“Agency” e Estrutura (1) – Esta colisão é a dinâmica central do trabalho identitário.
Nós experimentamos o nosso “self” como um agente que formula intenções, que escolhe e leva a cabo acções. “Agency”, por si só, é como um actor sem guião, sem palco, sem audiência – e, para que percebamos, sem a mínima noção do que significa ser actor e desempenhar um papel, nós precisamos que o mundo exterior nos providencie a estrutura – um sitio, uma forma e uma razão de actuar.
Os visitantes exploram certas características do museu que o tornam uma ferramenta ao serviço do trabalho identitário. Considerarei três destas características: a norma museológica, o seu carácter performativo, e a apresentação do exótico.
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(1) ROUNDS, Jay (2006) Doing Identity Work in Museums in Curator, (s/l), pp.133-149
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