a enriquecer a vida das cidades e a oferta cultural das regiões, permitir o acesso ao conhecimento e à diversidade da criação artística. No Algarve foram também concebidos e construídos alguns equipamentos (bibliotecas, teatros, museus, …) e estão projectados para os próximos anos diversos outros espaços culturais por quase toda a região. Este seminário, de problemática actual, constitui uma oportunidade para reflectirmos conjuntamente a arquitectura e funcionalidades dos espaços culturais e a sua adequação às necessidades sociais, artísticas e tecnológicas, os modelos de gestão (sociedades público-privadas, empresas municipais, fundações, departamentos,…) de cuja escolha dependem a &lt;strong&gt;sustentabilidade&lt;/strong&gt; económica e uma maior &lt;strong&gt;eficácia social&lt;/strong&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Programa &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#996633;"&gt;&lt;strong&gt;15 de Abril (4ª feira)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;18h30 - Sessão de abertura José Macário Correia (Presidente da CM de Tavira), João Guerreiro (Reitor da Universidade do Algarve), Gonçalo Couceiro (Director Regional de Cultura do Algarve), João Belo Rodeia (Presidente da Ordem dos Arquitectos Portugueses), Jorge Barreto Xavier (Director Geral das Artes), Jorge Queiroz (Presidente da Direcção da AGECAL)&lt;br /&gt;19h30 - Conferência Equipamentos culturais: algumas reflexõesMiguel Lobo Antunes (Gestor cultural, Administrador da Culturgest)&lt;br /&gt;20h30 - Beberete / jantar volante no Palácio da Galeria / Museu Municipal de Tavira&lt;br /&gt;21h30 - Espectáculo nos claustros da Pousada de N. Sr.a da Graça &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#996633;"&gt;&lt;strong&gt;16 de Abril (5ª feira)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Painel Espaços culturais: arquitecturas e funcionalidades&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Direcção de mesa: Marta Santos (Arquitecta, AGECAL) &lt;div&gt;&lt;br /&gt;10h00 - Conferência Arquitectura e espaços culturais&lt;/div&gt;&lt;div&gt;João Luís Carrilho da Graça (Arquitecto, Prémio Pessoa 2008)&lt;br /&gt;11h00 - Intervalo&lt;br /&gt;11h15 - Conferência Teatro: conceitos gerais e aplicação nos Planos de Espaços Cénicos (Sevilha e INAEM) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Juan Ruesga (Arquitecto, Prémio Manuel de Falla 2008)&lt;br /&gt;12h15 - Debate&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Moderação: Conceição Pinto (Arquitecta, AGECAL)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Intervenientes: Juan Ruesga (Arquitecto), João Luís Carrilho da Graça (Arquitecto), Tiago Monte Pegado (Arquitecto, Ordem dos Arquitectos Portugueses), Vitor Correia (encenador e actor) entre outros&lt;br /&gt;13h00 - Almoço &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Painel Gestão de infraestruturas culturais: experiências portuguesas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Direcção de mesa: Rui Parreira (Arqueólogo, AGECAL)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;14h30 - Gestão de infraestruturas culturais em Guimarães&lt;/div&gt;&lt;div&gt;José Bastos (Director do Centro Cultural de Vila Flor)&lt;br /&gt;15h00 - Foz Côa – gestão de um museu de paisagem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Alexandra Cerveira Lima (Directora do Parque Arqueológico do Vale do Côa)&lt;br /&gt;15h30 - Óbidos Patrimonium – gestão de uma empresa municipalRicardo Ribeiro (Administrador Óbidos Patrimonium)&lt;br /&gt;16h00 - Intervalo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direcção de mesa: Graça Cunha (Bibliotecária, AGECAL)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;16h15 OPART – Teatro São Carlos e CNB: um modelo de empresa pública&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carlos Vargas (Administrador d' OPART) e Fernanda Rodrigues (Coordenadora do Gabinete Jurídico d' OPART)&lt;br /&gt;16h45 - Évoraculta – empresa municipal de Évora&lt;/div&gt;&lt;div&gt;José Ernesto Oliveira (Presidente da CM de Évora)&lt;br /&gt;17h15 - A Gestão da Qualidade em museus &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isabel Victor (Chefe de Divisão de Museus da CM de Setúbal)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;17h45 - Intervalo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;18h00 - &lt;strong&gt;Debate Que modelos de gestão para as infraestruturas culturais?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Moderação: Jorge Queiroz (Sociólogo, AGECAL)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Intervenientes: Rui Parreira (ex-director da Fortaleza de Sagres), José Bastos (Director do Centro Cultural de Vila Flor), Alexandra Cerveira Lima (Directora do Parque Arqueológico do Vale do Côa), Ricardo Ribeiro (Administrador Óbidos Patrimonium), João Ventura (Director do Teatro Municipal de Portimão- TEMPO), José Ernesto Oliveira (Presidente da CM de Évora), Carlos Vargas (Administrador d' OPART), Ricardo Ribeiro (Administrador Óbidos Patrimonium), Isabel Victor (Chefe de Divisão dos Museus da CM de &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Setúbal) &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;color:#996633;"&gt;&lt;strong&gt;17 de Abril (6ª feira)&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Painel Algarve: novos equipamentos, novos modelos de gestão? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;strong&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;Direcção de mesa: Emanuel Sancho (Museólogo, AGECAL)&lt;br /&gt;10h00 - Equipamentos culturais em Portimão : o Teatro e o Museu MunicipalJoão Ventura (Director do Teatro Municipal de Portimão- TEMPO ) e José Gameiro (Director do Museu Municipal de Portimão)&lt;br /&gt;10h30 - Faro: Teatro das Figuras e projecto Museu de Arte ContemporâneaPaulo Neves (Administrador do Teatro das Figuras), Conceição Pinto (Directora de Departamento da CM de Faro) e Dália Paulo (Directora do Museu Municipal de Faro)&lt;br /&gt;11h00 - Intervalo&lt;br /&gt;Direcção de mesa: Manuela Teixeira (Conservadora-restauradora, AGECAL)&lt;br /&gt;11h15 - Projectos em Tavira e a gestão prevista: Fórum Cultural, Rede Museológica de Tavira e Centro de Arte ContemporâneaElsa Cordeiro (Vereadora da Cultura e Urbanismo da CM de Tavira)&lt;br /&gt;11h45 - O Centro de Ciência Viva de Lagos: concepção e gestãoRui Loureiro (Director de Departamento da CM de Lagos), Frederico Paula (Coordenador do Gabinete de Planeamento Estratégico e Projectos Municipais da CM de Lagos)&lt;br /&gt;12h15 - Debate Moderação: Dália Paulo (Museóloga, AGECAL)Intervenientes: Vasco Vidigal (galeria ArteAdentro), Tela Leão (Programadora Expo Saragoça), Pedro Ramos (Al-Mashra Teatro)&lt;br /&gt;13h00 - Almoço &lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Direcção de mesa: Luísa Ricardo (Antropóloga, AGECAL) &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;14h30 - Rede de infraestruturas culturais de LouléJoaquim Guerreiro (Chefe de Gabinete da CM de Loulé), Luísa Martins (Directora de Departamento da CM de Loulé) e Luís Guerreiro (Chefe de Divisão da CM de Loulé)&lt;br /&gt;15h00 - Criação e gestão de infraestruturas culturais em OlhãoFrancisco Leal (Presidente da CM de Olhão) e Graça Cunha (Directora de Departamento da CM de Olhão)&lt;br /&gt;15h30 - Projectos museológicos em Albufeira: o Museu do Barrocal António Nabais (Museólogo) e Patrícia Baptista (Museu Municipal de Arqueologia)&lt;br /&gt;16h00 - Experiências da gestão de espaços culturais em São Brás de AlportelVítor Guerreiro (Vereador da Cultura da CM de São Brás de Alportel)&lt;br /&gt;16h30 - Intervalo &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;17h00 - &lt;strong&gt;Debate Novos equipamentos, nova gestão. Que perspectivas para o Algarve?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Moderador: José Carlos Barros (Vice-Presidente da CM de Vila Real de Santo António) Intervenientes: Isabel Soares (Presidente da CM de Silves), Pedro Costa (Jornalista, Director do jornal “O Algarve”), Elisabete Rodrigues (Jornalista, Chefe de Redacção do jornal “Barlavento”) e Henrique Dias Freire (Jornalista, Director do jornal “Postal do Algarve”)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;18h00 - Encerramento &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-2652574622945119282?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='related' href='http://www.agecal.pt/' title='Cultura . Gestão . Qualidade . Sustentabilidade . Eficácia social'/><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2652574622945119282/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2652574622945119282' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2652574622945119282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2652574622945119282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/04/cultura-gestao-qualidade.html' title='Cultura . Gestão . Qualidade . Sustentabilidade . Eficácia social'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SeZ9YcAmh3I/AAAAAAAAHRs/yzBhX1NLOiE/s72-c/AGECAL+GEST%C3%83O+CULTURAL.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-883521597807016996</id><published>2009-04-10T15:33:00.004+01:00</published><updated>2009-04-10T21:35:27.540+01:00</updated><title type='text'>Museus e Pós-Modernidade</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sd9aVfK2eJI/AAAAAAAAHQc/GfNGGBNkZE4/s1600-h/livro+museus+p%C3%B3s-+modernidade.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5323072609765980306" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sd9aVfK2eJI/AAAAAAAAHQc/GfNGGBNkZE4/s400/livro+museus+p%C3%B3s-+modernidade.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://nomundodosmuseus.files.wordpress.com/2009/03/marta-anico-livro1.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Museus e Pós-Modernidade: Discursos e Performances em Contextos Museológicos&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-size:85%;"&gt;Autora: Marta Anico&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Edição: Universidade Técnica de Lisboa - Instituto de ciências Sociais e Políticas, 2008&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Descrição Física: 490 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;ISBN 978-989-646-003-7&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Esta obra resulta da investigação realizada no âmbito da preparação de uma tese de doutoramento em ciências sociais, especialidade em Antropologia cultural, apresentada no Instituto de ciências Sociais e Políticas em Janeiro de 2007.&lt;br /&gt;Sobre o livro:&lt;br /&gt;A presente obra debruça-se sobre as configurações dos museus na contemporaneidade, analisando a relevância social e cultural destas instituições enquanto protagonistas de processos de produção, representação e consumo de significados, no contexto de uma condição global pós-moderna. A redefinição do conceito de museu, a sua politização, a renegociação do seu relacionamento com os públicos e a democratização do acesso são alguns dos desafios com que se deparam estas instituições e que se reflectem na construção de múltiplas significações associadas ao seu papel e ao seu lugar nas sociedades contemporâneas. Este livro pretende, pois, oferecer uma reflexão sobre as teorizações e os modelos museológicos mais recentes, com particular incidência no “pós-museu”, e as práticas e dinâmicas de adaptação a contextos locais, em articulação com a temática das politicas culturais e os usos instrumentais da cultura.&lt;br /&gt;Marta Anico. Doutorada em Ciências Sociais (na especialidade de Antropologia Cultural), é professora auxiliar no Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas da Universidade Técnica de Lisboa. Co-editora com Elsa Peralta das obras “Patrimonio e Identidade. Ficções Contemporâneas (Celta, 2006) e “Heritage and Identity” (Routledge, 2008), a sua produção científica incide nas temáticas do património, museus, práticas e representações culturais e, mais recentemente, nas políticas da cultura.&lt;br /&gt;(Informação extraída da contracapa do livro)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tags: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wordpress.com/tag/antropologia-cultural/" rel="tag"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Antropologia Cultural&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wordpress.com/tag/livro/" rel="tag"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;livro&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wordpress.com/tag/marta-anico/" rel="tag"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Marta Anico&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://en.wordpress.com/tag/museologia/" rel="tag"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;museologia&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Posted in &lt;/span&gt;&lt;a title="View all posts in Books" href="http://en.wordpress.com/tag/books/" rel="category tag"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Books&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a title="View all posts in Museology" href="http://en.wordpress.com/tag/museology/" rel="category tag"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Museology&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; , por Ana Carvalho, &lt;em&gt;in&lt;/em&gt; " Mundo dos Museus "&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-883521597807016996?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/883521597807016996/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=883521597807016996' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/883521597807016996'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/883521597807016996'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/04/sudestao-de-leitura.html' title='Museus e Pós-Modernidade'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sd9aVfK2eJI/AAAAAAAAHQc/GfNGGBNkZE4/s72-c/livro+museus+p%C3%B3s-+modernidade.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-2372402135884839846</id><published>2009-03-01T18:25:00.003Z</published><updated>2009-03-01T18:35:20.459Z</updated><title type='text'>Michel Giacometti - Museu do Trabalho</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SarUwT65hEI/AAAAAAAAHBs/bu3pTIbYoO4/s1600-h/Giacometti+recolha.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5308289037255672898" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 182px; CURSOR: hand; HEIGHT: 215px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SarUwT65hEI/AAAAAAAAHBs/bu3pTIbYoO4/s400/Giacometti+recolha.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Giacometti elaborou, em 1975, um projecto de recolha popular, a que chamou Plano de Trabalho e Cultura, no quadro do então recém-criado Serviço Cívico Estudantil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No Verão desse ano, mais de uma centena de jovens respondeu ao apelo do musicólogo francês e varreu alguns concelhos do país em busca de instrumentos musicais e de trabalho, utensílios domésticos, fotografando e registando sons de exemplares vocais e instrumentais, lendas, histórias e recolhendo informação sobre medicina popular. Estabeleceu-se que a maior parte desta informação ficasse à guarda do INATEL (ex-FNAT, Federação Nacional para a Alegria no Trabalho), entidade em cujo processo de reestruturação Giacometti estava fortemente empenhado e para o qual propunha a criação de um Centro de Documentação Operário-Camponês (que devia substituir o Grupo de Etnografia e Folclore da instituição) e de um Museu do Trabalho. Pouco tempo depois, Giacometti saiu do INATEL em conflito com a organização e muito do espólio recolhido seria doado pelo próprio INATEL à Câmara de Setúbal, que tinha manifestado interesse na aquisição. Durante muitos anos o Museu do Trabalho foi um projecto sem espaço físico, até que a Câmara de Setúbal adquiriu uma unidade de indústria conserveira fechada desde a década de 60. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Museu do Trabalho e Reserva etnográfica Michel Giacometti (Setúbal), de Terça a domingo, 9h30-18h. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Contacto: 265 537880 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="mailto:museu.trabalho@mun-setubal.pt"&gt;museu.trabalho@mun-setubal.pt&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;alfaias agrícolas, máquinas e ferramentas, ofícios, objectos de uso quotidiano, luminárias e utensilagem doméstica &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;fonte: &lt;strong&gt;Jornal Expresso&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-2372402135884839846?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2372402135884839846/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2372402135884839846' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2372402135884839846'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2372402135884839846'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/03/michel-giacometti-museu-do-trabalho.html' title='Michel Giacometti - Museu do Trabalho'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SarUwT65hEI/AAAAAAAAHBs/bu3pTIbYoO4/s72-c/Giacometti+recolha.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8931002818810336594</id><published>2009-02-02T17:13:00.004Z</published><updated>2009-02-02T17:48:17.325Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;img src="http://www.imparcialenlinea.com/imaweb/separa.gif" border="0" /&gt;                       &lt;table style="width: 440px; height: 1163px;" border="0" cellpadding="0" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr bgcolor="#663399"&gt;     &lt;td width="319"&gt;     &lt;img src="http://www.imparcialenlinea.com/imaweb/bg-cultura.gif" alt="Cultura" /&gt;     &lt;/td&gt;     &lt;td class="titleSeccion"&gt;      &lt;br /&gt;&lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;    &lt;tr&gt;    &lt;td colspan="2"&gt;     &lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-size:130%;" class="txtTitleRead" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;h3 class="r"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;a href="http://www.imparcialenlinea.com/index.php?mod=leer&amp;amp;id=72632&amp;amp;sec=cultura&amp;amp;titulo=Museos_comunitarios,_luchan_contra_exclusi%C3%B3n_social" class="l" onmousedown="return clk('http://www.imparcialenlinea.com/index.php?mod=leer&amp;amp;id=72632&amp;amp;sec=cultura&amp;amp;titulo=Museos_comunitarios,_luchan_contra_exclusi%C3%B3n_social','','','res','2','')"&gt;El Imparcial - El mejor diario de Oaxaca&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;&lt;span class="std nobr"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(153, 51, 0);font-size:130%;" class="txtTitleRead" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Museos comunitarios, luchan contra exclusión social&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;   &lt;span style="font-weight: bold;font-size:85%;" class="txtSubtitleRead" &gt;Debido a las grandes diferencias económicas que los países llegan a concentrar , “los museos comunitarios arraigan en sus bases una lucha para erradicar las diferencias sociales” &lt;/span&gt;         &lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;        &lt;span class="txtCreditos"  style="font-size:85%;"&gt;            &lt;span style="font-size:78%;"&gt;Vidal PINEDA VÁSQUEZ&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;      &lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;  &lt;/td&gt;    &lt;/tr&gt;         &lt;tr style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;    &lt;td colspan="2"&gt;   &lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;img src="http://www.imparcialenlinea.com/images/CULTURA1LUNES020209.jpg" align="left" /&gt; Buscar el equilibrio social y eliminar cualquier tipo de diferencia racial que llegue ha existir entre las culturas, es uno de los objetivos principales que buscan los museos comunitarios, señaló el representante del Ecomuseo de Santa Cruz, Río de Janeiro, Brasil, Bruno Cruz de Almeida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Debido a las grandes diferencias económicas que los países llegan a concentrar en sus núcleos sociales, a decir de Cruz de Almeida, los museos comunitarios arraigan en sus bases una lucha para erradicar las diferencias sociales, “una lucha contra la exclusión y favor de la inclusión cultural”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se lucha contra ésto porque en cada uno de estos museos existentes en Brasil, se promueve el conocimiento de la historia para una mejor comprensión del presente y del futuro. Estas instituciones están en contra de la exclusión y a favor de la inclusión, porque en siglos anteriores hubo una discriminación social, y en este siglo se debe de luchar por la inclusión social, hoy en todo el mundo lucha contra esta exclusión, lo importantes es mantener un equilibrio social, eliminar estos abismos entre las sociedades”, comentó.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tal motivo y debido a la importancia que ésto llega a tener en los diferentes sectores sociales, la creación de museos comunitarios en Brasil ha permitido la estructura de una Asociación Brasileña de Museos Comunitarios y Ecomuseos que promueven la convivencia y el reconocimiento cultural de las comunidades, explica el brasileño. Y agrega: “Por ejemplo, en las favelas brasileñas, los barrios más pobres localizados en los cerros de este país centroamericano, cuentan son su propio museo, a través del cual buscan el rescate de su historia y luchan para que los sectores mejor posicionados económicamente, los incluyan como parte de la sociedad brasileña y no como entes distintos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cuando en Santa Cruz surgió el museo, el Gobierno envió un comité para el rescate de la memoria histórica, y así fue como gente de otras partes de Río de Janeiro contagiaron a esta comunidad, para que fueran ellos quienes sintieran la necesidad de rescatar su historia, la cual no estaba representada nacionalmente, pues no se hablaba de Santa Cruz, la historia de esta comunidad no existía”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Siendo participante el Tercer Taller de Facilitadores de Museos Comunitarios de América, que desde hace una semana se lleva a cabo en nuestra ciudad, Cruz de Almeida finalmente señaló, que proyectos como éste permiten un intercambio interesante de culturas, lo cual conduce a un enriquecimiento social, ya que para él y sus compañeros es importante “ampliar y fortalecer el orgullo de las comunidades”.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;                                    &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;         &lt;tr style="color: rgb(153, 51, 0);"&gt;&lt;td colspan="2" align="right"&gt;  &lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8931002818810336594?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8931002818810336594/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8931002818810336594' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8931002818810336594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8931002818810336594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/02/museos-comunitarios-luchan-contra_02.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-2146361436439821360</id><published>2009-02-02T17:08:00.007Z</published><updated>2009-11-11T16:07:08.239Z</updated><title type='text'>À volta do sentido do museu ...</title><content type='html'>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SqBLJTvAqsI/AAAAAAAAH70/luEtVjblzjY/s1600-h/Merceria+Miranda+CV2.JPG"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5377380578368727746" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SqBLJTvAqsI/AAAAAAAAH70/luEtVjblzjY/s400/Merceria+Miranda+CV2.JPG" style="cursor: hand; display: block; height: 300px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 400px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Qualquer projecto museológico terá que partir do estudo profundo do território e da auscultação das pessoas. Antes do museu existir é necessário identificar a problemática (o seu objecto social), suscitar a reacção, o espanto, a vontade das pessoas em participar. Pensar no modelo, no tipo de organização e na sua sustentabilidade. Qualificar a procura através de acções de disseminação do conhecimento, promover o debate, investir arduamente na elevação das expectativas dos cidadãos-clientes, é tarefa primordial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O futuro dos museus está na participação. No diálogo entre pessoas e grupos que estão na area de impacto do museu, independentemente da relação e/ou vínculo que têm com a instituição museológica (profissionais, voluntários, parceiros, utilizadores, públicos). A participação é o processo-chave da Qualidade em museus. É através da participação que os museus ganham sentido, ganham espessura e geram valor. É a participação que torna o museu único e socialmente relevante. Por muito nobres que se nos afigurem as causas, nada muda se for imposto. As pessoas (julgo eu) têm que acreditar que podem contribuir para a mudança. Têm que se sentir comprometidas, ganhar confiança, crescer com o problema, ajudar a decifrá-lo e ganhar coragem (audácia/poder) para intervir na sua concretização. É fácil fazer um museu mas é muito difícil mantê-lo vivo e actuante. A Museologia do futuro terá que estar mais atenta aos processos, ao envolvimento das pessoas e ao empowerment por ele gerado, porque aí reside a sua força e razão de existência. A Museologia Social, processual, transforma dificuldades em oportunidades, admite a mudança, a pedagogia do erro e a contínua aprendizagem. É inclusiva e promove a qualificação das culturas e dos patrimónios. A mera "contabilidade de públicos" já não chega para aferir a qualidade de um museu. Uma competente gestão do conhecimento e da informação é hoje fundamental para qualquer organização, incluindo os museus. A noção de qualidade em museus rege-se hoje por parâmetros que estão muito para além de um somatório de "boas qualidades". A qualidade total em museus mede-se pela qualidade da participação e pelos resultados para a comunidade (a satisfação das pessoas e a inclusão). A exemplo de muitas outras organizações com idênticas missões e valores, os museus terão de se munir das necessárias ferramentas avaliativas com o objectivo medir e comparar os impactos da sua acção na comunidade. Estes processos são uma construção tão (ou mais) importante como o produto final (exposição ou outro), por muito espectacular que este se nos afigure. Na Museologia social (com carácter processual) fazer o caminho é tão importante como chegar à meta. Os processos de identificação e descoberta, aproximam as pessoas e reforçam as comunidades de interesses, centradas sobre o património. A inclusão do diferente e dissonante gera inovação. produz efeito nos procedimentos de natureza material e imaterial, reconfigura o modelo de comunicação em museus. A participação efectiva permite trabalhar a singularidade, a especificidade das culturas, os modos de ser e agir de pessoas de diferentes gerações, origens e condições. O importante é a persistência no terreno e o enriquecimento das suas leituras. É do terreno que nasce toda a acção sólida e consistente. O importante é criar laços entre as pessoas, derrubar barreiras físicas, intelectuais e psicológicas, promover as acessibilidades, trabalhar com deficientes, imigrantes, desempregados, mulheres, crianças, grupos de risco. Criar rotinas de estudo, hábitos de pensar e decidir em conjunto. Esse é o campo onde germina a mudança e cresce a cidadania. Os museus sustentáveis, estão ancorados no terreno, na proximidade, assentes em fortes valores humanistas, com uma visão arrojada de futuro. &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Isabel Victor&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Chefe da Divisão de Museus da Câmara Municipal de Setúbal&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Docente no mestrado em Museologia da Universidade Lusófona de Lisboa&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-2146361436439821360?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2146361436439821360/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2146361436439821360' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2146361436439821360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2146361436439821360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/02/museos-comunitarios-luchan-contra.html' title='À volta do sentido do museu ...'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SqBLJTvAqsI/AAAAAAAAH70/luEtVjblzjY/s72-c/Merceria+Miranda+CV2.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-1312660222321569548</id><published>2009-02-02T17:04:00.002Z</published><updated>2009-09-04T00:04:58.285+01:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;table cellspacing="0" cellpadding="0" width="530" border="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr bgcolor="#663399"&gt;&lt;td width="319"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="titleSeccion"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;span class="txtTitleRead"&gt;Museos comunitarios, luchan contra exclusión social&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="txtSubtitleRead"&gt;Debido a las grandes diferencias económicas que los países llegan a concentrar , “los museos comunitarios arraigan en sus bases una lucha para erradicar las diferencias sociales” &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="txtCreditos"&gt;Vidal PINEDA VÁSQUEZ&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-1312660222321569548?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/1312660222321569548/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=1312660222321569548' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1312660222321569548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/1312660222321569548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/02/museos-comunitarios-luchan-contra_2549.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-7132680133673980032</id><published>2009-01-30T21:29:00.003Z</published><updated>2011-01-11T23:24:45.799Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SYNztoUKJbI/AAAAAAAAG7g/G1WAl6kZuVQ/s1600-h/pierre_mayrand.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5297204814471112114" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SYNztoUKJbI/AAAAAAAAG7g/G1WAl6kZuVQ/s400/pierre_mayrand.jpg" style="float: left; height: 114px; margin: 0px 10px 10px 0px; width: 71px;" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;FICHE D’ ÉVALUATION AUTOCRITIQUE&lt;br /&gt;D’ UN ALTERMUSÉOLOGUE DU MINOM.&lt;br /&gt;Pierre Mayrand, le 30 janvier 2009-01-31&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On se souviendra que la fiche d´ évaluation proposée par le MINOM Int., a pour fonction d’ illustrer par des démarches jugées exemplaires par l’ auteur un processus en cours afin de créer une banque de références pouvant répondre à la question &amp;lt;&amp;gt; selon les contextes , les personnalités, le niveau de compréhension , d’ assimilation et de transposition de certains paramètres connus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;QUELLES LIMITES: COMBIEN DE TEMPS ENCORE, UN BILAN PROVISOIRE DE MA CONTRIBUTION AU MUSÉE COMMUNAUTAIRE DE CARRAPATEIRA (Pt, Algarve) ? Une intervention provoquée par une question de J.Fr. Leclerc (Qc, Can ) &amp;lt;&amp;gt;… qui lui est posée régulièrement par ses étudiants, à la fois séduits par l’ idée ( Faire du neuf ) et sceptiques devant l’ enchevêtrement des notions et des positions. Je tente toujours de répondre simplement, autant que faire se peut, qu’ il s’ agit d’ une attitude face au monde et à son explication, de privilégier l.e questionnement social, politique et culturel sur le devenir de nos sociétés, de se sentir entraîner par une cause, de chercher à mettre celle-ci à profit dans la création muséale libérée de toute entrave, de se donner la peine d’ explorer les essais de typologie existants, d’ aller expérimenter de prés, aussi éloignés qu’ ils fussent, les milieux où ça se passe. Pour l’ étudiant, brûler les cahiers de classe. Pour le professionnel, prendre une marge de distance avec la RÉGLE de l’ INSTITUTION. Encore mieux, DESCENDRE DANS LA RUE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;BILAN DE L’ AUTEUR.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Venu à Carrapateira, en 2004, fréquentant le Portugal depuis 1974, je fus amené par la Directrice du MMTC et les autorités municipales à validert le projet d’ un musée-territoire, dans une perspective de la Nouvelle muséologie dont la Directrice était une adepte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le diagnostic fut favorable, le contexte géographique et politique étant favorable à une telle initiative. Le projet prit, d’ entrée de jeux, le nom de &amp;lt;&amp;gt; pour désigner le territoire d’ intervention. Je fus requis par le Président de la Mairie (Camara), un communiste passé au parti socialiste au pouvoir, pour préparer un plan quinquennal d’ orientation, de même que pour dresser une grille d’ analyse du patrimoine regional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ceci me permit de me familiariser avec le milieu, de m’ attacher au projet et à la région, de me rapprocher de mes enseignements en sociomuséologie à l’ Université Lussofone de Lisbonne et de mês camarades militants du MINOM de la première heure, de prendre la décision aux conséquences multiples sur ma vie personnelle de demeurer en semi permanence auprès de ma nouvelle compagne, la Directrice du Musée.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;On m’ attribua, alternativement à titre de volontaire et de contractuel, le programme d’ intervention communautaire ( Formation et gestion ). À ce titre, encouragé par la sollicitude du Responsable (Vereador ) de la Culture, j’ entrai dans la programmation des activités, dans la mise en place concrète d’ un Comité de participation ( Gain considérable dans la structure portugaise du pouvoir municipal ), dans le conditionnement de l’ appareil municipal par la tenue d’ un colloque &amp;lt;&amp;gt; ( Collaboration du MINOM Portugal: Série Musées et autarquies )En sus de ces initiatives délicates en raison de mon statut d’ étranger ( susceptibilités à ménager ) et de ma liaison avec la Directrice, je me rendis disponible pour préparer des dossiers de promotion ( Prix Tourisme Portugal qui nous fut alloué avec les Açores ), dernière main, avant son inauguration le 1er Mai 2008, aux textes philosophiques et au récit muséographique ( Introduction de la mascotte, la Baleine Jonas ) enfin à la disposition des objets, aux fiches d’ évaluation du parcours du visiteur, etc …&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si on exclut les communications en salles de cours et dans les colloques, les menus services pressants de dernière minute, ce fut un travail incessant, ramant parfois à contre-courant où je mis à contribution au profit d’ une amitié et d’ une affection pour une collectivité, toutes les resources de mon experience, tant théorique que pratiquie, persuadé par mes observations que le Portugal avait besoin de renouveler la révolution muséologique de peu de durée entreprise en 1974. J’ eu la prétention (?) d’ introduire le &amp;lt;&amp;gt; et de défendre, lors de l’ Atelier Molinos, la notion de modèle s’ appuyant sur le processus de modélisation ( une statégie de stimulation du développement ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Me sentant responsable d’ avoir entraîné mes coéquipiers dont j’ étais l’ aviseur sur le plan de l’ action communautaire sur une pente dont on ne sait jamais si elle pourra être surmontée ( Caractère expérimental ), risquant de mettre en péril des carrières, de décevoir les illusions ( l’ utopie ), je connu des momments de doute comme je l’ ai souvent exprime dans mes chroniques, rapidement dissipés compte tenu de mon caractère volontaire et une capacité de travail peu commune ( à ce qu’ on dit ).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mon défi le plus important fut cependant d’ avoir à gérer dans le quotidien une relation de couple engage, de faire le partage équitable des tâches, moi-même comme volontaire invité, ma compagne comme Directrice répondant directement des autorités don’t j’ étais tenté de la détacher pour nous ramener au modèle d’ efficacité et de privacité Nord Américain auquel nous invitaient, d’ une certaine manière, les critères d’ efficience introduits par les programmes de la communauté Européenne, me souvenant toujours des paroles de Mateo Andrès ( Maestrazgo ) sur la &amp;lt;&amp;gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ayant atteint l’ âge du dernier quart d’ une vie, continuant à être mu par la vivacité de l’ esprit, possédant le sentiment que le plus important est encore à dire ou à faire, cherchant tout prétexte pour franchir les limites, ne craignant pas de substituer l’ aventure humaine au confort personnel, je marche jusqu’ à présent, comme l’ Indien, sur le retour de mes pas, une astuce pour détourner l’ ennemi. Est-il un point dans l’ expérience où il est permis de rompre les rangs ? En Haute-Beauce, j’ avais cinquante ans, je ne le croyais pás. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;_________________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-7132680133673980032?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/7132680133673980032/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=7132680133673980032' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7132680133673980032'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/7132680133673980032'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/fiche-d-evaluation-autocritique-d-un.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SYNztoUKJbI/AAAAAAAAG7g/G1WAl6kZuVQ/s72-c/pierre_mayrand.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-6504286780724534563</id><published>2009-01-29T14:08:00.010Z</published><updated>2009-02-02T17:57:49.148Z</updated><title type='text'>Cartografias da memória. Museus de Setúbal /Rede local de voluntários</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SYG4izNwxhI/AAAAAAAAG64/h3XPAU9RJdg/s1600-h/EXPO+13.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5296717544767407634" style="margin: 0px auto 10px; display: block; width: 206px; height: 400px; text-align: center;" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SYG4izNwxhI/AAAAAAAAG64/h3XPAU9RJdg/s400/EXPO+13.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);font-size:100%;" &gt;Uma ideia. Um processo. Uma etapa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;_______________ &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A Exposição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;13&lt;br /&gt;13&lt;br /&gt;13&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;segundo, certos pontos.de.vista.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;" Ninguém é igual a ninguém. Todo o ser humano é um estranho ímpar."&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.pensador.info/autor/Carlos_Drummond_de_Andrade/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Carlos Drummond de Andrade&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As fotografias foram o rastilho que incendiou a memória. Poderiam ter sido cem ou meia dúzia, mas como tudo tem um princípio, decidimos apostar no 13, esconjurar a crença no infortúnio, provocar o estremecimento, registar o encontro entre o instante aprisionado na imagem e as imagens instáveis, conflituantes, que a memória constrói e reconstrói dentro do seu tempo; ouvir falar de desencontros (que são pontos negros na História), descerrar o sofrimento, criar cumplicidades, reconhecer o trabalho e as lutas que traçam a diferença, sorrir às hesitações, aos lapsos e “esquecimentos” que a memória tece; jogar na metáfora do número a ambiguidade de sentidos que atravessam a imagem (também as alegrias e as suas celebrações), captar na singularidade de cada ponto.de.vista, o estranho ímpar que é todo o ser humano. Este projecto, cataliza o espanto, individual e colectivo, que assenta na descoberta de uma cidade nunca vista, sobre certos pontos.de.vista. Trata-se de criar com os parceiros e voluntários, uma nova e sofisticada cartografia do património, subjectiva, plural e diversa, reconstituída a partir das pessoas e dos seus mundos. O que aqui se apresenta é uma infinitésima parte do que temos recolhido, mas fica o exemplo, a síntese, o mote para a criação de um centro de memórias que registe metodicamente o que está para além das evidências. O que nos torna ímpares, estranhamente diferentes, entre iguais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Isabel Victor&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Divisão de Museus / Câmara Municipal de Setúbal&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;_______&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: rgb(102, 102, 102);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:180%;"&gt;O Projecto&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este projecto de recolha e registo de memórias orais tem como ponto de partida as fotografias de Américo Ribeiro, Arquivo Municipal que faz parte do património cultural e artístico de Setúbal.&lt;br /&gt;A escolha não foi inocente, sabíamos, à partida, que o arquivo Américo Ribeiro estava inscrito nas vidas e memórias dos cidadãos, não só pela sua riqueza temática, mas também pela forma como Américo Ribeiro se relacionou com as pessoas e com a cidade. Também sabíamos que os afectos gerados pelas imagens e apego aos lugares, fotografados durante mais de meio século, facilmente despertariam a vontade de dizer algo.&lt;br /&gt;Para conseguirmos chegar a esta síntese, apresentada sob a forma de exposição e filme, foi necessário um longo e intenso trabalho de retaguarda, que teve início em Outubro de 2007 e que continua a decorrer. Até ao momento, foram trabalhadas 398 imagens, das quais 94 versam o Vitória Futebol Clube; 196, a cidade e as pessoas; 27, as fábricas de conservas e 81, a Batalha das Flores, entre outras festas e tradições. Neste percurso, recolheram-se histórias de vida, memórias, criaram-se afectos e geraram-se emoções em torno do mote escolhido. Constituíram-se redes interpessoais envolvendo os museus e os diferentes grupos na comunidade, contribuindo para atenuar as barreiras sociais e intelectuais que ainda hoje inibem algumas pessoas de entrar nos museus e aceder a bens culturais e patrimoniais, que são pertença de todos. Com este trabalho buscamos a aproximação entre a comunidade, os museus, os patrimónios e aproveitamos a irrepetível oportunidade de recorrer a informantes que foram contemporâneos de acontecimentos fotografados por Américo Ribeiro, tornando-os narradores da sua própria história.&lt;br /&gt;A valorização dos saberes e experiências de vida dos membros da comunidade, sistematizados em forma de documentos acessíveis aos públicos e investigadores, permite-nos acrescentar aos espaços museológicos uma outra dimensão de pesquisa, baseada na escuta e no compromisso com os cidadãos, engrandecendo e humanizando o leque de serviços dos museus e os conteúdos do património imaterial.&lt;br /&gt;A exposição "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;13 Fotografias, 13 Estórias, 13 Filmes&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;", reúne um conjunto ímpar de imagens seleccionadas pelos informantes, de acordo com os seus critérios e preferências pessoais.&lt;br /&gt;A subjectividade dos seus olhares remete-nos para múltiplas e desafiantes leituras da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradecemos a todos os que contribuíram para que isto fosse possível, dando-nos os seus únicos e irrepetíveis &lt;em&gt;&lt;strong&gt;pontos.de.vista. &lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Maria Miguel Cardoso&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Museu do Trabalho Michel Giacometti Divisão de Museus Câmara Municipal de Setúbal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;Bruno Ferro&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Arquivo Municipal Fotográfico Américo Ribeiro Divisão de Museus Câmara Municipal de Setúbal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Edite Barreira&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Projecto «Ao Encontro da Memória Através do Património»&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-6504286780724534563?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/6504286780724534563/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=6504286780724534563' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6504286780724534563'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6504286780724534563'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/blog-post_29.html' title='Cartografias da memória. Museus de Setúbal /Rede local de voluntários'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SYG4izNwxhI/AAAAAAAAG64/h3XPAU9RJdg/s72-c/EXPO+13.bmp' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-696831657378236190</id><published>2009-01-19T20:48:00.000Z</published><updated>2009-01-19T20:49:04.837Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>MIDI EXPRESS&lt;br /&gt;Chroniques d’ un altermuséologue&lt;br /&gt;19 janvier 2009-01-19&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LES DOUTES D’ UN ANIMATEUR&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;L’ expérience d’ une assemblée générale populaire relatée hier soir, se voulant un exercice d’ auto-critique, ne me satisfaisant pas, laissant dans l’ ombre de nombreux doutes, j’ y reviens le lendemain matin au risque de vous lasser, si ça n’ est pas déjà le cas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Je me suis toujours interrogé, lors des interventions communautaires auxquelles j’ ai eu à prêter ma collaboration comme volontaire, se déroulant parfois sur une période prolongée ( je pense surtout à la Haute Beauce, ce fantôme géant, qui a occupé une vingtaine d’ années de ma vie et qui me sert toujours de référence tellement l’ expérience fut exhaustive ), sur mes motivations profondes, sur l’ impact réel des réussites et des échecs, sur la tentation de la manipulation et du pouvoir tribun.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pour ce qui est des motivations il est certain que j’ obéissais à une poussée irrésistible, à la fois croyance dans la cause du changement et de la solidarité coopérative et expression d’ une rébellion contre les coercitions auxquelles j’ ai été soumis dans dans ma jeunesse ( Religion, éducation, tutelle paternelle … ), mais également en regard des enseignements maternels, ma mère étant issue d’ une famille possédant une longue histoire de résistances tragiques. Il faut dire aussi que, malgré mon âge, je me considerais de la génération des années 70, étant en contact permanent avec les jeunes par mes enseignements. Ces facteurs, comme d’ autres, eurent come résultat un souci de me distinguer tout en me fondant dans la masse, de réfuter toute position arrêtée, d’ épouser le risque et la provocation comme modes de vie et de relationnement: Emporté vers le large dans la faible embarcation que je m’ étais construite, je défiais les dieux tout en tremblant.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ceci m’ amène à commenter brièvement la tentation de la manipulation dont on est trop souvent soupçonné dans l’ exercice de ce métier. Où se trouve la ligne de démarcation entre celle-ci et la visée stratégique, propre à toute action organisée ? Tout dépend, à mon avis, de la légitimité des objectifs poursuivis. Mais qui en jugera ? Est-ce parceque nous sommes confrontés à une opposition qu’ il faille présumer d’ une justification de la présomption de manipulation stratégique ? Le verdict, parfois sévère, appartient à la communauté à laquelle le volontaire, animateur socio-culturel, consent à consacrer ses énergies. Le militant, bien souvent meurtri dans sa chair, n’ aura d’ autre issue que celle du courage d’ entreprendre son auto-critique sans sombrer dans la démobilisation, de poser et de se poser les questions troublantes qui font partie des rapports sociétaires.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pour en revenir à l’ assemblée d’ hier, malgré la présence massive de la communauté et son écoute attentive, je sentais bien que tout avait été &lt;&gt; selon les meilleures règles du métier, ne laissant pas d’ autre choix aux personnes présentes que de se laisser entraîner dans un engrenage bien huilé. Je sentais néanmoins poindre dans l’ esprit de certains la question, rapidement éludée, dans quelle galère sommes-nous entraînés ? Était-ce une assemblée publique pour entériner ou valider l’ action unilatérale du Musée, justifier sa vocation communautaire, ou bien était-ce véritablement une tentative d’ associer toutes les voix , dans un geste de rémission, à la vie de l’ entreprise ? La question, restée sans réponse claire, à savoir si le Comité de participation possédait un pouvoir exécutif ( le document stipulant seulement qu le CP n’ était pas un groupe de pression ), est un exemple de zone grise que l’ on retrouve dans toute démarche de type concensuel. De la réponse à cette question découleront les rapports à venir à l’ intérieur du triangle diabolique dans lequel nous venons de nous engager: MUSÉE-POPULATION-AUTORITÉ. Je puis cependant affirmer sans l’ ombre d’ un doute que l’ intention de ceux qui ont mené le jeux   ( La Directrice, moi-même, le Vereador ) était exempte de tout calcul récupérateur, tellement la foi dans l’ entraînement du mouvement fut grande. Le doute de l’ animateur muséal chevronné, dans mon cas, venait peut-être du trac que l’ on éprouve toujours au momment de franchir une étape décisive engageant la responsabilité sociale ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                 Pierre (Mayrand)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-696831657378236190?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/696831657378236190/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=696831657378236190' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/696831657378236190'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/696831657378236190'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/midi-express-chroniques-d-un.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-4230842622838721930</id><published>2009-01-18T23:41:00.000Z</published><updated>2009-01-18T23:42:11.372Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>MINUIT EXPRESSE&lt;br /&gt;Chroniques d’ un altermuséologue&lt;br /&gt;Janvier 2009-01-18&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AUTO-CRITIQUE D’ UNE ASSEMBLÉE GÉNÉRALE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le Musée de la Mer et de la Terre de Carrapateira (Pt) se définit comme un musée communautaire. Inauguré en Mai de l’ an dernier, sa qualité comme musée communautaire était légitimisée, jusqu’ à présent, par le don d’ objets, par la participation spontanée des habitants aux enquêtes, par leur affection pour un projet qu’ ils avaient fait leur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Il fallait franchir un pas supplémentaire dans la communitarisation du musée, dont le statut était celui de la dépendence à la tutelle municipale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afin de parvenir à un degré opérationnel de pleine communitarisation, il fut prévu de longue date de convaincre l’ autorité municipale de prolonger le succès populaire du Musée par la mise en place de structures et d’ activités lui donnant de la chair, le contexte socio-politique du Conseil étant théoriquement favorable à l’ adoption de mesures participatives prises en charge par le Musée.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Les mesures proposées dans un plan quinquennal prévoyaient , entre autres, l’ institution d’ un réseau géré par des noyaux interactifs de populations formées aux expositions à l’ intérieur d’ un territoire d’ identité désigné comme le &lt;&gt;, enfin la création à l’ intérieur du musée pilote de Carrapateira d’ une instance consultative de gestion participative, le Comité de participation, et la création d’ un premier atelier de formation aux expositions, sous forme d’ une clinique de la mémoire.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La philosophie d’ action du musée ayant été réitérée lors de la présentation , à la Municipalité , de la première programmation&lt;br /&gt;Incluant les prévisions budgétaires, l’ ensemble des propositions reçurent un aval compréhensif de la part des autorités, dont celui du Responsable de la Culture, ces décisions coincidant avec l’ annonce de l’ attribution d’ un prix du Tourisme Portugal 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Les deux mécanismes de participation cités avaient fait l’ objet de documents énonçant les objectifs, la méthodologie de chacune des instances à expérimenter. Il fallait à présent convenir d’ une façon afin de les véhiculer auprès de l’ ensemble des populations concernées. La convocation d’ une Assemblée générale d’ information fut décidée. En plus de la présentation de la mission communautaire du Musée, deux points furent portés à l’ ordre du jour: Les participants au Comité de gestion et au 1er Atelier de formation aux expositions. Ceci peut apparaître comme tout à fait normal dans certains milieux familiers avec cette procédure, et dont la direction y est prepare.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grâce à l’ instrumentation d’ un conseiller en action communautaire et une préparation minutieuse des details de fonctionnement en assemblées délibérantes, le grand jour eut lieu dans l’ après midi du dimanche le 18 janvier.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Une cinquantaine de personnes répondirent à l’ appel, serrés les uns contre les autres dans la Salle polyvalente du Musée, encadrés par les panneaux expositifs de la mission du Musée: Personnes de tout âge, de toute condition. Malgré certaines hésitations compréhensibles, les décisions furent prises concensuellement conformément à l’ ordre du jour proposé en évitant la lourdeur de procédures. Les premières rencontres de comités nous permettront de conclure de fçon plus conclusive sur l’ efficacité de l’ appareil mis en place.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseiller en muséologie communautaire, travaillant en étroite collaboration avec la Directrice et le Responsible de la Culture, le fait que je ne maîtrise pas la langue, fit en sorte que les rôles durent être inversés à certains momments obligeant ainsi à des ajustements de fonctionnement lors des étapes ultérieures.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bolos, mogrono, thé, firent le reste, alors que certains s’ occupaient à se repartir les convocations au Comité et à l’ Atelier, une tâche toujours ardue compte tenu des disponibilités des uns et des autres. Si plusieurs membres de la communauté avouaient qu’ ils ne savaient lire, les langues suppléères abondamment à cette carrence.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                         Pierre (Mayrand)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-4230842622838721930?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/4230842622838721930/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=4230842622838721930' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4230842622838721930'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/4230842622838721930'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/minuit-expresse-chroniques-d-un.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8494482454887987672</id><published>2009-01-16T20:34:00.005Z</published><updated>2009-09-17T22:34:55.569+01:00</updated><title type='text'>Museu do Trabalho Michel Giacometti . Setúbal (Catálogo)</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrKo9CCWJnI/AAAAAAAAH_0/8XzndahL42M/s1600-h/MTEXTERIOR.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382550271133361778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 263px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrKo9CCWJnI/AAAAAAAAH_0/8XzndahL42M/s400/MTEXTERIOR.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrKo8hxtHnI/AAAAAAAAH_s/2FYjnnv9ol4/s1600-h/18+Maio+museu.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5382550262473629298" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrKo8hxtHnI/AAAAAAAAH_s/2FYjnnv9ol4/s400/18+Maio+museu.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style="color:#336666;"&gt;Dia Internacional dos museus, 18 de Maio, 2009&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Actuação do grupo " &lt;strong&gt;Rodanças&lt;/strong&gt; " - &lt;strong&gt;APPACDM&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SXDwFKhOaAI/AAAAAAAAGxo/KqrcS_4Hq7c/s1600-h/Acessibililades+Museus.bmp"&gt;&lt;/a&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.mun-setubal.pt/NR/rdonlyres/D12DBA0D-AE55-4726-B01F-EEA0356CA2F6/4369Catálogo%20online%20AQUI/IndustriaConserveira.pdf"&gt;Catálogo online &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;AQUI&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;/IndustriaConserveira.pdf&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://catálogo/"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;Telefone 265537880&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#336666;"&gt;&lt;a href="mailto:museu.trabalho@mun-setubal.pt"&gt;museu.trabalho@mun-setubal.pt&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8494482454887987672?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8494482454887987672/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8494482454887987672' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8494482454887987672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8494482454887987672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/blog-post.html' title='Museu do Trabalho Michel Giacometti . Setúbal (Catálogo)'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrKo9CCWJnI/AAAAAAAAH_0/8XzndahL42M/s72-c/MTEXTERIOR.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-2950286643179908658</id><published>2009-01-15T22:30:00.003Z</published><updated>2009-01-16T20:25:05.404Z</updated><title type='text'>L’ EXPOSITION ______________________ LA FACE DÉCHAÎNÉE DU MUSÉE</title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SW-6PnErpuI/AAAAAAAAGxg/hJwsBfuZGOQ/s1600-h/corrente%5B1%5D.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291652864533047010" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 314px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SW-6PnErpuI/AAAAAAAAGxg/hJwsBfuZGOQ/s400/corrente%5B1%5D.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pierre Mayrand, Altermuséologue, Québec, Canadá.&lt;br /&gt;ACFAS, 2008&lt;br /&gt;ULHT, Lisbonne, Pt&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quelque soit la précision des objectifs énoncés dans la mission du musée, les conntrôles établis afin que les actions du musée, notament l’exposition temporaire fabriquée in loco, répondent aux objectifs fixés par l’organisme, la réalité du processus expositionnel (mise en présence, présentation, représentation, représentaction ) est tellement complexe, compte tenu de sa durée et de la multiplicité des intervenants ( que ce soit l’exposition standard ou participative ), qu’il ne fait pas de doute qu’il s’opère une «distanciation» entre l’institution et les résultats obtenus, ceux-ci découlant d’une pensée toute puissante, poursuivant son propre chemin que nous qualifions de « déchaîné » (rompre la chaîne). Ceci est tout à fait salutaire, si l’on considère que la « représentificaction » , la réunion des trois phénomènes cités dans la thématique du colloque , fait de la mise en exposition un acte de création propre à sa vocation culturelle. Bien que la lourdeur des mécanismes de concertation, d’ajustement des intervenants, ralatentissent l’efficacité de l’embrayage poussé à fond afin de se conformer aux échéances, il n’en reste pas moins que dans l’exposition standard, comme dans l’exposition participative, la réunion d’un grand nombre d’intervenants autour du projet, associés par voie de concours ou par simple désir de coopération, fait l’effet d’un broyeur ou d’un extracteur d’idées-formes-relations à l’espace, tirant de l’idée originale (le projet) un mélange riche en saveurs, apprécié par soi-même ( le fabriquant) comme par le visiteur , le principal intéressé à en apprécier la teneur.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le phénomène de transposition de l’idée, à l’origine du projet, encore toute proche de la mission du musée, en une quête d’autonomie basée sur le concensus continu d’expériences diversifiées, de la recherche par les acteurs d’une CRÉATION qui puisse se détacher de la présence de l’institution pour prendre vie dans la perception active du visiteur, y introduisant son propre imaginaire (la suite de la présentificaction déchaînée ), nous oblige à prendre une distance entre la vision simplificatrice du rapport symétrique entre la représentation, la présentation et la présence, des vues de l’esprit peu compatibles avec la rálité asymétrique du processus de fabrication d’une exposition, de ses intentions.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cette liberté que prend l’exposition à travers ses médiateurs, puis, obligatoirement, à travers le regard transformateur du visiteur, est comparable à l’appel, par Jacques Hainard (Objets prétextes, manipulés ) à la confrontation entre le créateur et l’objet se voulant obstinément le maître du terrain. La métaphore donne bien le ton de l’analogie entre deux combats sur le terrain institutionnel: Soit celui mené contre la domination traditionnelle de l’objet pour lui-même, et celui que nous évoquons dans notre argumentation de la « désinstitutionalisation » du processus expositionnel contemporain . Force est de convenir que la très grande majorité des publics s’intéressent peu à la mission du musée, quand ils ne l’ignorent pas totalement. On va au musée X pour voir l’exposition Y, Z qui nous a été offerte par la publicité. Seule la fidélisation, privilège de quelques uns en situation de relation proximale, pourrait satisfaire entièrement l’égo institutionnel, lui donnant l’ illusion de la permanence d’un produit entièrement contrôlé, tellement les représentations sont enrobées dans les sinuosités de la symbolique, ce vecteur de l’imaginaire collectif qui, une fois libéré par l’action collectivisée, commence à agir en toute indépendance sur le milieu culturel et social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nous illustrerons notre propos par un exemple emprunté au Portugal: L’exposition thématique permanente « La mer, notre terre », au Musée de la Mer et de la Terre de Carapateira, un musée à orientation communautaire sous tutelle municipale.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;LE CAS&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La recherche entreprise, il y a dix ans, pour dégager le potentiel ethno-culturel d’une population, en Algarve, traditionnellement vouée aux travaux de la terre et de la mer, dans une zone protégée, le Parc Vicentin faisant face, de l’autre côté de l’ Océan, à la Péninsule de Gaspé , conduit au projet d’un musée participatif articulé autour de la cueillette d’objets témoins des usages quotidiens. Le noyau fondateur, constitué par la muséologue sensibilisée à la muséologie sociale et la réunion des donateurs, se donne la mission implicite d’un musée “vivant”, une prise de position vicérale partagée par les autorités municipales, issues de la gauche populiste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Une fois les travaux de construction d’un édifice destiné à recevoir le programme muséologique entré dans la phase muséologique proprement dite, les chercheurs (anthropologues, historiens) faisant place aux professionnels et techniciens de l’exposition, utilisant le bassin local d’expertises à être formées à une muséologie populaire de la nouvelle génération, au Portugal, caractérisée par une muséographie réceptive aux modèles de représentation et de scénarisation thématique, tout ce monde se penche sur le petit univers (Microcosme) auquel il doit donner forme, contenu et orientation . En plein processus de présentaction une étude stratégique vient préciser la mission et les objectifs de l’organisme, apportant des corrections, articulant plus efficacement la thématisation sur le programme d’animation populaire: L’énoncé de mission, esquissé à la base, se mêle intimement aux techniques d’animation, à la sensibilisation des autorités municipales aux objectifs recherchés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Un colloque sur le rapport musées locaux et autarquies cherche à metre en évidence la nécessité d’un accord entre les musées et les tutelles sur une autonomie mesurée du musée vis-à -vis de la tutelle, à la fois dans la gestion courante que dans les processus d’animation et de réalisation de l’exposition. Les autorités, peu soucieuses, au préalable , de contrôler le contenu expositionnel, plus enclins à s’intéresser au bâti et aux équipements urbains d’accompagnement , mis devant les faits accomplis, réalisant enfin, devant les témoignages d’éloges, le bien fondé d’orientations qui leur étaient peu familières (Les cinq autres musées municipaux du Conseil étant faits sur le modèle traditionnel ), s’empressent d’acourir, au plus haut niveau, pour comprendre l’engouement de la population, pressée d’investir LEUR musée.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comme on peut le comprendre, ici aussi, le phénomène de distanciation joue de façon significative, bien que dans un contexte de relations proximales entre la population, l’autorité , le musée, qui entraîne une dynamique de positionnements mutuels, à l’intérieur de laquelle la présentation gagne en dialectique: Une stratégie du compromis négocié dans un esprit de liberté où l’exposition , plus que l’institution , malgré sa propagande, fait figure de proue. L’esprit de liberté naturelle des gens de mer et de terre, les associés du musée territoire, jeunes et anciens, ayant vécu la révolution socio-culturelle du 25 Avril , ne pouvait que militer en faveur d’un partage du pouvoir, le musée devenant un outil de prise de conscience des passages que vit une population: Une mission qui remonte vers l’institution à travers une muséographie évolutive porteur de représentactions déchaînées du changement social. Cette ascension à rebours d’une muséologie agissante, pensante, organique (population-environnement), ne pouvait que séduire, une fois estompé le syndrome de la prudence bureaucratique, les acteurs municipaux issus du peuple.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FIN DE RÉFLEXION SUR UNE DIALECTIQUE Mai 2008&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-2950286643179908658?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2950286643179908658/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2950286643179908658' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2950286643179908658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2950286643179908658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/l-exposition-la-face-dchane-du-muse.html' title='L’ EXPOSITION ______________________ LA FACE DÉCHAÎNÉE DU MUSÉE'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SW-6PnErpuI/AAAAAAAAGxg/hJwsBfuZGOQ/s72-c/corrente%5B1%5D.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-2236541844920970852</id><published>2009-01-11T20:12:00.008Z</published><updated>2009-01-11T20:35:41.967Z</updated><title type='text'>Museu do Mar, na Carrapateira</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWpXMp5SdSI/AAAAAAAAGt8/Q71cnOcbh1Q/s1600-h/Museu+Carrapateira+inaug.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290136587216254242" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 247px; CURSOR: hand; HEIGHT: 186px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWpXMp5SdSI/AAAAAAAAGt8/Q71cnOcbh1Q/s400/Museu+Carrapateira+inaug.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;O &lt;strong&gt;Museu do Mar e da Terra da Carrapateira&lt;/strong&gt;, situado na aldeia que lhe dá o nome, no concelho de Aljezur, foi concebido e realizado conjuntamente com a &lt;strong&gt;autarquia&lt;/strong&gt;, a &lt;strong&gt;população&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;investigadores&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;museólogos&lt;/strong&gt; e outros profissionais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O objectivo é colocar a museologia contemporânea ao serviço da promoção de uma região, a Costa Vicentina, do seu património natural e cultural.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWpT-Qbr3YI/AAAAAAAAGts/ZagHl-cz8i4/s1600-h/Museu+Carrapateira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290133041328151938" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWpT-Qbr3YI/AAAAAAAAGts/ZagHl-cz8i4/s400/Museu+Carrapateira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Quem vem de Aljezur por aquela estrada serpenteada que atravessa essa serra prestes a confrontar-se com o mar, encontra primeiro a Bordeira incrustada nesse sucalco de feição iminentemente rural e quase a não deixar que a aldeia se confronte directamente com o mar.&lt;br /&gt;Se continuar na mesma direcção e com novas curvas pelo caminho, começa, ao longe, a ver a Carrapateira que, lá do alto da sua colina, parece funcionar como uma espécie de sentinela, sempre em estado de alerta, diante da vastidão daquele mar. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É do cimo dessa encosta, para que a contemplação seja melhor sobre a aldeia, sobre o campo e sobre o mar, que o museu se decidiu edificar. E, por isso, logo de longe se começa a ver porque também ele foi concebido para espreitar a estrada quando esta começa a entrar na Carrapateira. Sorte diferente tem quem vem dos lados de Sagres. Sem qualquer ângulo de visão, ter-se-á de perguntar, já dentro da Carrapateira, onde é o museu da terra e do mar. E depois da estrada contornar a aldeia, ainda antes de sair, ter-se-á de subir aquela íngreme encosta até, praticamente, atingir o topo da Carrapateira e entrar naquele museu que faz questão de nos oferecer um amplo campo de visão em que a praia também não poderia faltar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Num percurso que utilizou os dois itinerários, fomos ao encontro do museu da Carrapateira no dia da sua inauguração. O sol fazia-se sentir e, naquelas paragens sossegadas era difícil imaginar que se estava no dia do trabalhador. Muitos eram os que, depois do esforço daquela subida, faziam questão de descansar antes de lá entrar. Após esse compasso de espera, com alguma decisão penetravam no seu interior constituindo uma pequena multidão que ia percorrendo e admirando tudo o que por lá se encontrava. Mas, primeiro, teve-se que assistir à cerimónia oficial que, com palavras a preceito, quis abrir aquele espaço que pretende retratar a vida que, ao longo dos anos, deu corpo áquela povoação a viver em estreita ligação entre o campo e o mar. Por isso, como aquele espaço museológico quer retratar a vida de uma comunidade como a da Carrapateira, teria de se debruçar sobre a terra e o mar. Embora, à partida, a componente etnográfica fosse de privilegiar, ainda é algo deficitária e a exigir um dinamismo maior na recuperação e reconstituição de muitos pedaços da história de vida daquela povoação. Mas, em compensação, um conjunto colorido, em que a fotografia sobressai, vem dar áquele museu a alegria e a vitalidade de uma vida que se construiu com a terra e o mar por pano de fundo. E, por isso, a par de quadros de vida da labuta diária, a paisagem rural e marinha, patente nesses quadros coloridos, acaba por deslumbrar e por nos revelar recantos e pormenores difíceis de imaginar. É assim a costa vicentina com as gentes que a habitaram e que a continuam a enriquecer com a sua vida diária nessa relação entre o homem e a natureza que é factor de valorização. Esse enriquecimento tem acontecido e continua a acontecer nesses lugares onde o tempo praticamente parou mas, em contrapartida, onde ainda muito pouco se adulterou. E é nestes espaços do interior do Algarve onde a natureza ainda se respira e o homem pode viver nessa relação de amizade e de respeito com o seu habitat que estes espaços começam a emergir como expressão de uma vivência que, mesmo nos dias de hoje, continua a ter a sua razão de ser.Quanto ao espaço em si, com dificuldades de acesso para quem sente dificuldade em subir, apresenta-se como uma varanda sobre a terra e o mar dando expressão e todo o sentido à designação do próprio museu. No seu interior, o itinerário, com vários planos, vai-nos levando a contactar, mais à base da imagem, com parte da sua fauna e da sua flora. Também alguns dos seus usos e costumes se podem admirar com o intuito de dar a conhecer as tradições que fazem parte de povoações como a Carrapateira. No desenho desse percurso, chega-se ao fim com uma imagem do que é a vida, não de uma aldeia perdida, mas de pedaços de enredos de um Portugal dotado de uma beleza invulgar e que é urgente recuperar. E esta recuperação da vida, múltipla e facetada, que atravessa este parque natural da costa vicentina teria que passar por valores que viessem valorizar as suas gentes, os seus costumes, as suas tradições e, sobretudo, o continuar da sua relação com a terra e o mar. Mas para que este património natural se continue a preservar é fundamental que haja incentivos, que a qualidade de vida dos seus naturais seja uma realidade e que se constitua um conjunto de motivações para que as populações, mesmo as suas camadas mais jovens, sejam convidadas a ficar, a continuar, com novas formas e outros olhares, a vida dos seus antecessores. E como o conhecimento, a auto-estima, a recuperação e a interpretação da nossa memória é a melhor motivação, estes pólos museológicos, em sentido dinâmico e interactivo, são a melhor forma de incentivar, de divulgar e de valorizar estes espaços. É por isso que o museu da terra e do mar da Carrapateira, mais do que um museu pontual na Costa Vicentina, deveria fazer parte de uma rede a criar ao longo deste espaço natural como elemento de valorização, de enriquecimento e da divulgação de um património de uma riqueza que já não se começa a ver. Mas na falta dessa rede, o da Carrapateira constituiu um passo e, quem sabe, uma ambição e um “elan” para essa rede ou, então, para iniciativas do género.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;em&gt;in&lt;/em&gt; " &lt;strong&gt;Correio de Lagos&lt;/strong&gt; "&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-2236541844920970852?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/2236541844920970852/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=2236541844920970852' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2236541844920970852'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/2236541844920970852'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/museu-do-mar-e-da-carrapateira.html' title='Museu do Mar, na Carrapateira'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWpXMp5SdSI/AAAAAAAAGt8/Q71cnOcbh1Q/s72-c/Museu+Carrapateira+inaug.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-6494507112774732017</id><published>2009-01-11T19:54:00.003Z</published><updated>2009-01-11T20:21:59.093Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWpPS7_DlGI/AAAAAAAAGtk/1LfJG7ZwNeM/s1600-h/Carrapateira.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290127899058476130" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 270px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWpPS7_DlGI/AAAAAAAAGtk/1LfJG7ZwNeM/s400/Carrapateira.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;Foto por João Mariano&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;______________&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ffcc66;"&gt;&lt;span style="color:#cc6600;"&gt;MINI MINUIT EXPRESS&lt;br /&gt;Pierre (Mayrand)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bien chers amis(es), camarades et correspondants,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(...) Je fais un flash back sur les sujets abordés dans mes &lt;em&gt;Express&lt;/em&gt;, m’ interrogeant sur leurs motivations, leur ton, leur portée possible: Praxis, utopie, idéologie, évocations de lions et de loups, apologie de l’ impertinence, questionnements sur le social, la véritable nature du mouvement, chroniques choses lues ou entendues, de personnes côtoyées, d’ expériences de travail … Sur ce dernier sujet figure la magnifique aventure de Carrapateira dont je n’ arrive pas à trouver les qualificatifs appropriés tellement elle est surprenante, ennivrante, obsessive: La nouvelle muséologie sociale à l’ état pur, comme je ne l’ avais pas expérimentée depuis la Haute-Beauce, plus disciplinée, intégrant les meilleurs apports de cette muséologie dans le monde, les convertissant en une amorce de prototype d’ une nouvelle génération. Ces derniers jours encore, ma compagne et moi-même éprouvions le bonheur de voir reconnaître sans réserves nos propositions sur les instances participatives, sur la dénomination territoriale, sur le programme de formation populaire: Le Croissant Fertile, la Commission participative, la clinique de mémoire, avec le concours massif des populations, fruits de la conjugaison de la muséologue fondatrice, d’ apports externes, de la conscience politique des autorités, de l’ esprit communautaire et coopératif fortement enraciné dans une population de pêcheurs et de petits agriculteurs. Au risque de paraître prétentieux, &lt;strong&gt;j’ affirme que le succès d’ une telle entreprise d’ innovation synthèse vient de la concoction de trois facteurs: Le cran des acteurs, l’ association des pratiques à une idéologie réfléchie, le contexte de connivence politique à tous les niveaux de l’ action, faisant en sorte qu’ il est possible d’ affirmer qu’ il a encore de la place, dans le contexte actuel, moyennant une stratégie et des méthodes adéquates, pour la muséologie participative, ses príncipes d’ entr’aide, pavant le terrain pour des prises de parole élevant le local au niveau d’ un dialogue mondial.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le voile du silence levé,&lt;br /&gt;Odalice, Hugues …&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À VOUS LA PAROLE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-6494507112774732017?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/6494507112774732017/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=6494507112774732017' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6494507112774732017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/6494507112774732017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/foto-por-joo-mariano-mini-minuit.html' title=''/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWpPS7_DlGI/AAAAAAAAGtk/1LfJG7ZwNeM/s72-c/Carrapateira.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8581683576482999497</id><published>2009-01-09T22:51:00.011Z</published><updated>2009-09-02T18:41:59.366+01:00</updated><title type='text'>Dialécticas Museo(lógicas)</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sp6uOPu8NVI/AAAAAAAAH7s/tHphAXkn6EI/s1600-h/DSC_0039.JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5376926564891768146" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 266px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sp6uOPu8NVI/AAAAAAAAH7s/tHphAXkn6EI/s400/DSC_0039.JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWfuuyL9AnI/AAAAAAAAGtc/BUxOzS5fhvU/s1600-h/i+v+foto.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWfX6mjOlXI/AAAAAAAAGtU/ZccK0j4b9pQ/s1600-h/iv+2009.JPG"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWfXvMsY0zI/AAAAAAAAGtM/d_8E-XWXIGo/s1600-h/i+v+foto.jpg"&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:isabelvictor150@hotmail.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;isabelvictor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;150@hotmail.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;Subject&lt;/span&gt;: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;RE&lt;/span&gt;: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;dialectica&lt;/span&gt;. Uma &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;nuance&lt;/span&gt; ...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Date: &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Fri&lt;/span&gt;, 9 &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;Jan&lt;/span&gt; 2009 22:31:24 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Caríssimo Pierre&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_9"&gt;Saravá&lt;/span&gt; ilustre amigo, concordo. Concordo contigo, mas acho que o mais importante é suscitar a reacção, o espanto, a vontade. Por muito nobres que se nos afigurem as causas, nada muda se for imposto. As pessoas (julgo eu) têm que acreditar que podem contribuir para a mudança. Têm que se sentir comprometidas, ganhar confiança, crescer com o problema e ganhar coragem (audácia) para intervir na mudança. Este processo é sempre uma construção. São processos lentos de identificação ... mas, subitamente, dependendo das lideranças e das circunstâncias, do nível consciência individual e colectiva, dão saltos que nos ultrapassam. Saltos qualitativos de que, por vezes, nem nos apercebemos por estarmos tão perto dos problemas e, simultaneamente, tão viciados nas soluções. O que me parece importante é a persistência no terreno. O importante é criar laços e hábitos de pensar livremente. Rotinas de discussão. Esse é o campo onde germina a mudança. A convicção de que é &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_10"&gt;possível&lt;/span&gt; mudar. Manter acesa a chama ... deixar fluir o pensamento. Eis a &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_11"&gt;dialéctica&lt;/span&gt; ... &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_12"&gt;museo&lt;/span&gt;(lógica) do conhecimento. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;(e ... sim, Gaza é o espelho da indiferença a " &lt;em&gt;banalidade do mal&lt;/em&gt; " proclamada por &lt;a title="Hannah Arendt" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hannah_Arendt"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_13"&gt;Hannah&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_14"&gt;Arendt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; aos nossos olhos. Um crime horrendo. Uma guerra assimétrica) &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_15"&gt;Musealogando&lt;/span&gt; ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_16"&gt;iv&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_17"&gt;isabel&lt;/span&gt; Victor)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;_____________________&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_18"&gt;From&lt;/span&gt;:&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:luisarogado@sapo.pt"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;luisarogado&lt;/strong&gt;@sapo.pt&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;To: &lt;/span&gt;&lt;a href="mailto:minommex@yahoo.com"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;strong&gt;minommex&lt;/strong&gt;@yahoo.com&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_19"&gt;Caríssimo&lt;/span&gt; Raul,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_20"&gt;Gracias&lt;/span&gt; por recordar nos los princípios &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_21"&gt;sacrados&lt;/span&gt; de la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_22"&gt;nueva&lt;/span&gt; museologia , &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_23"&gt;esso&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_24"&gt;es&lt;/span&gt; de la museologia SOCIAL, que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_25"&gt;sia&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_26"&gt;communitaria&lt;/span&gt;, de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_27"&gt;citadania&lt;/span&gt;, revolucionaria, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_28"&gt;altermondialista&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_29"&gt;siempre&lt;/span&gt; critica, contestaria, impertinente, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_30"&gt;confrontational&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_31"&gt;siempre&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_32"&gt;libre&lt;/span&gt; que se &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_33"&gt;puede&lt;/span&gt; contemplar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_34"&gt;en&lt;/span&gt; los &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_35"&gt;ojos&lt;/span&gt; que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_36"&gt;son&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_37"&gt;en&lt;/span&gt; tu mirada. La dialéctica que surge de la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_38"&gt;paxis&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_39"&gt;del&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_40"&gt;trinomo&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_41"&gt;pueblo&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_42"&gt;sus&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_43"&gt;raises&lt;/span&gt; ( cultura y &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_44"&gt;medioambiente&lt;/span&gt; ) &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_45"&gt;es&lt;/span&gt; lo que falta mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_46"&gt;el&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_47"&gt;el&lt;/span&gt; marco &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_48"&gt;del&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_49"&gt;statismo&lt;/span&gt; de la formula &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_50"&gt;populacion&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_51"&gt;territorio&lt;/span&gt;-&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_52"&gt;patrimonio&lt;/span&gt; quando &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_53"&gt;non&lt;/span&gt; se resolve por la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_54"&gt;equacion&lt;/span&gt; +++=&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_55"&gt;ACCION&lt;/span&gt; POR &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_56"&gt;UN&lt;/span&gt; CAMBIO QUALITATIVO, implementando la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_57"&gt;construccion&lt;/span&gt; de las memorias por &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_58"&gt;un&lt;/span&gt; futuro, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_59"&gt;entonce&lt;/span&gt; la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_60"&gt;refutacion&lt;/span&gt; de todo lo que &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_61"&gt;es&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_62"&gt;recibido&lt;/span&gt;, transmitido &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_63"&gt;indiscrinamente&lt;/span&gt;, &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_64"&gt;el&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_65"&gt;gusto&lt;/span&gt; de la memoria por la memoria &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_66"&gt;siendo&lt;/span&gt; fútil. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_67"&gt;Adelante&lt;/span&gt; ! &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_68"&gt;Muchos&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_69"&gt;van&lt;/span&gt; a fulminar &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_70"&gt;adelante&lt;/span&gt; estas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_71"&gt;asertiones&lt;/span&gt; como cada dia fulminamos a la vista de los horrores &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_72"&gt;en&lt;/span&gt; Gaza enfrentados por la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_73"&gt;consciencia&lt;/span&gt; falsificada de la consciência de la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_74"&gt;communidad&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_75"&gt;international&lt;/span&gt;. &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_76"&gt;Saria&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_77"&gt;el&lt;/span&gt; tema de una &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_78"&gt;exposition&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_79"&gt;fracassante&lt;/span&gt; de parte de los &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_80"&gt;adherentes&lt;/span&gt; mas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_81"&gt;radicales&lt;/span&gt; de &lt;&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_82"&gt;movimiento&lt;/span&gt;, dando la &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_83"&gt;prueba&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_84"&gt;del&lt;/span&gt; &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_85"&gt;corage&lt;/span&gt; de &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_86"&gt;algunos&lt;/span&gt;. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Pierre&lt;/strong&gt; (&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_87"&gt;Mayrand&lt;/span&gt;) &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-8581683576482999497?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/8581683576482999497/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=8581683576482999497' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8581683576482999497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/8581683576482999497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/dialticas-museolgicas.html' title='Dialécticas Museo(lógicas)'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/Sp6uOPu8NVI/AAAAAAAAH7s/tHphAXkn6EI/s72-c/DSC_0039.JPG' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-125289172845230189</id><published>2009-01-07T12:04:00.004Z</published><updated>2009-01-07T12:09:53.489Z</updated><title type='text'>X Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais, Braga de 4 a 7 Fevereiro</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWSbDqoxYxI/AAAAAAAAGrk/7vDGezncKHM/s1600-h/cartazXCongLAB.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5288522349727015698" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 284px; CURSOR: hand; HEIGHT: 400px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWSbDqoxYxI/AAAAAAAAGrk/7vDGezncKHM/s400/cartazXCongLAB.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.xconglab.ics.uminho.pt/"&gt;&lt;strong&gt;http://www.xconglab.ics.uminho.pt/&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;O CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS é um encontro bienal que reúne cientistas sociais dos países de língua oficial portuguesa (Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tome e Príncipe e Timor Leste).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Desde a sua primeira edição, em 1990, que o CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS tem promovido o desenvolvimento de uma comunidade de cientistas sociais de língua portuguesa. O repto lançado por Boaventura de Sousa Santos em Coimbra, por altura do I congresso, dirigia-se explicitamente à questão da interdisciplinaridade e sublinhava a estreita relação entre as ciências sociais e a democracia. Organizado pelo Centro de Estudos Sociais (CES) e subordinado ao tema “Saber e Imaginar o Social. Desafios às Ciências Sociais em Língua Portuguesa”, o Congresso reuniu alguns dos mais proeminentes cientistas sociais de Portugal, do Brasil e dos países africanos de língua oficial portuguesa (PALOP). Em resposta aos objectivos fundadores deste projecto, em cada biénio vêm-se estreitando os laços multilaterais e ampliando as redes e mecanismos de cooperação científica entre investigadores e instituições destes países.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 1992, coube ao Departamento de Sociologia da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo organizar o II CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS. Nessa ocasião, as grandes linhas de discussão giraram em torno das consequências e desafios da modernidade nas sociedades semiperiféricas do espaço luso-afro-brasileiro. O programa deste Congresso teve a particularidade de oferecer três cursos: africanidade, cultura brasileira e cultura portuguesa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 1994, o III CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS debateu o fenómeno da multiculturalidade e foi organizado pelo Instituto de Ciências Sociais (ICS) da Universidade de Lisboa. Subordinado ao tema “Dinâmicas Culturais: novas faces, outros olhares”, o Congresso centrou-se nos novos desafios criados pelas sociedades multiculturais e no papel das ciências sociais no estudo das relações daí emergentes. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 1996, o IV CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS debateu o tema “Territórios da Língua Portuguesa – Culturas, Sociedades e Políticas no Mundo Contemporâneo” e a sua organização esteve a cargo do Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFCS-UFRJ). Neste Congresso foi discutida a criação da «Associação Luso-Afro-Brasileira de Ciências Sociais», que seria encarregada da organização dos congressos futuros, de um intercâmbio mais sistemático entre os interessados e da publicação de uma revista.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 1998, teve lugar o V CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS, o primeiro realizado em África. Foi organizado pela Universidade Eduardo Mondlane, em Maputo, Moçambique e abarcou um leque variado de temas-base: Segurança das Sociedades, Novas Democracias, Artes e Sociedades, Populações e Territórios e Oceano Índico. Decidiu-se constituir a Associação de Ciências Sociais e Humanas em Língua Portuguesa (ACSHELP) e o lançamento de uma publicação própria, a revista Travessias, apresentada como a revista da Associação de Ciências Sociais e Humanas em Língua Portuguesa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 2000, o VI CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS foi subordinado ao tema “As Ciências Sociais nos espaços de língua portuguesa: balanços e desafios” e a sua organização esteve a cargo do Centro Leonardo Coimbra da Faculdade de Letras da Universidade do Porto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 2002, o VII CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se uma vez mais no Rio de Janeiro. Ao definir como tema dominante “As Linguagens da Lusofonia”, a organização procurou problematizar essa noção da língua partilhada, ao abordar a questão da diversidade das comunidades falantes da língua portuguesa. A organização do Congresso esteve a cargo do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (IUPERJ)/Universidade Cândido Mendes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 2004, o VIII CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se de novo em Coimbra com o título "A questão social no novo milénio", um tema que, presente desde a revolução insdustrial, vem sendo objecto de debate no vasto leque das ciências sociais seja no sentido da manutenção de mecanismos de integração social, seja no âmbito de processos de reivindicação por parte de sindicatos e movimentos sociais em vista de uma sociedade mais justa e solidária. Estas temáticas, no quadro da relação Norte-Sul, exigem da parte das ciências sociais maiores responsabilidades na análise e reflexão sobre as consequências da actual globalização económica. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;Em 2006, o IX CONGRESSO LUSO-AFRO-BRASILEIRO DE CIÊNCIAS SOCIAIS realizou-se desta feita em Luanda. O tema deste congresso, “Dinâmicas, mudanças e desenvolvimento no século XXI”, refere situações com que se defrontam as sociedades modernas, pelo que as sugestões dos painéis apresentados respondem a preocupações que parecem comuns a todos os países participantes e possibilitam, ao mesmo tempo, expressões diferenciadas de comunicações individualizando identidades e idiossincrasias societais/nacionais.&lt;br /&gt;Para além dos encontros bienais, o impacto dos congressos tem-se traduzido no aumento das iniciativas de apoio à cooperação entre instituições e cientistas sociais dos países de língua oficial portuguesa. Os diversos programas de intercâmbio, activados nos últimos anos, têm envolvido diversas instituições prestigiadas nas ciências sociais. A título de exemplo refira-se a Bolsa Luso-Afro-Brasileira, atribuída desde 1994 por períodos de um ano, pelo ICS, que visa promover o debate científico e a participação em conferências e seminários no âmbito do Programa de Pós-Graduação; em 2001, foi criada a Bolsa Um Mês no CES, para estimular o intercâmbio com outras instituições e destinada especialmente a professores universitários e investigadores dos países de língua oficial portuguesa e o Prémio CES, que desde 1999, vem sendo atribuído bienalmente a trabalhos de investigação em ciências sociais realizados por jovens investigadores de expressão portuguesa, tendo distinguido até à data cientistas sociais de diferentes origens. Além disso, em Agosto de 2003, foi criada uma cátedra de ciências sociais entre o ISCTE e a Universidade Estadual de Campinas, no Brasil (Unicamp). De igual modo, nos últimos anos foram realizados diversos projectos de envergadura sediados no CES – em particular na área da justiça – sobre países de expressão oficial portuguesa, nomeadamente Angola e Moçambique (que incluem protocolos com várias Universidades e centros de pesquisa). &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;______________________________________&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36609144-125289172845230189?l=musealogando.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://musealogando.blogspot.com/feeds/125289172845230189/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36609144&amp;postID=125289172845230189' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/125289172845230189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/36609144/posts/default/125289172845230189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://musealogando.blogspot.com/2009/01/x-congresso-luso-afro-brasileiro-de.html' title='X Congresso Luso-Afro-Brasileiro de Ciências Sociais, Braga de 4 a 7 Fevereiro'/><author><name>isabel victor</name><uri>http://www.blogger.com/profile/14925437002467861825</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='http://4.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SrIsktU14QI/AAAAAAAAH_M/OMCIEdyhCgQ/S220/iv.voando..bmp'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_lTMrBgdkmPQ/SWSbDqoxYxI/AAAAAAAAGrk/7vDGezncKHM/s72-c/cartazXCongLAB.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-36609144.post-8513995758774017000</id><published>2009-01-06T00:03:00.001Z</published><updated>2009-01-06T00:05:13.281Z</updated><title type='text'></title><content type='html'>LE PATRIMOINE IMMATÉRIEL VERS L’ ÉSOTÈRISME.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minuit express&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Le patrimoine immatériel, par opposition au patrimoine matériel, aussi appelé patrimoine intangible ( par opposition au tangible ), devenu un terme à la mode comme le patrimoine vivant auquel il s’ apparente, a été introduit dans le dernier quart du XXème siècle pour faire contrepoids et consacrer la reconnaissance de patrimoines considérés, jusque là, comme des catégories inférieures, étendant ainsi le patrimoine, se décomposant en patrimoines historiques, naturel, bati, mobilier, culturel, religieux, militaire, ethnographique, industriel, artistique, touristique, et nous en passons …, au champs de la mémoire vivante , performante et reproductible, autrement dit le patrimoine vivant ( Conte, rituel, folklore … ), se détachant ainsi de l’ histoire de l’art pour camper dans les sciences de l’ environnement et dans l’ écologie humaine.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Autrefois fragmenté, le patrimoine culturel, dans son acceptation la plus large, ira jusqu’ à englober, dans certaines formes d’ intervention, comme c’ est le cas dans l’ écomusée ( Concept introduit vers 1970 ), la totalité des patrimonies d’ une communauté territoriale, sans distinction de genres: On parlera alors de patrimoine global incluant la totalité des us et coutumes, des caractéristiques territoriales et des oeuvres significatives produites dans cet espace, mettant l’ accent sur les interrelations plutôt que sur les spécificités. La pensée écomuséale, dans le rapport d’ une population à son patrimoine, non pas comme objet de consommation ( le patrimoine touristique ), mais comme outil favorisant le processus identitaire d’ appropriation, ira jusqu’ à 
